A saturação: o Presidente da República

Sou um adepto confesso da sobreexposição.

Isso é visível na minha conta do Instagram.

É uma das muitas coisas que me aproxima do Presidente da República.

(Ainda guardo a sms que me enviou em resposta a uma outra minha, quando o felicitei pela vitória nas eleições, ele se quiser que a torne publica, e nem sequer votei nele)

Eu sou um admirador confesso de Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente da sobreexposição.

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O betão armado, o ferro e o cimento

Hoje no Expresso o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirma que “esta solução de Governo parece de cimento armado”. Eu diria mesmo que mais parece betão armado.

Pedro Passos Coelho foi daqueles que nunca acreditou no sucesso da fórmula governativa criada por António Costa que juntou pela primeira vez na história da democracia portuguesa toda a esquerda. Passos apostou as “fichas” todas na rápida desagregação da “geringonça”. E este foi o seu grande erro político.

Passos apressou-se rapidamente a anunciar o regresso do diabo – a troika – mas a esquerda percebeu e bem que o diabo afinal poderia ser o próprio Passos Coelho se a solução governativa fosse firme e tivesse sucesso. Os dias foram passando, os meses também e a geringonça já tem mais de um ano de governação com aparente sucesso e o apoio maioritário dos portugueses.

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A Insustentável Leveza do…PR

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Marcelo anda feliz.
Entretido na “espuma” do mediatismo, na distribuição de afectos, na vertigem de tudo comentar, na celebração quase diária da amizade com António Costa e, claro, na cada vez mais perceptível obsessão em substituir a liderança do PSD o mais depressa possível.
E esta ultima leva-o a cometer erros de palmatória que não lhe ficam nada bem.
Ontem, no discurso da celebração do 1º de Dezembro, ele e o amigo Costa (mas desse em termos de sentido de Estado nada se espera) num momento que devia ser de exaltação da unidade do país não acharam melhor para fazer do que criticarem o anterior governo a propósito da abolição do feriado do 1º de Dezembro durante os quatro anos em que Passos Coelho governou.

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O PSD PORTO É MUITO MAIS!

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O comunicado e as várias declarações emitidas a semana passada pela Concelhia do PSD Porto relativas à atribuição do Pelouro da Economia do Município do Porto ao Senhor Vereador Dr. Ricardo Valente (eleito na lista “Porto Forte”) foi “a gota de água que fez transbordar o copo”.

Entendo que o PSD do Porto é muito mais do que o plasmado nesse comunicado!

Por isso decidi apresentar a minha demissão de Conselheiro Estratégico do PSD da Cidade do Porto por entender que as minhas discordâncias estratégicas, bem com as práticas levadas a cabo pela atual Comissão Política Concelhia do PSD Porto, não são compatíveis com a manutenção da minha permanência em qualquer órgão dependente da mesma.

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O que terá levado o Goldman Sachs a contratar Durão Barroso?

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O antigo primeiro ministro Durão Barroso exerceu funções políticas durante 30 anos. Começou a sua carreira política, com apenas 29 anos, como sub-secretário de estado de Cavaco Silva tendo deixado a actividade politica quando abandonou a presidência da Comissão Europeia há cerca de ano e meio.

Agora vai assumir as funções de chairmam do Goldman Sachs.

Não é conhecida qualquer experiência de Durão Barroso no sector da Finança ou da Banca. A experiência profissional não foi com toda a certeza. Que méritos terão levado o maior banco do mundo a contratar Durão Barroso?

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O Presidente está como na praia…

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Parece que foi ontem.

Passaram cem dias e nem nos demos conta.

Pode haver aqui uma explicação, em teoria.

Talvez os dias tenham passado ao ritmo do próprio Marcelo Rebelo de Sousa, e passaram para nós, comuns cidadãos, que é isso que somos, a ideia de que passaram rápido, quando na verdade passaram cem dias.

Ao ritmo obrigatório de um calendário cada vez mais distraído.

E, nem de propósito.

Fui a Cascais, cem dias depois, em busca de relatos sobre o presidente. Fui, ao abrigo do meu ofício.

Ainda gosto do meu ofício, gosto de Cascais, como gosto do presidente, tudo favorável. Fica desde já cartas à mostra, em cima da mesa.

Adiante na escrita. (Ler Mais…)

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De Costas voltadas?

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Nos últimos dias tenho assistido com alguma desconfiança aquilo que tenho vindo a pressentir como uma paz podre entre o Presidente da República e o Primeiro-Ministro. De agendas trocadas e silêncios quanto às polémicas demissões de um ministro, de um secretário de estado e do Chefe Maior do Exército devido à actuação algo atabalhoada (à bruta, mesmo) do Ministro da Defesa Azeredo Lopes, a relação entre o Primeiro-Ministro poderá estar envolta, nos primeiros meses de convivência com Marcelo Rebelo de Sousa numa onda de desconfiança que me leva a suspeitar que os dois estão a um ligeiro passo de poderem voltar as costas.

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