Raríssimas ou talvez nem tanto

As Instituições Particulares de Solidariedade Social desenvolvem as suas actividades com dinheiros públicos, nomeadamente através de subsídios do Ministério da Segurança Social e das Autarquias.

Entendo que deveria ser uma prática corrente da tutela auditar regularmente o funcionamento e as contas destas Instituições.

No dia 28 de Dezembro de 2016, entendi que deveria solicitar ao Sr. Ministro da Segurança Social, José Vieira da Silva, uma auditoria às contas e ao funcionamento da Cooperativa de Solidariedade Social Sol Maior na sequência de uma notícia do PÚBLICO que envolvia as relações desta IPSS, alguns assessores e autarcas da Câmara de Vila Nova de Gaia, nomeadamente o seu presidente, Eduardo Vítor Rodrigues e a sua mulher, Elisa Costa. 

O resultado chega agora. Ontem o OBSERVADOR noticia que os resultados do processo de investigação aberto pelo Departamento de Fiscalização do Instituto da Segurança Social, que incluiu uma auditoria financeira, foram enviados ao Ministério Público. Perante estas conclusões agora deveremos aguardar pelas medidas que, neste caso, vai adoptar o Ministério da Segurança Social e pelo trabalho do Ministério Público.

Depois falamos!

Gosto(18)Não Gosto(4)

Toda a verdade sobre o salário da mulher do presidente da Câmara de Gaia

Em primeiro lugar começo por fazer uma prévia declaração de interesses. Fui premiado, pelo presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, através de e-mail, no passado dia 2 de Novembro, com a informação que me teria interposto um processo judicial no seguimento de um artigo que escrevi sobre a atribuição da medalha de mérito municipal – grau ouro – a Marco António Costa.

Depois deste ponto prévio. Vamos agora ao que interessa. A polémica volta acompanhar Eduardo Vítor Rodrigues. A notícia chegou-nos, ontem, através do Jornal Público. Neste caso o que está em causa, entre outras coisas, é o aumento exponencial do salário da sua mulher, Elisa Costa, directora técnica da Cooperativa de Solidariedade Social Sol Maior.

O que aqui se trata, neste momento, é de uma questão ética, moral e política. As questões legais e administrativas deixemos para serem tratadas pelos tribunais.

(Ler Mais…)

Gosto(286)Não Gosto(23)