Insónias – dicas para dormir direito

Você dorme bem? Consegue repousar e descansar? Como administra seu sono e repouso? Insónia é quando um travesseiro tem espinhos… e a cama pó de urtiga, espírito inquieto, pensamentos a vagar, tensão no corpo, dificuldade para relaxar, sono o dia todo, falta de concentração, perda de memória, dificuldades na área sexual, cansaço frequente, apatia e falta de vontade…os distúrbios do sono são complicados causando a médio prazo várias complicações severas orgânicas, crises nervosas, desequilíbrio intenso. Em minha pratica profissional como psicólogo clinico na área de saúde mental atendi vários pacientes que entraram em crise/ surto em casos de esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão, transtorno de pânico, impotência ou inapetência sexual e outras doenças após ficarem dias sem dormir direito.

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Insónia

“Não durmo, nem espero dormir.

Nem na morte espero dormir.

Espera-me uma insônia da largura dos astros,

E um bocejo inútil do comprimento do mundo.

Não durmo; não posso ler quando acordo de noite,

Não posso escrever quando acordo de noite,

Não posso pensar quando acordo de noite

Meu Deus, nem posso sonhar quando acordo de noite!

Ah, o ópio de ser outra pessoa qualquer!

Não durmo, jazo, cadáver acordado, sentindo,

E o meu sentimento é um pensamento vazio.

Passam por mim, transtornadas, coisas que me sucederam

Todas aquelas de que me arrependo e me culpo;

Passam por mim, transtornadas, coisas que me não sucederam

Todas aquelas de que me arrependo e me culpo;

Passam por mim, transtornadas, coisas que não são nada,

E até dessas me arrependo, me culpo, e não durmo.

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Insónias assume lugar de destaque na blogosfera

O Blogue Insónias foi lançado no dia 20 de Março de 2016. Assim, e decorridos apenas 10 meses, o Insónias assume um lugar de destaque na blogosfera portuguesa.

Segundo o ranking nacional do directório Blogs de Portugal o Insónias ocupa a segunda posição na categoria de Política / Sociedade. Nesta categoria estão registados 277 blogues. Por sua vez o Insónias está no lugar 54 no ranking global. O Blogs de Portugal é o maior directório português onde estão registado 741.609 blogues.

Ao longo destes quase 10 meses o Insónias publicou artigos de opinião que tiveram milhões de visualizações, sendo que foi citado por diversas vezes pela comunicação social regional e nacional.

Estão de parabéns todos os autores que contribuem com a sua opinião para a reflexão sobre o nosso País e do Mundo, mas também os leitores que acompanham este espaço de opinião e liberdade de expressão.

A todos o nosso muito obrigado!

 

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União Europeia, Lisboa e a história de mais uma “Fraude”

Bandeira Pt UE

Era uma vez Lisboa…

Os fundos estruturais europeus foram constituídos em 1975 com o objetivo de «corrigir os principais desequilíbrios regionais da Comunidade e especialmente os que são consequência de uma estrutura preponderantemente agrária, das mudanças industriais e do subemprego estrutural».

Em 1987, a Comissão Europeia estabelece uma tipologia regional para a Europa, como base na utilização de diversas variáveis dando como resultado uma classificação de seis tipos de regiões problemáticas:

  • Regiões com níveis baixos de rendimento, produtividade e emprego.
  • Regiões industriais em processo de decadência.
  • Regiões cuja percentagem de emprego no sector primário é superior em 50% à da média dos países comunitários.
  • Regiões urbanas deterioradas com problemas de congestão, níveis de desemprego elevados e de rendimento inferior à média europeia.
  • Regiões de difícil acessibilidade, como fator que condiciona o desenvolvimento, e de relativo isolamento em relação aos mercados e fornecedores.
  • Regiões periféricas dentro dos seus países e em zonas de transição, e em geral pouco desenvolvidas.

Depois do Tratado de Maastricht, a política regional da União Europeia estabelece novos objetivos para a aplicação dos fundos estruturais de coesão:

  • Objetivo 1. Fomentar o desenvolvimento e ajuste estrutural das regiões menos desenvolvidas.
  • Objetivo 2. Reconverter as regiões afetadas pela crise industrial.
  • Objetivo 3. Lutar contra o desemprego de longa duração e facilitar a inserção de pessoas excluídas do mercado laboral.
  • Objetivo 4. Adaptar os recursos humanos às diversas mutações e evoluções do sistema produtivo.
  • Objetivo 5. Reformas da Política Agrícola Comum (PAC).

