CDS\PP… um ano perdido

Quando da tomada de posse do actual governo PS apoiado pelos partidos de esquerda, intitulado por Paulo Portas de ” Geringonça”, sempre pensei que o CDS se iria afastar politicamente do PSD liderado por Pedro Passos Coelho e ocupar um espaço próprio e independente, na esfera política nacional.

Mais acreditei nisso ao ver a estratégica saída de cena de Paulo Portas, vendo nitidamente que a política nacional tinha mudado com a união das esquerdas, e ao assistir á ascenção de Assunção Cristas á liderança do Partido.

Mas enganei-me redondamente.

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Rui Moreira pode perder apoio do CDS: a caminho pode estar uma candidatura de Marco António Costa

foto@publico

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No último Congresso Assunção Cristas anunciou o apoio a Rui Moreira nas próximas eleições autárquicas afirmando que “posso dar o exemplo da Câmara do Porto. O CDS apoiou desde a primeira hora a candidatura independente de Rui Moreira e com ele temos governado a autarquia. Se decidir candidatar-se de novo, proporei aos órgãos do CDS a renovação do apoio à sua candidatura”.

Após estas declarações parecia que o apoio a Rui Moreira era definitivo. Mas afinal pode não ser. Nos últimos dias o presidente da Distrital do Porto do CDS, Álvaro Castello-Branco, disse que “nunca falei sobre esta questão com o Rui Moreira e também não sei o que é que ele pensa em relação ao futuro”. Entendo que estas declarações são no mínimo estranhas depois da posição pública de Assunção Cristas deixando agora uma porta aberta a uma eventual coligação entre PSD e o CDS na cidade do Porto.

Porém não acredito que seja um apoio a uma recandidatura de Rui Rio até porque não acredito que o ex-presidente da Câmara da Invicta esteja disponível.

É publico que Álvaro Castello-Branco e Marco António Costa são muito próximos. Por isso vejo muito mais nas declarações de Castello-Branco a possibilidade de um apoio do CDS a uma eventual candidatura de Marco António Costa à Câmara do Porto. (Ler Mais…)

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A oposição “photoshop”

foto@sabado

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Hoje numa entrevista ao Diário  de Notícias a líder do CDS, Assunção Cristas, diz que “pior que este orçamento seria não termos nenhum”.

Mas que oposição é esta? Estamos perante o vazio total. Sem ideias. Sem propostas alternativas. Completamente desprovida de conteúdo.

Isto é uma oposição “photoshop”. Um mix “Cinha Jardim/ Portugal Fashion”.

Por isso governar o País continua a ser um passeio para Antonio Costa e para a sua “geringonça”.

A política está a tornar-se num absoluto  “lifestyle”. Parece-me que um dia isto pode acabar mal!

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PSD Fan Zone Euro 2016

foto@psd.pt

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O processo de recapitalização da Caixa Geral de Depósitos tem marcado a atualidade nos últimos dias. Os últimos desenvolvimentos exigem explicações do Governo.  Margaret Thatcher, carregada de razão, dizia que ” não existe dinheiro público, existe apenas dinheiro pago pelos contribuintes “. É o nosso dinheiro que continua a sustentar a banca.  Por isso a geringonça tem a obrigação de explicar aos portugueses porque foram injectados na CGD mais de 7,5 mil milhões nos últimos cinco anos.

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A relação de Passos e Cristas termina com traição de Assunção.

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Hoje numa entrevista ao Negócios Assunção Cristas assume, pela primeira vez, publicamente a separação de Passos Coelho. Nesta entrevista Assunção Cristas pressiona o primeiro-ministro, António Costa, a esclarecer o que se está a passar na Caixa Geral de Depósitos (CGD) face à necessidade de recapitalização do banco público no valor que pode ascender aos 4 mil milhões de euros. Parece que Assunção Cristas esqueceu-se que saiu do governo há cerca de 6 meses e que fez parte do mesmo durante mais de 4 anos e meio. Será necessário  que António Costa explique aquilo que provavelmente Assunção Cristas até terá um conhecimento mais aprofundado?

É curioso que nesta questão da CGD Cristas coloca a mesma pressão sobre actual primeiro-ministro, António Costa, que coloca sobre o ex-primeiro-ministro, Passos Coelho, aproveitando-se para se desmarcar da actuação do ex-governo traindo o antigo parceiro de coligação.

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