Opinião sobre o BE – Bloco de Esquerda

Após ter passado por uma fase relativamente longa de ajustes programáticos, saídas e entradas de militantes, o BE de Francisco Louçã entrou numa fase de crescimento significativo não deixando no entanto de ser um Partido de pura contestação aos poderes em exercício.

Com a subida á liderança de João Semedo e Catarina Martins, um caso único na política portuguesa, o BE começou a dar sinais de abertura ao diálogo com outras forças políticas, sendo de notar a moderação de Semedo e a frontalidade de Catarina.

Com a saída de João Semedo, Catarina Martins, uma nortenha de fibra, inteligente e acutilante, tem liderado o partido com muito tacto e bom senso o que faz com que o BE dispute em próximas eleições o podium da AR com a possível conquista do terceiro lugar.

Um partido onde as mulheres sobressaem pela voluntariedade e inteligência postas ao serviço das causas que querem defender… Destaco Catarina Martins, Marisa Matias, Mariana e Joana Mortágua.

Rostos que os portugueses se habituaram a ver, a arquivar na memória. Mulheres que julgo virem a ter importantes desempenhos no Portugal do futuro.

O Bloco de Esquerda acordou para a realidade.

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Bloco de Esquerda “desiste” das autárquicas

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Hoje o Jornal I avança com a notícia que Ricardo Robles será o candidato do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Lisboa.

Aliás há 15 dias atrás o Expresso noticiava o distanciamento de Mariana Mortágua na corrida a Lisboa adiantando que poderia ser Ricardo Robles, o actual líder da bancada do BE na Assembleia Municipal de Lisboa.

A aposta num candidato desconhecido para a autarquia da capital é o sinal que o Bloco de Esquerda “desistiu” das próximas eleições autárquicas quando tinha todas as condições para fazer excelentes resultados em algumas das mais importantes cidades do País.

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Berloquices e outras vermelhices

TrioDepois das comemorações do 25 de Abril, dia que eu não comemoro e cujas razões posso explanar numa outra matéria, eis que me deparo com notícias que para mim são deveras preocupantes a nível económico interno e a nível de estrutura social.

Por mais que uma pessoa se queira afastar destas temáticas e levar o pensamento um pouco mais longe, torna-se quase criminoso deixar passar sem qualquer nota o momento que Portugal atravessa e do qual muitos parecem não se dar conta.

O Bloco lá continua “feliz e contente” a tentar impor a androginia confundindo Liberdade com Libertinagem. Na minha visão, todos somos, porque a Democracia que eles enxovalham assim o permite, livres de pensar, de agir e de fazermos do nosso corpo o que bem entendermos mas querer que jovens a partir dos 16 anos de idade possam optar indiscriminadamente e sem qualquer apoio psicológico pela mudança de sexo parece-me um bocadinho de mais. (Ler Mais…)

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Cartão do Cidadão: a “ idiotice “ política do BE que custará aos portugueses 125 milhões de euros

foto@tvi24

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O Bloco de Esquerda (BE) nasceu há cerca de 16 anos, após aproximação política do PSR, da UDP e do Movimento Política XXI, por sua vez, o Cartão do Cidadão (CC) nasceu há cerca de 10 anos, durante o governo de Sócrates em que um só documento passava a reunir o Bilhete de Identidade, o cartão do Contribuinte, o cartão de beneficiário da Segurança Social e o cartão de utente do Serviço Nacional de Saúde.

O CC passou a vir equipado com um chip capaz de guardar dados pessoais cifrados de modo a garantir a privacidade e o nível de segurança dos cartões de identificação dos portugueses, de forma a dificultar eventuais reproduções ou falsificações dos mesmos para fins ilícitos ou criminosos.

Esta foi, sem dúvida, uma das boas medidas do Governo Sócrates que veio simplificar a vida aos portugueses.

Ontem o BE apresentou um projecto de resolução na Assembleia da República para mudar a designação do Cartão do Cidadão para Cartão da Cidadania tendo por base a justificação que a actual denominação do documento de identificação “não respeita a identidade de género de mais de metade da população portuguesa”.

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