Toda a verdade sobre o salário da mulher do presidente da Câmara de Gaia

Em primeiro lugar começo por fazer uma prévia declaração de interesses. Fui premiado, pelo presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, através de e-mail, no passado dia 2 de Novembro, com a informação que me teria interposto um processo judicial no seguimento de um artigo que escrevi sobre a atribuição da medalha de mérito municipal – grau ouro – a Marco António Costa.

Depois deste ponto prévio. Vamos agora ao que interessa. A polémica volta acompanhar Eduardo Vítor Rodrigues. A notícia chegou-nos, ontem, através do Jornal Público. Neste caso o que está em causa, entre outras coisas, é o aumento exponencial do salário da sua mulher, Elisa Costa, directora técnica da Cooperativa de Solidariedade Social Sol Maior.

O que aqui se trata, neste momento, é de uma questão ética, moral e política. As questões legais e administrativas deixemos para serem tratadas pelos tribunais.

Não existem dúvidas que a Cooperativa de Solidariedade Social Sol Maior é um dos parceiros da Câmara Municipal de Gaia no programa [email protected]+. Aliás é próprio presidente da Câmara que o assume publicamente. Mais ainda a SOL MAIOR é o principal parceiro da Autarquia neste programa municipal. E não é parceiro por mero acaso. É parceiro ao abrigo de um protocolo de colaboração assinado entre a Câmara Municipal de Gaia e a SOL MAIOR.

Também penso que não existem dúvidas que a Câmara Municipal de Gaia, com base na assinatura deste protocolo de colaboração, proporcionou à SOL MAIOR entrar num “negócio” que rende anualmente centenas de milhares de euros, através das mensalidades do ATL pagas pelos Pais, a esta IPSS. Mas também parece que não existem dúvidas que a Câmara de Gaia tendo por base o supracitado protocolo, paga anualmente à SOL MAIOR largas dezenas de milhares euros no âmbito do [email protected]+. Aliás parece-me que está tudo espelhado no relatório de actividades e contas da SOL MAIOR referente ao ano de 2015.

Até agora parece-me que não existem dúvidas. Porém se assim não for serei o primeiro a reconhecer o meu erro em função de pesquisas que fiz na internet durante esta tarde.

Mas há dúvidas que existem e persistem, sobretudo, na evolução dos vários e exponenciais aumentos do salário base que Elisa Costa tem vindo a auferir ao longo dos últimos anos, sobretudo, desde que Eduardo Vitor Rodrigues foi eleito presidente da Câmara Municipal de Gaia, tendo proporcionado este negócio milionário à SOL MAIOR, ao abrigo do acima referido acordo de colaboração, acrescido do também citado apoio da Câmara Municipal de Gaia.

Eduardo Vitor Rodrigues até publicou a sua declaração de rendimentos a que estão sujeitos os titulares de cargos políticos porém, nos dias de ontem e hoje, negou que o salário da mulher era de 2343,71 euros afirmando ainda hoje ao Jornal de Notícias que a mulher e passo a citar “fez a sua progressão até chegar aos atuais 1180 euros, que incluem a isenção de horário e o descongelamento de salário. Os mais de dois mil euros foram em agosto, pela acumulação com o subsídio de férias ”.

Eduardo Vitor Rodrigues não tornou públicos os recibos de vencimentos da sua mulher preferindo falar que estava a ser alvo de uma campanha negra, vitimizando-se e ameaçando mais uma vez com processos judiciais. Não teria sido mais simples, mas sobretudo muito mais transparente, Eduardo Vitor Rodrigues ou a sua mulher, Elisa Costa, tornarem públicos os últimos recibos de vencimento? Penso que sim. Optou ou optaram por outro caminho. E as nossas opções de vida obviamente que têm depois os seus custos.

