Uso abusivo de dados pessoais constantes de uma base de dados obsoleta na titularidade do Banco de Portugal, migrada com o silo da Autoridade Tributária

E se dessem conta de que “alguém” tinha alterado o IBAN associado ao vosso NIF no portal das finanças?
Uma alteração, aparentemente, “inexplicável“, mas com um registo de «IBAN confirmado» na Vossa página pessoal da Autoridade Tributária?

«Confirmado»?

Por quem?

Pois… (Ler Mais…)

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Quando a tentação é “grande”. A malta das finanças…e todos os outros!


Ponto de partida: «“Nós todos os dias lidamos com processos que facilmente atingem milhares de euros, centenas de milhares de euros, ou milhões de euros, em toda a Europa um dos muitos mecanismos anticorrupção que existe é, quem lida com este tipo de situações tem de ser muito bem remunerado e essa é uma situação que tem de ser bem escalpelizada no nosso país. Porque a tentação é sempre muito grande”». A afirmação é de Paulo Ralha, Presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos. (Ler Mais…)

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«Cumpra as suas obrigações dentro dos prazos: Evite os custos associados ao incumprimento»

Portugal é um país distópico a nível de executivos governamentais. A cada legislatura vamos conhecendo números “milagrosos”, através de concursos – excepcionais – para os quadros da administração pública que prometem revirar o muito que de mau nesta AP vai enferrujando a sua agilidade e eficácia.

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Tax Free: a explicação anedótica para a corrupção na Autoridade Tributária

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A operação ‘ Tax Free “ investigou o pagamento de ” luvas ” a funcionários da Autoridade Tributária (AT) de forma a que empresas tivessem acesso a informação privilegiada fiscal, bancária e patrimonial de terceiros. Esta operação da Polícia Judiciária levou à detenção de 15 suspeitos pela alegada prática dos crimes de corrupção activa e passiva para acto ilícito, recebimento indevido de vantagem e falsidade informática, sendo que oito são funcionários da AT, quatro são técnicos oficiais de contas e três são empresários.

No seguimento desta investigação o presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos, Paulo Ralha, afirmou que estas situações ” prende-se com os cortes salariais em determinadas profissões como na PJ, na AT e no próprio Ministério Público. É da natureza humana. Está mais do que provado na história humana que aumenta o risco de corrupção”

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