Destaques Desportivos da Semana

Nada de novo na Liga Portuguesa

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Em Alvalade, perante 40 mil pessoas (as assistências do José de Alvalade começam a ser uma constante marca indelével do trabalho positivo que o actual presidente está a realizar neste campo particular durante o seu mandato) o Sporting cumpriu a sua missão e bateu o União da Madeira por 2-0. Num jogo em que a equipa leonina, sem Bryan Ruiz no onze titular em detrimento da entrada de Bruno César para a esquerda do meio-campo, a equipa de Jorge Jesus, conseguiu realizar do ponto de vista exibicional uma primeira parte q.b, revelando uma estética de jogo no plano ofensivo muito positiva que garantiu desde cedo os dois golos da vitória. Destaco na mecânica ofensiva leonina a excelente exibição de Teo Gutierrez e a constante profundidade garantida pelos dois laterais. Tanto Schelotto como Zeegelaar construíram imensos lances perigosos pelos flancos, cabendo ao lateral holandês as duas assistências para os dois golos obtidos pelo Sporting na primeira parte. Quanto ao avançado colombiano, reconheço que tenho finalmente visto aquilo que Jorge Jesus decerto viu no colombiano para o pedir como um reforço-chave de plantel no início desta temporada. À semelhança do que era por exemplo Lima no esquema 4x4x2 utilizado no Benfica, o Colombiano aparece finalmente como aquele 2º avançado capaz de ser um jogador determinante na criação de desequilíbrios nos flancos, entrosando-se na perfeição com João Mário e Schelotto através da execução de triangulações nesse mesmo flanco e de, ao mesmo tempo, começar a aparecer finalmente em zonas de finalização mostrando aí uma enorme eficácia na finalização.

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Manchester City 1-0 PSG

Os burgueses eliminaram os milionários da Liga dos Campeões. E eliminaram com a justiça, terminando com o sonho parisiense de um dia vencer a Liga dos Campeões, objectivo que é desde há muitos anos partilhado pelos dois clubes. Um adormecido PSG voltou a falhar com alguma redundância as suas enormes ambições europeias, praticando no City of Manchester (ou Etihad Stadium, como lhe queiramos chamar) um futebol medonho que em nada se coadunava à obrigatoriedade de “fazer pela vida” depois do empate a 2 bolas somado no Parc des Princes que dava vantagem aos citizens na eliminatória.

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