EMPREENDEDORISMO

Ao escrever este artigo de opinião sobre EMPREENDEDORISMO começo exactamente pela definição de empreendedor, que significa na nossa língua mãe, “todo aquele que tenta, que experimenta, que decide fazer alguma coisa, que resolve, que põe em execução, todo aquele que é activo, que é diligente”.

Assim, temos ao longo da vida humana diversos exemplos de empreendedores e que marcaram alguns deles a história do século em que eu nasci, o século XX. Assim, não podendo citar todos, mas alguns casos, não poderei esquecer, como por exemplo o físico Reginald Fessenden foi o inventor do primeiro programa radiofónico e pioneiro da radiofonia, outro caso, é o de Henry Ford, que era agricultor, e é hoje considerado um dos inventores do automóvel em meados de 1908, e por fim o exemplo dos irmãos Wright, Wilbur e Orville, de Carolina do Norte, nos EUA, inventores e construtores do primeiro avião.

Estes exemplos, servem para ilustrar que qualquer um de nós humanos pode ser empreendedor. Temos grandes exemplos em Portugal, na sua generalidade não de inventores, mas de homens que com as suas ideias foram grandes empreendedores. Construíram-se grandes fábricas, Portugal com o empreendedorismo de muitos portugueses deu cartas no mundo industrial durante muitas décadas.

No entanto, o mundo de hoje mudou. Nós hoje vivemos numa ALDEIA GLOBAL, vivemos na era da globalização, vivemos no mundo em que eu consigo vender um produto de Portugal para a Austrália, por INTERNET, vivemos numa era em que os hábitos e consumos do tempo dos nossos avós e pais, já não é o que era.

Vivemos numa época em que o desemprego atinge os valores mais elevados de sempre, vivemos no mundo do consumismo.

E aqui refiro aquilo que muitas vezes tenho afirmado, existem ainda nichos de mercado, em espaços regionais ou concelhios, particularmente identificados, que fazem com que, aqui e ali todos os dias surjam casos de empreendedorismo. Ou através do franchising, ou através actividades já existentes noutros territórios, existem situações, que podem levar aquilo que vulgarmente se diz Iniciativas Locais de Emprego (ILE’s).

E assim, é que muitos daqueles que hoje por exemplo estão desempregados, podem através das ILE’s lançar o seu projecto individual de negócio. ILE’s penso também ser a designação de um apoio que o Instituto de Emprego e Formação Profissional dá ás medidas de incentivo aos jovens empreendedores.

E tenho visto exemplos de ILE’s por todo o País, como lavandarias, lojas de artesanato, oficinas de electricistas, oficinas de carpintaria, etc, etc…

Concluindo, posso afirmar que o empreendedorismo foi, é e será um instrumento que cada vez mais na nossa sociedade terá a sua vivência diária, pois todos os dias existem novos empreendedores.

Não podemos é ficar em casa parados. Parar é morrer.

 

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