Por falar em discriminação e igualdade

Discriminação

As deputadas do Bloco de Esquerda (BE) Catarina Martins, Mariana e Joana Mortágua, Isabel Pires e Sandra Cunha vão ser ouvidas pela Justiça no âmbito de uma queixa feita pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) contra o economista Pedro Arroja, que as apelidou de «esganiçadas». Só lamento é que ainda haja quem dê tanta importância ao que este senhor diz! Vozes de burro não chegam ao céu. O crime de discriminação sexual, a que qualquer cidadão que profira insultos sexistas está sujeito, é punível com uma pena de prisão que vai dos seis meses a cinco anos. Acho muito bem! Espero, muito sinceramente, que a CIG esteja sempre disponível para apresentar outras queixas em tribunal, avançando igualmente com os respectivos custos, contra quaisquer outr@s cidadã(o)s que insultem os seus semelhantes com impropérios do género «esganiçad@s», sejam de que sexo forem. Ou será que as senhoras deputadas e militantes do BE beneficiam de direitos especiais para a CIG e, por extensão, para o Estado português que a sustenta com os impostos a que todos estamos obrigados? Pena é que não exista também uma Comissão para a Liberdade e Tolerância Religiosa, suportada pelo Estado português, que avançasse com uma queixa contra o BE na sequência da inqualificável campanha «Jesus também tinha dois pais», que percorreu o país de norte a sul.

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