Numa democracia adulta os ocupantes de cargos públicos nunca são imprescindíveis. Vem isto a propósito da actual polémica relacionada com a escolha do novo Procurador Geral da República. Após seis anos de mandato a Procuradora Joana Marques Vidal divide a opinião publica portuguesa em relação à eficácia do seu trabalho, algo que acontece em quase todos os cargos de comando. Este cargo não é outorgado por eleição mas sim por escolha do Governo e nomeação pelo PR. Mal estaria a justiça em Portugal se fosse necessário renovar mandatos de seis anos pelo facto de alguém ser IMPRESCINDÍVEL. Que pensariam os … Continue a ler Imprescindíveis
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