Insónias

A verdade a que me obriga

Esperei que o PSD tivesse escrito uma nota sobre a falácia escrita por um arremedo de jornalista, debaixo do beneplácito de uma Revista, à qual, não costumo dar o menor crédito, os quais comparam e classificam o extraordinário estadista, Dr. Luís Filipe Menezes, no mesmo lamaçal, na mesma pocilga que chafurdam.

Esperei que aqueles amigos de quatro costados, viessem em sua defesa, mas não, por consequência , permaneceram silentes.

Quis ao contrário, um sábio moderno, um amigo do coração, Dr. Paulo Vieira da Silva, nas páginas do “INSÓNIAS” advogar com a sapiência dos cultos, com o bom senso dos sociólogos, mostrar a história do político , nascido com a sina de dar a Vila Nova de Gaia, o estatuto de cidade metrópole. Não fosse esse Presidente de Gaia e a cidade seria uma vilazinha de ruas estreitas , e rupestres.

A vocação de jornalista infere a obrigação de pautar a verdade , com o sentimento de um santo debaixo do pálio, nunca aspirar pela incompreensão fantasiosa de tecer maledicências contra quem quer que seja.

Atentar contra a honra de alguém sem convicção é temível e irresponsabilidade, ainda mais, quando o escrevinhador de Pasquim, já arguido e condenado, repete nestes dias sua insanidade , até contra a corte que o sentenciou, mas que, agora bi-arguido ,vai estar sujeito às penas da lei.

O que espero dos amigos e os conclamo a fazerem o desageavo em local público, onde em uníssono poderemos repetir os feitos do grande estadista nortenho, a bem do decoro e da verdade , porquanto muito me honraria fazer-me presente e dizer alto e em bom som do carácter generoso e da elevação intelectual e moral do meu grande amigo Dr. Luís Filipe Menezes.

Manuel Jorge Monteiro de Lima

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