Após ter lido as mais surreais explicações para os aumentos do salário de Elisa Costa entendo que é meu dever cívico divulgar um documento que me chegou e onde consta a evolução das remunerações base da mulher do presidente da Câmara de Gaia, ao longo dos últimos anos.

Estou convicto que neste documento os valores que constam do mesmo são verdadeiros. Não quero acreditar que alguém de muito mau caracter fosse capaz de me fazer chegar um documento com valores falsos, com o intuito de atingir a honorabilidade do presidente da Câmara de Gaia e da sua mulher. Se, porventura os valores mencionados no documento acima forem falsos, agradeço que os visados – Eduardo Vitor Rodrigues e Elisa Costa – me façam chegar os devidos comprovativos que imediatamente publicarei um novo texto corrigindo este meu artigo de opinião.

Estes aumentos exponencias parecem-me ainda mais imorais atendendo a que ocorreram em tempos em que os portugueses viveram tempos muito difíceis, tendo visto os seus salários durante cortados.

Nada me move de pessoal contra ninguém. Foi assim no passado, é assim no presente e será assim no futuro. Estou nesta vida na defesa de princípios, valores e causas, pugnando sempre pela verdade, transparência e pela moralização da vida pública.

Também em nome desta transparência e da verdade quero tornar público que solicitei esta tarde ao Sr. Ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, Dr. José Vieira da Silva, uma auditoria ao funcionamento e às contas dos últimos cinco anos de actividade da Cooperativa de Solidariedade Social Sol Maior CRL solicitando ainda que deveria ser uma prática corrente do Ministério efectuar regularmente auditorias ao funcionamento e às contas das Instituições Particulares de Solidariedade Social atendendo a que estas funcionam na sua maioria com apoios financeiros públicos.

Espero com este meu artigo de opinião ter contribuído para a verdade e para a moralização da vida pública. Estou convicto que sim.

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66 Comments

  1. Antes de tudo, seria bom saber mais dessa cooperativa. O que gera, de facto, a Sol Maior. E se tal justifica o emprego de tantos técnicos, naturalmente bem remunerados. Sobre a senhora em causa, aparentemente conseguiu tornar-se uma técnica em muito pouco tempo e a Cooperativa que lhe deu emprego terá reconhecido o seu estatuto. Mérito da senhora e do empregador que não explorou as suas excelsas capacidades com um ordenadozito qualquer; coisa que é rara neste país. Uma medalha para a Sol Maior, se for este o quadro e o caso.
    Seguidamente, analisar a aparente promiscuidade dos Institutos Públicos e das "eminências pardas" por traz deles.
    De per si, isso já daria para uma peça jornalística. Não aconteceu.
    Retive da notícia do Público que o Presidente da Câmara de Gaia [quase afogado entre tantos presidentes enunciados] em que o autarca se auto-reclamava de "provinciano".
    Assim sendo, parece estar tudo dito. É habitual que tal gente eleve os parentes socialmente, que seja generosa em família.
    Em relação a técnicos, há uns 40 anos houve uma explosão. Exemplo: a mulher-a-dias passou a técnica de limpeza, o contínuo da escola é auxiliar de educação, o fiel de armazém chama-se gestor de stocks... quem use uns dourados, seja sargento ou general, é um graduado.
    Os cegos passaram a ser invisuais e as mentiras a inverdades. A memória preguiçosa [houve funcionários da PIDE que se esqueceram que o foram] dissolve-se num mar de eufemismos e lá vão todos surfando entre marés-vivas de IMI's que muitos pagam para muito poucos.
    A chatice é quando há invejas [porque nunca dá para todos!], quando se cai na boca do povo e, parafraseando o Presidente da Câmara, "não faltam maldades".
    Resumindo, tudo começa em maldades.

