Capítulo 2 – A deslocação a TORONTO, em representação do FCPorto

Continuando com o segundo capítulo do Orgulho em Ser POrtuguês, eis que surge a deslocação a TORONTO.

Em 10 de Abril de 2004, ia ter início o jogo entre o FCPorto e o Marítimo, quando o Presidente do Jorge Nuno Pinto da Costa convidou-me para integrar a Direção do Futebol Clube do Porto, como Viçe Presidente desse órgão. Aceitei o convite com muita honra e em memória do meu pai, que também tinha sido dirigente do Clube. Um mês depois tivemos o acto eleitoral e tomávamos posse, uma semana antes da final da Liga dos Campeões, em Gelserkitchen, entre o FCPorto e o Mónaco.

Em 2005, o Presidente do clube recebe uma carta/convite para estar presente no dia 25 de Novembro desse ano, no 18º aniversário da Delegação do FCPorto, em Toronto, no Canadá. Uma particularidade nesse convite, se por um motivo inadiável o Presidente não pudesse ir, gostariam que fosse substituído pelo Vice presidente do Clube e Presidente da Câmara de Castelo de Paiva, Paulo Teixeira. O Presidente chamou-me ao Clube e entregou-me o convite e fazia questão que eu o representasse. Agradeci esse convite, e o clube fez-se representar pela minha pessoa e pelo João Pinto, o nosso eterno capitão e o campeão europeu de Viena.

A partida deu-se na madrugada de um dia, aonde na véspera tínhamos assistido no Dragão, ao jogo da Liga dos Campeões, entre o FCPorto e o Rangeres, que empatamos um a um.

Verdadeiramente conheci o Joao Pinto, na viagem para Toronto. Tinha sido o meu ídolo, mas nunca tinha privado com ele. A viagem até Toronto com transbordo numa capital europeia, durou quase todo o dia, tendo a nossa chegada a Toronto ocorrido cerca da meia – noite.

À nossa espera estava o Presidente da Delegação, o Senhor Cesário Braz, juntamente com mais dois membros da delegação. À saída do aeroporto disseram-nos que íamos comer qualquer coisa a casa do Cesário Braz. Impressionante a recepção, e em cima da mesa um cozido à portuguesa. Eu não queria acreditar, parecia que estava em casa. No final do jantar/ceia, o João Pinto desafia-os para “dez riscos”. o jogo da sueca. Eu não sendo um perito neste jogo, e logo comparado com o João Pinto, aceitei jogar e não perdemos uma partida. começava bem a nossa estadia em território do Canadá.

No dia seguinte e em todos aqueles que ali estivemos rara foi a situação em que tivemos de usar o português. Parecia que estávamos em Portugal. Quarteirões e quarteirões de casas todas de portugueses.

A presença na delegação teve dois momentos, um em que se realizou um jantar nas instalações da com a presença de centenas de portugueses. Outro em que se realizou um almoço de gala, com traje a rigor, estilo americano,nem que a delegação juntou as entidades oficiais da comunidade portuguesa.

Um evento fantástico em que mais uma vez só se falou português, e em que pude constatar a dinâmica e a força da comunidade económica naquelas parabéns.

A direcção da delegação nesta nossa estadia proporcionou-nos dois. momentos únicos, uma visita às cataratas do Niagara, e um almoço num restaurante panorâmico, situado numa das torres mais altas do mundo. Eu nunca estivera num sitio tal alto. Esse restaurante panorâmico rodava lentamente ao longo da refeição e permitia uma vista geral sobre a cidade de Toronto.

Nesta primeira e única experiência em terras canadianas,  só ouvi falar português, vivi momentos fantásticos, visitei empresas lideradas e propriedade de portugueses e senti na pele o orgulho em ser português.

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