A IGUALDADE DO GÉNERO

A Igualdade entre mulheres e homens é uma questão de direitos humanos e uma condição de justiça social, sendo igualmente um requisito necessário e fundamental para a igualdade, o desenvolvimento e a paz.

Ao falarmos na Igualdade de Género exige que, numa sociedade, homens e mulheres gozem das mesmas oportunidades, rendimentos, direitos e obrigações em todas as áreas.

Vem isto tudo a propósito da final da taça de Portugal em futebol feminino, realizada no Estádio Nacional, para alguns, estádio de Oeiras para outros, e na presença de 11.714 espectadores.

Este jogo disputou-se no mesmo recinto da final da taça de Portugal em futebol masculino, mas oito dias depois, contando inclusivamente com a mesma entidade organizativa, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

Todavia, havia algo de diferente que distinguia estes dois jogos o sexo dos intervenientes e os protagonistas do camarote presidencial.

Enquanto no jogo dos homens esteve Sua Execelência, o Senhor Presidente da República e o Primeiro Ministro e o Presidente da Direcção da FPF, no jogo feminino esteve o Secretário de Estado do Desporto e o Vice Presidente da FPF.

É pena que tal aconteça, e havia aqui uma oportunidade de praticarmos a igualdade do género.

São nestes pequenos, grandes gestos, que muitas vezes podemos fazer a diferença.

Foi um grande jogo de futebol, esta final da taça de Portugal feminina, mostrou que temos evoluído muito nesta modalidade e tive pena que os principais protagonistas que estiveram no camarote presidencial uma semana antes não tenham marcado presença, isto sem qualquer desconsideração para quem os substituiu.

Espero que em situações futuras tal situação não se venha a repetir, isto porque a igualdade do género tem de se praticar no dia a dia..

 

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Uma História de Azul e Branco

A minha família paterna é oriunda de Castelo de Paiva, tendo aí nascido o meu Avô, Ascendino Rodrigues Teixeira, sócio do Futebol Clube do Porto (FCP), n°11.941, quando nos deixou em 1976.

O meu Pai, José João Strecht Caldeira Teixeira, também ele natural de Sobrado, Castelo de Paiva veio com 5 anos viver com os pais para a cidade do Porto, freguesia de Massarelos e fez-se sócio do FCP.  Ainda jovem e solteiro a sua primeira ligação ao FCP, deu-se como atleta de Hóquei Campo.

No início da década de setenta entra no clube como dirigente e foi Chefe de Secção do Atletismo, numa época em que a Aurora Cunha, José Sena, o João Campos, entre outros despontavam para o atletismo. Nesta altura Jorge Nuno Pinto da Costa entre também como chefe de secção do boxe.

No final da década de setenta é eleito Presidente da Associação de Andebol do Porto, indicado pela direcção do FCP (cumprindo os mandatos de 1978/79 e 79/80).

No início da década de oitenta e até ao seu falecimento, num acidente de automóvel, em 5 de Março de 1981, é membro da Direcção do FCP, então presidida pelo Dr. Américo Gomes de Sá. Nessa direcção o meu pai era Director do Judo e Halterofilismo.

Em toda a sua vivência no FCP o meu pai fez história por diversas vezes nas Assembleias Gerais do FCP que se realizavam inicialmente no pavilhão das Antas e depois no Pavilhão Dr. Américo de Sá.

Durante muitos anos o meu Pai fez parte da Comissão Pró Sede. Tratava-se de um órgão do FCP que organizava as viagens de comboio para os adeptos acompanharem a equipe e obtinha receitas para construir nova sede. Recorde-se que até a Torre das Antas ser construída no final da década de noventa, os serviços do FCP funcionavam na arquibancada do Estádio das Antas e antes (final da década de setenta) na Praça do Município.

