Desacordos em vez de acordos

São coisas que acontecem! Acordos e desacordos. Tanto uns como outros devem ser considerados naturais. Acontecem. Melhor, ainda: fazem-se acontecer.

Vem isto a propósito de uma chamada à 1ª página do JN de hoje, 20 de dezembro. “Câmaras querem nova ponte rodoviária sobre o Douro”. No interior lá vinha a justificação. Para substituir a ponte de D. Luís.

Ainda recordo os artigos e os debates inflamados quando se construiu a ponte Vasco da Gama. Ou, quando se debateu uma nova ponte sobre o Tejo, a propósito do novo aeroporto de Lisboa ou por ocasião do debate do TGV. O epicentro do debate era Porto-Lisboa. Aqui, há ano e meio, mais verbas para a cidade do Porto deram origem a zangas do edil portuense que fez birra e desencadeou um processo que levou à substituição do Presidente da CCDR-N. Claro. O centralismo da Praça Humberto Delgado venceu. E o resto da região ficou a ver navios por baixo das pontes que ligam o Porto a Gaia. (Ler Mais…)

Gosto(2)Não Gosto(0)

Ou se demite ou é demitido. Ponto.

foto@publico

foto@jornalpublico

O que a imprensa de hoje noticia sobre o lamentável espectáculo que está a dar a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) , nomeadamente, o seu presidente Emídio Gomes, é de uma gravidade política extrema.

E que fique bem claro que não está em causa a competência de Emídio Gomes, mas sim a sua atitude de grave afronta política para com o actual Governo.

Se Emídio Gomes não se revê nas politicas do Governo deveria demitir-se e apresentar as suas razões como fez o Professor Doutor Norberto Pires quando, em ruptura com o ex-governo, demitiu-se das funções de presidente da CCDR Centro abrindo caminho para uma nova liderança. É esta atitude de desprendimento que entendo que devem ter todos os cidadãos que exercem funções públicas, colocando sempre o interesse colectivo acima de quaisquer interesses pessoais.

(Ler Mais…)

Gosto(33)Não Gosto(5)