Destaques Desportivos da Semana

Nada de novo na Liga Portuguesa

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Em Alvalade, perante 40 mil pessoas (as assistências do José de Alvalade começam a ser uma constante marca indelével do trabalho positivo que o actual presidente está a realizar neste campo particular durante o seu mandato) o Sporting cumpriu a sua missão e bateu o União da Madeira por 2-0. Num jogo em que a equipa leonina, sem Bryan Ruiz no onze titular em detrimento da entrada de Bruno César para a esquerda do meio-campo, a equipa de Jorge Jesus, conseguiu realizar do ponto de vista exibicional uma primeira parte q.b, revelando uma estética de jogo no plano ofensivo muito positiva que garantiu desde cedo os dois golos da vitória. Destaco na mecânica ofensiva leonina a excelente exibição de Teo Gutierrez e a constante profundidade garantida pelos dois laterais. Tanto Schelotto como Zeegelaar construíram imensos lances perigosos pelos flancos, cabendo ao lateral holandês as duas assistências para os dois golos obtidos pelo Sporting na primeira parte. Quanto ao avançado colombiano, reconheço que tenho finalmente visto aquilo que Jorge Jesus decerto viu no colombiano para o pedir como um reforço-chave de plantel no início desta temporada. À semelhança do que era por exemplo Lima no esquema 4x4x2 utilizado no Benfica, o Colombiano aparece finalmente como aquele 2º avançado capaz de ser um jogador determinante na criação de desequilíbrios nos flancos, entrosando-se na perfeição com João Mário e Schelotto através da execução de triangulações nesse mesmo flanco e de, ao mesmo tempo, começar a aparecer finalmente em zonas de finalização mostrando aí uma enorme eficácia na finalização.

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Destaques desportivos da semana

1 – Académica vs Benfica

O que raramente nasce torto, jamais se endireita! É a expressão que me ocorre para descrever a actual temporada da Académica. Provided by the “worst” José Eduardo Simões, completamente em cima do joelho, cheia de lacunas de plantel (falta um lateral direito melhor que o incerto Nii Plange; a equipa jogou uma época inteira com um lateral-esquerdo horrível como Ofori; Ricardo Nascimento não lembra nem ao diabo em alguns jogos; sem alternativa a Fernando Alexandre à frente da defesa para varrer o meio-campo com recurso a músculo; falta um ponta-de-lança de área que permita à equipa sair do espartilho do contra-ataque, onde efectivamente tem unidades rápidas como são Hugo Seco, Marinho, Pedro Nuno e Gonçalo Paciência) e pautada, inicialmente, pela escolha de um treinador que não tinha qualidade para treinar na 2ª Liga quanto mais na 1ª – os erros de gestão de Simões acumulam-se: a falta de estratégia para com aquele que poderia ser o mais público-alvo do clube é crassa, a passagem a SDUQ limitou o clube aos poucos capitais que possui, o clube não consegue captar novos sócios porque cobra as quotas mais caras do país e desportivamente, existem poucos aqueles que percebem realmente de futebol na estrutura profissional da Briosa.

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