A sua urna foi coberta por uma bandeira do FCP, pois esse era o seu desejo, e foi trazida pela direcção do FCP que o acompanhou desde o Salão Nobre do Edifício dos Paços do Concelho de Castelo de Paiva, onde era Presidente da Assembleia Municipal, até ao cemitério local, bandeira que no final da cerimónia me foi entregue.

Entre 1971 e 1974 frequentava eu a Escola Primária no Asilo Profissional do Terço, como aluno externo, e o meu pai inscreveu-me como praticante de ginástica no FCP. O ginásio do FCP funcionava num edifício alugado na Rua Alexandre Herculano, perto das Fontaínhas.

Após 1974 e ainda com dez anos os meus pais inscrevem-me na natação no FCP, passando mais tarde a praticar judo no mesmo clube.

Nos anos oitenta frequentei a ginástica no FCP, aí já a funcionar debaixo da
Arquibancada do Estádio das Antas.

Em 26 de Janeiro de 2001, nasce o meu primeiro filho, João Paulo. E como não podia deixar de fugir á regra com dois dias de idade foi inscrito sócio do FCP cumprindo assim uma tradição familiar, que já vai na terceira geração. A minha filha Leonor quarenta e oito horas depois de ter nascido, a 27 de Agosto de 2010 também já era sócia deste grandioso clube,

Quando o Presidente Jorge Nuno Pinto da Costa me fez o convite, em 10 de Abril de 2004, no dia do jogo FCP — Marítimo, para integrar a direcção do Clube para o triénio 2004/2007 foi com surpresa, mas também com muita honra que recebi e que aceitei o desafio.

Por tudo aquilo que ele fez pelo nosso Clube nas últimas duas décadas e como forma de um tributo á memória do meu saudoso pai, disponibilizei-me para contribuir, dentro das minhas possibilidades, para engrandecer cada vez mais o nosso FUTEBOL CLUBE DO PORTO.

Decorria o ano de 2009 e fui distinguido com o DRAGÃO DE OURO, Dirigente do Ano, numa cerimónia realizada pela primeira vez no Dragão Caixa, tendo recebido esta distinção das mãos do Presidente Jorge Nuno Pinto da Costa.

De Maio de 2010 até 2014, também fiz parte do Conselho de Filiais e Delegações do FCPorto.

Desde 2010, quer como membro efectivo, quer como membro suplente, faço parte do CONSELHO SUPERIOR do n nosso Clube.

Como SÓCIO e ADEPTO deste grandioso Clube, o meu clube de sempre que continua todos os dias a dar-me muitas alegrias.

O que se passa hoje na Avenida dos Aliados é impressionante, efectivamente só deve deixar indiferente aquele Senhor que durante doze anos fechou as portas do Município ao nosso Clube.

Obrigado Dr. Rui Moreira, o seu espírito democrático hoje teve o seu expoente máximo.

Ser PORTISTA É UMA PAIXÃO.

Paulo Ramalheira Teixeira

 

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Marco de Canaveses: Património do Hebetismo

A polémica requalificação de parte do centro cidade do Marco de Canaveses que incluiu a repavimentação tipo “medieval” das suas ruas – executado pelo executivo do PSD liderado por Manuel Moreira há cerca de meia dúzia de anos e que custou vários milhões de euros – obriga a que agora seja necessário cobri-lo com saibro aquando da passagem da Volta a Portugal em Bicicleta.

Este trabalho está a ser efectuado, desde ontem, prejudicando o normal funcionamento da cidade, nomeadamente com elevados prejuízos para o comércio local, de forma a que ciclistas e todo o staff da maior prova velocipédica portuguesa passem amanhã – num abrir e fechar de olhos – no centro do Marco de Canaveses.

Parece-me que os Marcoenses, em geral, e os comerciantes, em particular, merecem mais respeito, bem como o dinheiro proveniente do pagamento dos seus impostos.

Uma pergunta simples: quanto custa aos marcoenses a passagem da “Volta” e esta operação de “preservação” deste Património do Hebetismo que nos foi legado por algumas – felizmente – muito poucas pessoas?

