Em nome de um novo PSD do Porto apoio Rui Nunes

No próximo dia 30 de Junho a Distrital do PSD do Porto vai a votos. Apresentam-se três candidatos a sufrágio: Alberto Machado, Alberto Santos e Rui Nunes.

Nada tenho contra Aberto Machado e Alberto Santos, até pelo contrário, conheço-os há muitos anos, ambos são homens honestos e excelentes autarcas, porém penso, nomeadamente pelos apoios que reúnem, não têm as condições políticas para fazerem a ruptura com o passado que o actual momento exige.

Um passado em que paulatinamente, nos últimos anos, o PSD foi perdendo a influência política no Distrito.

Um passado que levou o PSD a uma derrota histórica nas últimas Autárquicas. No Distrito perdeu as Câmaras de Felgueiras, Paredes e Marco de Canaveses para o PS, liderando agora apenas cinco autarquias num total de dezoito Municípios sendo que na cidade do Porto teve uma derrota humilhante tendo conseguido somente 10,39% dos votos e elegendo apenas um vereador.

(Ler Mais…)

Gosto(11)Não Gosto(3)

Partidarites e comichões

A propósito de um artigo de opinião dado à estampa no JN e da autoria de um velho amigo meu e deputado à AR pelo PSD, Paulo Rios de Oliveira, tentarei alinhar algumas ideias relativamente àquilo que se me afigura como o grande erro em que têm vindo a laborar os partidos políticos e as suas respetivas estruturas concelhias no que respeita às eleições autárquicas. Assim, movidos por uma “premente” necessidade de extrapolação dos resultados ao nível nacional, há a tentação de insistir em considerá-las exclusivamente como se de uma extensão dos interesses do partido e das suas políticas nacionais se tratassem. E isto não é um raciocínio de um homem só, mas sim uma “regra” que parece ter vindo a ser absorvida por tudo o que são estruturas de coordenação partidária.

(Ler Mais…)

Gosto(8)Não Gosto(0)

TRUMP, O PALADINO DA DESGRAÇA ADIVINHADA

Trump

Com Trump a ganhar terreno a Clinton, as consequências para o mundo, de uma vitória daquele, nas próximas eleições americanas, são ainda imprevisíveis.

Porém,

De acordo com um relatório da “Economist Intelligence Unit (EUI)”, pertencente ao prestigiado semanário “The Economist”, a possibilidade de eleição de Trump, representa uma ameaça a nível global, equivalente aos efeitos económicos da ascensão do “jihadismo”. Demolidor relativamente à ocupação da Casa Branca por Trump, aquela unidade de análise conclui que, o posicionamento hostil de Trump em relação à China pode motivar uma guerra comercial entre os dois países, que conduzirá ao seguinte epílogo: a reivindicação pela China e também pela Rússia, da categoria de “polícias do mundo”.

Quer-me parecer que o ungido Trump, traz consigo a demência dos dias. O especialista em falências promete aplicar o “modelo de sucesso” das suas empresas, ao país, embora, e como se não bastasse, sejam desconhecidas as vantagens das anteriores incursões de grandes gestores, nas arenas políticas. (Ler Mais…)

Gosto(10)Não Gosto(0)

Como posso votar no Engenheiro Bragança Fernandes?

Engº Bragança Fernandes

No próximo sábado, dia 23, realizam-se as eleições dos órgãos Distritais do PSD Porto.

Mais uma vez neste Distrito, somente uma lista se apresenta às eleições, sendo desta vez liderada pelo Eng. Bragança Fernandes.

O Eng. Bragança Fernandes dispensa apresentações pois é reconhecido por todos, onde eu me incluo, pelo excelente trabalho que tem desenvolvido à frente do Município da Maia e simultaneamente pelo seu excelente caráter.

Até aqui tudo perfeito, mas como posso eu ir votar?

O distrito do Porto tem cerca de 30.000 militantes convidados a votar nestas eleições e, a pouco mais de 24 horas do ato eleitoral, nenhum militante de base, ou seja mais de 29.500 onde me incluo, foi convidado a conhecer qualquer ideia do projeto.

(Ler Mais…)

Gosto(11)Não Gosto(0)

PARA QUE SERVE AFINAL UM GOVERNO?

BandeiraEspanha2012

Um país desgovernado, na agonia de um rumo. Assim se apresenta a vizinha Espanha, às eleições legislativas do próximo domingo, 26.

No tabuleiro político apresentam-se a jogo o afeiçoado ao poder, Mariano Rajoy, que arrisca a continuidade da sua vida política, motivado numa solitária resiliência, que nem aos colegas de partido agrada, Pedro Sanchéz, convicto ainda de que é possível conquistar a Moncloa, mesmo que afinal tenha que negociar com a direita, Pablo Iglesias, aprontado para se constituir o número 2 do futuro Governo, apesar da dura realidade partidária interna lhe oferecer como trilho apenas cacos, e Albert Rivera, hábil na manipulação à esquerda e à direita, como instrumento útil para atingir o seu objetivo. (Ler Mais…)

Gosto(6)Não Gosto(0)