Não acredito, não pode ser verdade.

“Em 1999 prometi-lhe publicamente um par de bofetadas. Foi uma promessa que ainda não pude cumprir. Não me cruzei com a personagem, Augusto M. Seabra, ao longo de todos estes anos. Mas continuo a esperar ter essa sorte. Lá chegará o dia”. Foi assim que João Soares reagiu a um artigo de opinião de Augusto M. Seabra, no PÚBLICO, em que este criticava o trabalho de Soares à frente do Ministério da Cultura.

Como pode, depois deste episódio, alguém pensar no nome de João Soares para presidente da LUSA?

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A hipocrisia de João Soares

“Torno público que apresentei esta manhã ao senhor primeiro-ministro, António Costa, a minha demissão do XXI Governo Constitucional. Faço-o por razões que têm a ver com a minha profunda solidariedade com o Governo e o primeiro-ministro, e o seu projeto político de esquerda”

“E ter trabalhado com o primeiro-ministro, a quem agradeço a confiança. Demito-me também por razões que têm a ver com o meu respeito pelos valores da liberdade. Não aceito prescindir do direito à expressão da opinião e palavra”

João Soares, em comunicado publicado às 12:50 

 

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Completa falta de noção

joão soares

  1. A de João Soares no facebook a propósito do artigo escrito hoje no Público por Augusto M.Seabra, oferecendo um “par de bofetadas” aquele que limitou-se a constatar o óbvio com toda a liberdade que os direitos, liberdades e garantias garantidos na Constituição da República de Portuguesa lhe concernem. Inqualificável, grosseiro e nada exemplar. A todos os níveis. Começando pelo fraco uso linguístico da língua cuja defesa, preservação e evolução também é da competência do Ministro da Cultura. Em segundo lugar, porque se trata de um Ministro da República, alguém em quem os cidadãos (que votaram no partido que o fez ministro) se revêem como espelho ao nível de linguagem, comportamentos e forma de estar na vida. Oferecer em público um par de galhetas a um cronista que se limitou a constatar o óbvio a todos os olhos, no caso da substituição de António Lamas por Elísio Summavielle na direcção do CCB, é dar um mau exemplo a todo o povo português. É dar aquele exemplo asqueroso de que um contraditório (leal, franco, sincero) se deve resolver às modas do século XIX com um par de bofetadas, ou como quem diz, recuando à época, com um duelo num descampado em Queluz ou então umas bengaladas à frente da Brasileira. Em terceiro lugar, porque ao vilpendiar daquela maneira a pessoa em causa (chamando-lhe literalmente alcoólico e degenerado cerebral), João Soares abriu uma arca de pandora que jamais poderia ter aberto: o insulto é gravoso, mexe necessariamente com autênticos flagelos de saúde pública e com a estoica luta de todos aqueles que diariamente lutam contra os seus problemas de álcool ou contra as vicissitudes psíquicas às quais estão directa ou indirectamente sujeitos.

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