Em nome de um futuro melhor para o Marco espero que estas mesmas pessoas a muito breve prazo tenham a resposta adequada dos Marcoenses de forma a que parem de fazer mal à minha terra.

Adenda às 21h00: Os comerciantes marcoenses afixaram nas suas lojas estes cartazes manifestando que nunca sentiram o Marco tão mal tratado.

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«Portugal é “melhor” e “mais bonito” vezes infinito. Agora são os Açores»

Este título é do Público, no caderno Fugas, e encontrei-o há dias, por simples acaso, em versão on-line. Abri-o e li-o com interesse.

Logo no início percebia-se a sua importância. Para o país e para o Douro. Mas como não o encontrara pelas redes sociais, diligenciei partilhá-lo. Com algum custo, é verdade, mas lá consegui fazê-lo com sucesso. Foi para à página da Douro Generation.

Pode crer o leitor que a partilha não se deveu a qualquer tipo de saloismo. Mas se não somos nós a gostar do nosso país, a manifestar gosto pelo que é nosso, o que esperamos? Que sejam outros a fazê-lo? No caso trata-se de uma atividade económica exportadora, tão elogiada nos tempos que correm. E Portugal, dois dos seus destinos turísticos, aparecem na lista dos melhores e mais belos destinos do mundo. O prémio do European Best Destinations (EBD) das melhores paisagens da Europa foi atribuído aos Açores. O Vale do Douro também está na lista, na 11.ª posição. Num conjunto de (Ler Mais…)

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Subverter regras para promoção de inabilidade nunca poderá ser o caminho para a pacificação por que se anseia.

O título de hoje, desenganem-se, não é para bater nas inauditas afirmações de Assunção Cristas a propósito de uma resolução bancária do BES – com um custo inicial de 3,9 mil milhões de euros para o contribuinte «por dá cá aquela palha». Poderia sê-lo, mas, não é a política – pura e dura – que hoje me move. É um tema, também ele carregado de emoção, mas, não é política. Hoje dedico-me à bola.
Depois de conhecido o rol de castigos que o meu clube de futebol coleccionou na sequência de uma miserável arbitragem de um, jovem, árbitro, internacional, de seu nome Tiago Martins, decidi questionar-me quanto ao tema quente: Subverter regras para promover incompetência no mundo da bola poderá ser o caminho para a pacificação por que se anseia? Porquê esta questão?
No caso particular, porque me tocou concretamente, reparei que, sendo inúmeros os exemplos – bastando um simples googlar – em que as arbitragens de Tiago Martins são postas em causa, num mundo emocional como o do futebol, a razão é sempre relegada para outra dimensão. O exercício de racionalidade apresenta-se pois, ab initio, tendencioso. Mas, vamos tentar. Sendo o meu clube, o VSC, um clube sério e respeitador – concordando e sublinhando, aqui, na génese a totalidade das palavras do meu Presidente Júlio Mendes –  exigir-se-ia – pressupondo a figura do árbitro num jogo de futebol, como a de um participante neutral – que o árbitro Tiago Martins se comporte de igual forma. Não só em Guimarães. Em qualquer campo. Parece-me uma conclusão óbvia.
Adiante. Pesquisado o perfil do árbitro, constatei que a história por detrás da sua promoção, de iniciativa portuguesa, a árbitro internacional FIFA é, no mínimo, ilegal. Como? Explico. Tomei a prudência de colocar o ilegal em itálico. A Circular no. 1379 de 16 Agosto de 2013 da FIFA, assinada pelo seu Deputy Secretary General, Markus Kattner, contém as regras da nomeação para promoção às insígnias FIFA. E, estas, no seu número 5, taxativamente, referem: «The proposed referees shall have officiated regularly at matches in the highest division in their country for at least two years.». Ou seja, dois anos – como período mínimo – de arbitragens regulares no escalão principal. Olhando para o percurso, em particular deste, jovem, árbitro, temos que – nas duas épocas anteriores à sua promoção a internacional FIFA, consultado o registo pessoal do árbitro Tiago Martins no sítio da Associação Portuguesa de árbitros de Futebol – em 2012/13 tinha ficado classificado em 17.º , arbitrando no Segundo escalão; e que, em 2013/14, ficara em 2.º nesse mesmo Segundo escalão, posição final que lhe valeu uma subida ao Primeiro escalão.
Não deixa de ser curioso, todavia, constatar que logo no ano de subida ao escalão principal da arbitragem foi promovido a internacional nessa época de 2014/2015. Tinha 2 jogos no principal escalão no currículo!! Não são 2 anos de arbitragens regulares no principal escalão; foram 2 jogos. Promoção que contraria clara e inequivocamente as regras postuladas pela FIFA, de que já demos conta supra. Em abono da verdade, sempre existe um parâmetro cumprido: o numérico 2.