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  2. Não conheço a sra em causa, nem a "historia" com factos, o meu conhecimento é baseado apenas no que vem sendo recentemente divulgado nos Média e, assim, com a informação recolhida e análise percebi que a cônjuge do presidente da câmara de VNG tem formação em Serviço Social e exercia funções como Assistente Social na IPSS em causa dito isto questiono-me: auferir o equivalente o SMN (se tomarmos com verdade a informação divulgada) não seria injusto (quase "criminoso") para quem investe num formação de nível superior (no mínimo o grau de licenciatura)? Bem sei que começa a ser habitual no nosso país, contudo, continuo a considerar inaceitável. Segundo as notícias actualmente aufere €2300 pelo desempenho da função, tendo ainda assumido demais responsabilidades, com isenção de horário (o que significa normalmente fazer muito para além das 8h), não será portanto um aumento justo? Do meu ponto de vista até poder´estar até a ser mal paga (quem sabe?...). E se fosse uma técnica de outra área (engª, médica, jornalista...) seria bem ou mal paga? Pois, esta minha reflexão é depreendida, apenas, da informação que foi divulgada...

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    • Se perguntar a qualquer pessoa com a licenciatura em segurança social se aufere destes valores nas ipss deste país, talvez tenha uma surpresa....Além disso é facil os valores estão tabelados e para um assistente social de 1a , que não sabemos se é o caso o valor de retribuição minimo é menos de metade do valor referenciado.

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  3. Como é possível publicar um suposto documento que chega as mãos de um suposto " jornalista" sem antes investigar tudo?
    Quer dizer então que cabe ao acusado provar o contrário? E se provar tudo será esclarecido aqui?
    E quem arca com os prejuízos causados?
    Mas que M E R D A de jornalismo é esse?
    Sinto vergonha. Nojo. É para isso que lutamos por liberdade?
    Tome vergonha na sua cara, e não suje uma categoria que cada vez mais perde o respeito de todos.

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    • Com tanto nojo deveria saber que um jornalista não é obrigado a divulgar as suas fontes...., talvez a motivação seja outra. É sempre facil atacar-se o mensageiro quando a mensagem não interessa. Tantos são os casos onde há inversão do onus da prova. E para mais se houvesse algum problema bastaria a quem de direito divulgar as respectivas folhas de salário. Terminar-se-ia de imediato esta questão. Entretanto deixe-se de nojos que isso é coisa de putos mimados. Há por aí coisas bem piores

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  4. Uma verdadeira vergonha , são assim os politicos deste pais , quando se descobre os podres o jornalismo é uma vergonha ?! reconheço coragem e mérito ao jornalista em causa... foi á custa do meu IMI e de muitos gaienses que isto foi e continua a ser possível.
    A justiça demora mas não falha , se falhar a justiça o povo julgara nas próximas eleições ...

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  5. Este caso foi ... um não caso.
    O presidente da camara de Gaia despediu o marido da Jornalista em questão das "águas de gaia".
    A subida de ordenado está prevista conforme a função que passou a desempenhar, pela Segurança social, e esta alteração foi efectuada ainda no mandato do Dr. Filipe Menezes.

    Tudo isso pode ser verificado na pagina dos "truques da impresa Portuguesa" que fizeram um optimo trabalho de investigação ao artigo em questão.

    Deixo aqui o copy+paste e link para verificarem.

    "Na publicação que fizemos hoje acerca da notícia do Público que visava o Presidente da CM Gaia, tivemos um especial cuidado em nunca referir o nome da jornalista autora do texto.

    Informações de leitores e seguidores dos Truques que nos chegaram ao longo da tarde (e que entretanto confirmámos) impedem-nos de prosseguir com este princípio de que apenas excepcionalmente e em casos muito justificados abdicamos, como no período dos Contratos de Associação e de Clara Viana. Os truques é sobre imprensa e não sobre jornalistas, sim, mas por vezes torna-se inevitável falarmos especificamente deles.

