Destaques Desportivos da Semana

A primeira vitória no Quénia na Sevens World Series

Começo este post por salientar a estrondosa vitória do Quénia na etapa de Singapura da Sevens World Series. A equipa queniana, equipa que nos últimos anos tem aparecido com um alto rendimento tanto na variante de sevens como na variante de XV (para termos uma noção do actual estádio de desevolvimento do rugby queniano em comparação com a tónica decrescente do nosso, a selecção de XV do Quénia, selecção que já se encontra à nossa frente no ranking mundial da IRB bateu a nossa selecção no ano passado por 41-15 no jogo disputado em Junho em Nairobi e arrisca-se a ameaçar o poderio hegemónico da Namíbia na próxima ronda de qualificação africana para o Mundial de 2019) tornou-se a segunda selecção africana a vencer uma etapa do circuito mundial de Sevens. A selecção africana corre a passos largos para se tornar numa potência da modalidade dentro de alguns anos nas duas variantes. Na final de Singapura, os quenianos derrotaram nada mais nada menos que a actual detentora do título mundial, as Ilhas Fiji.

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Review à Amstel Gold Race e à Flèche Wallone

valverde

As míticas clássicas das Ardenas tiveram no domingo e hoje (quarta-feira) dois dos seus 3 capítulos. Na prova holandesa, a Amstel, prova corrida na região de Limburg que faz a separação entre as clássicas da primavera corridas em pavé e as clássicas de colinas, o veteraníssimo ciclista italiano de 34 anos Enrico Gasparotto espantou todos os fantasmas que abalaram a Wanty no último mês devido à morte do seu colega de equipa Antoine Demoitié no passado mês de Março no início deste trilho de clássicas na Clássica Gent-Wevelgem devido a uma queda provocada por uma colisão contra uma mota da organização. 

Na mítica Flèche Wallone, corrida na região da Valónia (Bélgica) Alejandro Valverde conseguiu no mítico muro de Huy (1300 metros de distância com uma inclinação de 9,6% – em alguns sectores de 17% a 26%) dinamitar toda a concorrência, fazendo história na competição ao ser o primeiro ciclista a alcançar as 4 vitórias na prova. Aos 35 anos, o espanhol distanciou-se de outros ciclistas que no passado tinham vencido a prova em 3 ocasiões como os belgas Marcel Kint e Eddie Merkx e os italianos Moreno Argentin e Davide Rebellin.

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Destaques Desportivos da Semana

Nota prévia: este post é a continuação daquele que pode ser visto aqui. 

6 – Os 41 golos de Zlatan Ibrahimovic

Paris Saint Germain's Zlatan Ibrahimovic gestures during their League One soccer match between Paris Saint Germain and Montpellier, at Parc des Princes stadium, in Paris, Saturday, Dec. 20, 2014. (AP Photo/Francois Mori)

3 dias depois da eliminação frente ao City, o PSG regressou aos triunfos frente ao Caen com uma vistosa goleada por 6-0. A goleada, nesta altura da temporada, na qual o clube parisiense já não tem grandes objectivos por jogar, sabe a pouco. Sobraram golos a mais a Zlatan frente à equipa do Norte de França para compensar aqueles que marcou de menos nas suas paupérrimas exibições nos dois jogos da eliminatória disputada contra o City.

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Breve resumo da Volta ao País Basco

Contador pais basco

Regresso nestas minhas crónicas neste espaço para voltar a escrever sobre ciclismo. Ao mesmo tempo em que na França e na Bélgica decorrem as clássicas da Primavera (a mítica clássica Paris-Roubaix corre-se amanhã; a não perder o directo da etapa na Eurosport), os principais chefes-de-fila das maiores equipas de World Tour e UCI Pro Continental protagonizaram durante a presente semana um cheirinho do espectáculo que teremos nas principais voltas de 3 semanas do calendário internacional na sempre difícil Volta ao País Basco. O espanhol Alberto Contador haveria de vencer hoje a geral da prova depois de vencer o contra-relógio final que se disputou em Eibar, somando a sua 4ª vitória na prova. Rui Costa exibiu-se ao mais alto nível em quase todas as etapas, terminando a geral da prova em 7º lugar. O português não conseguiu ir mais longe devido a problemas mecânicos na etapa que serviu de epílogo à prova basca.

Etapa a etapa, vamos lá descobrir o que é que se passou na montanhosa região do Norte de Espanha.

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A mítica vitória de Mathew Hayman no Paris-Roubaix

hayman

Um fabuloso espectáculo de ciclismo com um final imprevisível até ao último milímetro de corrida! É este o epíteto inicial que me ocorre para descrever o enorme espectáculo dado pelos 200 ciclistas que alinharam hoje em Paris para a Clássica das clássicas da Primavera, prova que teve um desfecho épico com a vitória do underdog Mathew Hayman, curiosamente, o ciclista com mais participações na prova dentro da lista de corredores que alinharam hoje para a prova:

Se às 1o da manhã me dissessem que a vitória na corrida não iria pertencer a um dos clássicos favoritos, homens como Peter Sagan (Tinkoff), Tom Boonen e Niki Terpstra (Etixx-Quickstep), Alexander Kristoff (Katusha), Sep Vanmarcke (Lotto-Jumbo), Edvald Boasson Hagen (Dimension Data), Fabian Cancellara (Trek), Lars Boom (Astana) ou até a alguns dos ciclistas que tem obtido bons resultados na prova nas últimas edições ou que aspiram no futuro a vencê-la na categoria de elites visto que tem bons resultados nas edições das categorias de formação, como são os casos de Ian Stannard, Luke Rowe, Jasper Stuyven, Bert de Backer, Magnus Cort Nielsen, Taylor Phinney ou Danny Van Poppel, não seria capaz de nomear alguém capaz de vencer a prova.

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Crónicas Desportivas (2) – Sagan, o feiticeiro

Na despedida de Fabian Cancellara da Volta à Flandres (com muita pena nossa, a bom da verdade; assim como também lamento a despedida da equipa Tinkoff no final desta temporada) Spartacus, alcunha carinhosa pela qual é conhecido este suíço nascido nos arredores de Berna há 35 anos, julgava-se no direito de despedir-se da prova com mais uma vitória, aquela que seria a 4ª da sua carreira no Tour de Flandres, um dos designados 5 monumentos do ciclismo. Numa prova novamente marcada pelas quedas, Spartacus bem tentou anular a diferença para Sagan nos 12 km finais mas o eslovaco, campeão do mundo em título provou que é neste momento o ciclista em melhor período de forma para abordar as clássicas, resistindo à perseguição do suíço e do holandês Sep Vanmarcke da Lotto-Jumbo-NL.

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