Eutanásia. O medo da morte ficou para trás.

Sendo a morte algo de tão particular, íntimo, confinada à família e à pequena comunidade local porque houve necessidade de a trazer para a praça pública? Será porque o velar e chorar os mortos deixou de estar confinado somente aos que lhe são mais próximos, será que a morte deixou de ser “aquele ato normal a que todos lhe estamos reservados”? A evolução técnica e científica veio trazer novas ferramentas que nos fazem encarar a morte não como um ato meramente divino, mas também como o desgaste, a falência própria da parte física que é o homem.

Ou simplesmente começamos a aceitar a morte como sendo o atingir pleno do ser humano. Será que o medo da morte ficou para trás?

O elogio do morto não desapareceu, raramente ouvimos dizer mal de quem morre, se tal acontece porque não elogiar o ato de morrer?

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