    Comecemos pela história de Rogério Gomes, um conhecido jornalista local que já assumiu cargos de relevo nacionais: foi director interino da Lusa, editor do Público, pivô do Porto Canal, director do Comércio do Porto,... Ao longo da sua longa carreira, Gomes criou laços com diversas personalidades da política. Terá sido um desses laços que, em 2005, levou Luís Filipe Menezes, então presidente da CM Gaia, a confiar em si para Administrador das Águas de Gaia, empresa municipal na esfera da Câmara. Anos mais tarde, vinha mesmo a ser integrado nos quadros da empresa (2007) como Secretário-Geral, mesmo não possuindo as qualificações exigíveis para técnico superior, como a lei previa. Rogério Gomes esteve na empresa 8 anos (apenas interrompidos, com o consentimento de Menezes, por um curto regresso ao jornalismo no seu projecto falhado "Jornal Grande Porto") e gozava de regalias únicas: um excelente salário, carro de frota,... Em 2013, data em que Eduardo V. Rodrigues foi eleito, o seu estatuto foi revisto, tal como a sua condição de remuneração reajustada ao seu currículo, em conformidade com a lei. Os anos dourados de Gomes acabavam de terminar: era despromovido de Secretário Geral para coordenador do Marketing e logo a seguir, em conflito com o actual presidente de VN Gaia, acaba por abandonar a empresa. Além de tudo isto, Rogério Gomes era, até esta data (2013), casado com Margarida Gomes.

    Margarida Gomes, como referimos no post original, escreveu um texto pouco esclarecedor e pleno de omissões e informações equívocas que conduziam, quase inevitavelmente, a uma leitura muito enviesada do caso da Associação onde trabalha a mulher do Presidente da Câmara de Gaia. Este post não serve para provar nada sobre a sua honestidade. Não serve para dizer que se tratou tudo de uma vingança. Não temos dados para afirmar isso nem o seu contrário. Mas, por uma questão de transparência, Margarida Gomes nunca poderia ter assinado este texto; no mínimo, para que o seu conteúdo não corresse o risco de cair em descrédito total (como cai, agora, do nosso ponto de vista) mal se soubesse das ligações da jornalista.

    E é no mínimo irónico que Margarida Gomes escreva um texto sobre a "teia familiar" de Eduardo Vitor Rodrigues, quando a sua própria teia familiar merecia, no mínimo, uma declaração de interesses.

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  6. O presidente deve tornar públicos os recibos de vencimento?! Está tudo doido? E o senhor autor desta prosa não deve? Mostre lá os seus vencimentos e os do seu agregado familiar e depois falámos.

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  7. A sorte tem que se aproveitar. Eu esperei 22 meses para ver o meu salário subir de 482 € para 492 €.

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  8. Sem retirar nada ao que anteriormente escrevi, tive esta tarde uma pequena conversa de mero acaso com quem pode estar, eventualmente, mais informado.
    Continuando na ignorância da competência técnica da senhora em causa, foi-me dito que:
    -Começou o seu trabalho em part-time na Sol Maior, o que explica um salário inicial baixo;
    -A determinada altura, terá passado a tempo-inteiro, o que justificaria o aumento exponencial de ordenado:
    -Que os falados 2,345.00 € (apox.) corresponderiam ao salário acrescentado dum subsídio.
    Num país de subsídios, tudo atrapalha.
    Poderia a senhora em causa, ou o seu marido, ter dado a explicação. E, sendo verdade, ter o "jornalista" feito constar tudo isso. Talvez não ocorresse o sensacionalismo que pretendia... mas também não tivesse gerado tanta confusão.

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    • O leitor Sr. Teixeira Leite parece ter uma posição equilibrada sobre o tema, e pelos vistos mais informada do que a maioria. Se calhar pode dar um contributo para o esclarecimento de todos. Esse subsídio de que fala a que se refere? Foi só pago nas férias e no natal ou faz parte da remuneração mensal da senhora?

