Tradições de Natal!

           Serão mesmo tradições? Ou, somente, tiques de modernidade com ares de passado?

Pois bem! Ainda na Noite de Natal, (ou será de Consoada?) num repente, registei na minha página do face: «Passou a correr! Desceu as escadas 2 a 2. Deixou uma prenda. Obrigado, Pai Natal!». Tradições. Agora, designamos assim a espera ansiosa do bater à porta de alguém que nos habituámos a chamar “Pai Natal”. Há umas dezenas, não muitas, de anos, era o menino Jesus que trazia as prendas pela chaminé. Nem sempre havia dinheiro para umas botas, ou sequer, para uns socos/as. Uma lapiseira, uma lousa nova, porque a outra se partira, sabe-se lá se nas costas de algum colega mais quezilento, uma camisola, que o frio apertava e a escola só tinha uma braseira, que era para a Professora se aquecer, pois era mais velha. Os alunos, ah!, esses tinham o recreio para correr, mas sem passar a linha que o separava do das raparigas.  (Ler Mais…)

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