Mentir tornou-se escola no PSD

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Eu estive lá. Creio até ter sido uma das últimas que inaugurou durante o seu mandato e só lamento o facto de ele, Passos Coelho, não ter alvitrado nada, na altura, sobre as péssimas condições em que se encontra o troço da estrada de Coimbra até ali e dali para Coimbra, troço que já merecia também uma recomposição, decerto mais rápida que a morosa construção da ponte que acabava de inaugurar e que tinha nos últimos anos, obrigado centenas de automobilistas a terem que se servir de uma faixa de rodagem dividida em 2 para a passar. Não é por nada: naquela estrada, em especial, a partir daquele ponto até à saída para Souselas, não existe semana em que lá não fique alguém. É de facto uma ponte com história e com um profundo sabor a mentira. Mais uma. Sem pestanejar, com a habitual pose de seriedade que tantos portugueses conquistou no passado. Nada de novo no que concerne ao novo fantoche político da oposição, um homem cada vez mais só se considerarmos que qualquer assessor de imprensa, por mais banais que sejam os seus skills profissionais, teria dito ao patrão que mais valia ficar calado. Sim, calado. Uma das vantagens da internet e da globalização é que a memória neste momento está à distância de uma pesquisa num motor de buscar. Até os estagnados que vivem na mais profunda das memórias selectivas facilmente dão com a coisa num alternativo Bing.

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PPD/PSD: um partido à deriva, sem rumo

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Sou militante do PPD / PSD há 25 anos. E tenho muito orgulho em ser social democrata. Uma social democracia que teve a sua génese em Willy Brandt e seguidores como Olof Palme e Francisco Sá Carneiro, que veio a fundar o PPD a 6 de Maio de 1974, faz hoje precisamente 42 anos.

Identifico-me com um PSD que como, um dia, descreveu Francisco Sá Carneiro não assenta ” apenas numa simples democracia formal, burguesa, mas sim, numa autêntica democracia política, económica, social e cultural. Uma democracia política que implica o reconhecimento da soberania popular na definição dos órgãos do poder político, na escolha dos seus titulares e na sua fiscalização e responsabilização, que exige a garantia intransigente das liberdades individuais, o pluralismo efectivo a todos os níveis e o respeito das minorias, não existe democracia se não houver alternância democrática dos partidos no poder, mediante eleições livres, com sufrágio universal, directo e secreto.”

Entendo, como sempre defendeu Sá Carneiro, que ” a democracia social impõe que sejam assegurados efectivamente os direitos fundamentais de todos à saúde, à habitação, ao bem-estar e à segurança social, e exige a abolição das distinções entre classes sociais diversas e a redistribuição dos rendimentos, pela utilização de uma fiscalidade justa e progressiva.”
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