Foi neste contexto que Portugal tem beneficiado dos Fundos Comunitários e tem ao longo dos anos conseguido chegar a alguns dos objetivos propostos. Prova disto é o facto da Região de Lisboa já se ter aproximado dos indicadores da média da União Europeia e desta forma, ter sido discriminada no atual Quadro Comunitário, Portugal 2020. Ou seja, em breves palavras, pode-se afirmar que a Região de Lisboa já não pode beneficiar tanto como outras Regiões do País, como os Açores, Alentejo ou a Região Norte. Esta discriminação de Lisboa foi imposta pela própria União Europeia!

Ora, não contentes com isto, o que fazem os políticos? À boa maneira portuguesa, tentam contornar este obstáculo e arranjam uma forma de injetar 250 Milhões de Euros na Economia da Cidade de Lisboa!

Percebeu bem! 250 Milhões de Euros “oferecidos” pela União Europeia (BCE) a uma taxa de juro de praticamente 0%.

Dirão os mais esclarecidos: “Mas este empréstimo não está enquadrado no Portugal 2020”. Certo! Não são Fundos Comunitários, mas é dinheiro gerido pela mesma entidade que lidera os Fundos Comunitários e que para definir os seus critérios discriminou Lisboa, compensando agora a Cidade que se tem desenvolvido muito mais que as restantes Regiões Portuguesas ao longo dos últimos 30 anos.

A União Europeia retirou com uma mão para agora oferecer com a outra!

Não tenho nada contra Lisboa, nem contra nenhuma outra Região do País, mas este centralismo continuado é algo de um Parolismo que já chateia!

E agora o que dizem as outras Regiões do País? Nada?

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Nuno Garoupa reforça a equipa do Insónias

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A partir do próximo dia 1 de Setembro, Nuno Garoupa, o ainda Presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos, passará a colaborar com o Insónias, sendo mais um autor que bem prestigiar este espaço de reflexão e debate sobre o País e o Mundo.

Nuno Garoupa é actualmente comentador da RTP e escreve nos mais importantes jornais portugueses.

Nuno Garoupa é licenciado em Economia na Universidade Nova de Lisboa em 1992. Obteve o mestrado em Economia no Queen Mary College em 1994 e em Direito na Universidade de Londres em 2005. Fez o doutoramento em Economia na Universidade de York em 1998 e a  agregação em Microeconomia na Universidade Nova de Lisboa em 2002.

É professor de Direito na Universidade de Texas A&M, onde regressará novamente no início do próximo ano lectivo, e na Católica Global Law School. Foi professor na Universidade de Illinois ente 2007 e 2015,  na Universidade Nova de Lisboa, entre 2001 e 2007 e na Universidade Pompeu Fabra de Barcelona entre 1998 e 2001.

A sua área de investigação é o Direito e a Economia. Nuno Garoupa é autor de mais de cem artigos publicados nas melhores revistas académicas da especialidade. Foi Prémio Júlian Marías 2010 atribuído pela Comunidade de Madrid e autor do Ensaio “O Governo da Justiça” publicado em 2011 e co-autor com Tom Ginsburg da obra “ Judicial Reputation: A Comparative Theory “, publicada em 2015 pela University of Chicago Press.

 

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Bem-vindos ao diário INSÓNIAS

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Caras leitoras e caros leitores,

Começa hoje, com a entrada da Primavera de 2016, o Diário Insónias. Este é um espaço de liberdade dedicado a opinião de qualidade, isenta, assertiva e sem amarras. O grupo de autores que se juntou para construir este espaço garante, pela sua diversidade de pensamento e liberdade reconhecida, um local interessante para o debate de alguns dos temas que se impõem no momento que vivemos em Portugal.

Aos leitores solicitamos interação, pois gostaríamos que cada artigo fosse motivo de troca de ideias e debate sincero. Não haverá nenhum tipo de moderação dos comentários, a não ser as regras da boa educação e urbanidade.

Este Diário tem mais de 50 autores, de todas as áreas políticas, de todas as formações e com as mais variadas experiências de vida. Não será um espaço fácil de ler, com opiniões agradáveis, consensuais ou sequer tranquilizadoras. A ideia é mesmo provocar, no bom sentido da palavra, o debate de novas ideias e abordagens e confrontar isso com os leitores. Sem medo, sem tabus e sem limitações.

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