Alice no País dos Idiotas

Alice caiu no buraco… mas foi uma queda longa, de 2 semanas.

Durante 2 semanas o país esteve na eminência de se tornar uma ditadura moral, onde quem não se vacinasse seria enviado para um iceberg de 10 por 10 em pleno Alasca.

Tudo por causa de um bebé de 13 meses que infectou uma jovem de 17 anos que acabaria por falecer. Ora, a primeira toma da vacina é aos 12 meses e aparentemente o bebé não estaria em condições para receber a vacina quando tinha 12 meses. Portanto, um mês de dilatação no tempo, justificada. Tudo perfeitamente normal. Já a jovem, não teria sido vacinada na sequência da recomendação de um médico que, face à reacção anafiláctica da jovem perante outra vacina, considerou que não seria adequado vaciná-la. Tudo perfeitamente compreensível à luz do senso comum.

Não obstante toda esta normalidade, conseguiu-se “injectar” na sociedade portuguesa uma discussão sobre a obrigatoriedade da vacinação mais profundo que o tido relativamente às reformas impostas pela União Europeia.

A quem interessa esta discussão, para criar tal nível de spinning com alicerces tão frágeis? 

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Abaixo os agelastas.

Ao contrário do que insinua com o subtítulo do seu último livro, Ricardo Araújo Pereira (RAP) não redigiu um manual de escrita humorística. Escreveu, sim, um ensaio sobre o humor e a filosofia que lhe é subjacente.

Já o título do livro remete para alguns factos da vida com os quais não gostamos de brincar: a doença, o sofrimento e a morte. Gostei muito de o ler e a sua leitura despertou-me várias considerações; discorrerei sobre duas delas. (Ler Mais…)

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