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      • Artur Ramos, caro senhor,
        Infelizmente, passo por ser pessoa equilibrada apenas em face do grande desequilíbrio duma maioria. Em face das notícias, li e reflecti. Sem simpatia e sem antipatia por ninguém, consciente que há diversas formas de apresentar as coisas.
        Nesta sociedade a notícia passou a ser indústria e ganha-se com temas susceptíveis de provocar um escandalozito qualquer. Para tal, os amanuenses de serviço só precisam de "pecar" por excesso ou por defeito: torna-se habitual, sobretudo, contar apenas parte da coisa.
        Como antes disse, tratou-se duma conversa apenas fortuita e, não quis explorar o assunto. Como nunca concordei com "subsídios" a granel, dei de barato sobre que subsídio se tratava. Quem me passou a informação sabia ter sido em Agosto e estava para dizer mais qualquer coisa. Não costumo dar corda a propósito de coisas destas.
        Se aqui voltei a escrever foi por bem e pelo possível rigor: deduzi que a tal senhora não ganhava por mês os mais de 2.000 € em que as leituras se começaram a focar, mas cerca de metade.
        Como disse inicialmente, não sei da razão de ser da tal cooperativa, não sei da sua potencial mais-valia social, atrapalhei-me sempre com Institutos públicos e com os negócios do Estado e das Autarquias.
        E não sei de que técnicos é que precisa a cooperativa num país que demora o cidadão com cursos duvidosos para tudo (qq dia é preciso formação superior para mudar a fralda à criança), leccionados por gente que não tem outra ocupação.
        Fico, portanto, por aqui. Só faltava que me desse a especulações com os poucos dados que tenho (E o assunto, no quadro engenhoso que perpassa o país e a sociedade, nem assim tem tanto interesse; é do tipo "mais do mesmo", de qualquer coisa que já se entranhou, entre fintas duns ou maledicências doutros).

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    • Caro M.Teixeira, depois de muito reflectir se deveria ou não ajudar a esclarecer alguns equívocos da tal notícia que tanta tinta gastaram nos últimos dias, resolvi me pronunciar. Em primeiro lugar a tal senhora em causa começou a trabalhar no projecto dos ATLs em Oliveira do Douro em 2003, na altura gerido pela Junta de Freguesia quando Eduardo Vitor ainda era presidente, foi ele que a nomeou coordenadora dos ATLs, a funcionar em todas as escolas da freguesia.Na época era sua amante,pois ambos eram casados,ela recentemente.Só em 2007 foi criada a cooperativa para continuar o projecto e efectivar os funcionários,inclusive a mãe da senhora e sua actual sogra, que coordena o ATL numa escola desde esta altura até hoje.Digo que é sobejamente conhecido o historial desta senhora,principalmente dentro da junta de freguesia por todos os funcionários que lá estão desde esta época.Ela e a mãe desfiaram milhares de euros das mensalidades pagas pelos pais,tudo sempre foi encoberto pelo seu sucessor e amigalhaço Dário Silva.É uma mulher ambiciosa,fria e calculista que soube bem manipular tudo e todos até chegar a primeira dama.Apesar de tudo, foi sendo premiada com uma ascensão meteórica! Mentirosa compulsiva,já foi advogada,psicóloga e agora assistente social, sem nenhuma licenciatura,que eu tenha conhecimento.É importante dizer que não sou simpatizante de nenhum partido,pois justificar a divulgação desta notícia com interesses partidários já mete nojo! Ou será que o Zé Povinho gosta de ser enganado? Admito que aprecio o trabalho do Presidente, mas está cercado por uma teia que o torna conivente com actos nada éticos. Era bom que a segurança social lhe pedisse o currículo e as habilitações,pois para o cargo de directora técnica é preciso ter licenciatura na área da educação ou psicologia.Espero que esta informação seja útil de alguma forma.

