Tricas, novelas e bola! e no fim a bola é redonda.
Findo o campeonato nacional português de 2015/2016, aproveito a ocasião para dar os meus parabéns a todos os participantes, vencedores e vencidos. Sem pretender ora menosprezar ora sobrelevar qualquer uma das equipas envolvidas, em meu entender, todavia, o Tondela merece um particular cumprimento.
Adiante. Durante o tradicional mês de descanso dos profissionais do mundo do futebol, Junho – com perda evidente para a «silly season» e para os «vem; vai; fica» noticiosos – este ano, este está preenchido com o Campeonato Europeu de selecções em França. Com todas as emoções ferverosas futebolísticas ao rubro (e para bem do nosso Portugal, quanto mais tarde esfriarem, melhor) e inebriadas até Julho, o próximo campeonato português da I Liga promete. E se promete.
Não pretendo conjecturar quanto às transferências de jogadores e/ou treinadores. Deter-me-ei apenas num ponto, o mais picante: a transmissão dos jogos de futebol desse campeonato. A este título, sucede, um facto muito curioso. Em jeito de analepse, notamos já na altura com a devida pompa e circunstância, os negócios milionários que os operadoras MEO e NOS foram fazendo com os clubes primodivisionários. Por entre números gordos, contratos de exclusividade e durações extensas contratualizadas, a liberalização do mercado de transmissão dos eventos futebolísticos nacionais, dava (acreditamos que sim) uma ideia de «mais e melhor oferta».
(8)Não Gosto
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