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      • Caro Senhor,
        Quem se importa com estas coisas, devia ficar-lhe grato pelo que escreveu e deduzir que não teria sido difícil ao jornalista do Público chegar mais longe.
        A 3ª República tratou de enquadrar a sociedade num jogo de casinhas. Desde um Ministério da Juventude com os Cartões Jovens até a estas bizarrices à volta dos "tempos livres". Há uma aparência de que toda esta gente anda ocupada mas que, de facto, nada acrescenta ao PIB.
        E, como o que é preciso é arranjar um modo de vida, aí estão e vão crescendo como cogumelos. Ao que parece, muitos há que não sabem gozar a liberdade dos tempos livres e têm que ser orientados por Institutos, por Cooperativas. Sobre licenciaturas, quando se sabe que a Ordem dos Engenheiros apenas reconhece 17 dos cerca de 800 cursos que andam por aí, fica estabelecida a capacidade de muitos licenciados...,...

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  9. Não está em causa, o ordenado a competência ou incompetência desta senhora o que está em causa é ser mais um tacho de quem está a gerir a administração pública, estes casos nunca deveriam acontecer há que separar as águas, se se tratasse de outra pessoa que não tivesse ligações á politica seria uma situação diferente, por todas estas razões é que muita gente quer ir para a politica,

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  10. Só gostava de saber quem foram os fundadores da dita Cooperativa , quando foi criada a mesma e em que zona de gaia esta implantada e quem era o Presidente da junta de freguesia na altura da criação

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  11. No seguimento das denúncias já efectuadas sobre a Sol Maior, esta associação está actualmente a trabalhar com o Centro de Emprego e respectivos Gabinetes de Inserção Profissional, presentes nas Juntas de Freguesia de Vila Nova de Gaia (com presidentes do PS, à semelhança do presidente da Câmara), ao abrigo do programa Capacitar Gaia, onde os inscritos no IEFP são atraídos para sessões de esclarecimento sobre o "mercado de trabalho e acções formativas", através de cartas enviadas pelo Centro de Emprego, e às quais são obrigados a comparecer.

    Chegados lá, são introduzidos à Sol Maior e às acções formativas que a mesma disponibiliza, em substituição do Centro de Emprego/IEFP, por dois oradores funcionários da Sol Maior.

    Antes sequer da apresentação das acções de formação (que servem para dar dinheiro a toda a gente menos ao beneficiário - à empresa onde a acção formativa decorre em contexto de estágio, e também neste caso, à associação Sol Maior), é distribuído um formulário aos presentes sob o pretexto de ser uma folha de presença, quando na verdade lidas as letras miúdas, é um formulário de inscrição no programa Capacitar Gaia da Sol Maior, e onde são pedidos dados pessoais como CC, NISS, NIF, Morada, Contactos pessoais, Habilitações, Histórico Profissional, entre outros.

    Trata-se de um formulário de 2 folhas (4 páginas), onde é exigido (saliento, exigido) aos presentes que preencham a primeira folha, ficando a segunda em branco, e que assinem ambas as folhas (a primeira preenchida, e a segunda em branco).

    Quando confrontados com os factos, tentam encobrir, dizendo que sim, que afinal é um formulário de inscrição no programa (!) mas que não tem carácter vinculativo, e que o seu propósito é unicamente para fazer prova da presença do convocado e do orador na sessão, de que os oradores "não estão na praia a beber um copo" (citando os oradores), e que é com a angariação dos dados dos convocados que são pagos após a entrega dos mesmos na Sol Maior.

    O convocado tem unicamente a obrigação de responder perante o Centro de Emprego/IEFP, e faz prova da sua presença entregando a convocatória que recebeu por carta no início da sessão.

    A representante do GIP do Centro de Emprego/IEFP nunca esteve presente na sessão, e pelas fotos das sessões já realizadas ao abrigo deste programa, e presentes no Facebook do mesmo, parece ser a norma.

    Será isto legal? É que moral não é! Trata-se de uma apropriação e consequente monetização dos dados pessoais dos inscritos nos Centros de Emprego de Vila Nova de Gaia!

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