A forma como este, jovem, árbitro, sem qualquer tipo de experiência de arbitragem ao mais alto nível do escalão principal, foi proposto – e nomeado! – para receber as insígnias da FIFA, parece-vos normal? Mesmo parecendo normal, apesar da discórdia que tal ousadia promovera no seio dos Conselheiros da arbitragem, em respeito pelas regras ditadas internacionalmente, acredito, não deveria sê-lo. Nem justificável. Mas, foi-o. Estranho? Não, é Portugal!
Maus profissionais existem em qualquer profissão. É inegável. Promoções por distracção fazem, de igual forma, parte do quotidiano de qualquer profissão. Em Portugal é aquele trejeito típico nacional, constante, permissivo, que contraria a meritocracia que todos desejaríamos. É o que é. E, pelos vistos, admirem-se, quase ninguém se insurge contra ele: Atrevidos, vamos ainda um pouco mais longe, alimentando-o, e carinhosamente apelidando-o de «factor c». Será este o caso? No mundo, digamos, «técnico» do futebol, seja, ou não, certo é que este parece um exemplo de promoção por distracção…ou será que as regras, instituídas, apenas servem de bitola para os outros? É sempre para os outros, certo?

Voltando e focando-me somente na miserável arbitragem do passado Domingo. Algo de muito mau se passa quando, num jogo de futebol com 6 golos, 3 a 3 no resultado final, o momento de destaque sobressai sobre a actuação do elemento que, por regra, deveria ser o mais neutral – e que não o foi!- o tal árbitro, internacional, Tiago Martins. É o futebol: imprevisível nos destaques.

Para terminar, porque já enjoa falar semanalmente de arbitragens e de futebol – e espero com este desabafo abster-me de futebol por muito tempo! – apenas me permito a referenciar dois apontamentos, verdadeiramente dignos de registo: a seriedade das declarações do meu treinador, Pedro Martins:«Quanto ao jogo, falem com o Tiago Martins»; e, a honestidade e simplicidade das declarações do meu jogador, TóZé, expulso por ter pedido ao árbitro «Não estragues o jogo».O resto passará. Como sempre passa. Até a promoção ilegal deste internacional já caiu no esquecimento do tempo…e com o passar contínuo deste, assim se esperaria, o desempenho profissional deveria melhorar. Porém, pelos vistos, nem nisto o tempo tem ajudado…
Curial, porém e finalmente, se os poderes da arbitragem clamam pela necessidade de acalmia e paz no mundo do futebol, para que os árbitros possam desenvolver o seu trabalho em paz, pelo menos, assim penso, exige-se que esses poderes comecem por dar o exemplo. E aqui, nesta, digamos, promoção por distracção, não me parece que o tenham feito! De todo. Até porque, a ideia que perpassa de subversão de regras para promoção de inabilidade profissional, nunca poderá ser o caminho para a pacificação por que se anseia.
PS: Quanto a Tiago Martins, de uma próxima vez que apite um jogo de futebol do meu VSC, que a miserável prestação de 12 de Março de 2017 não lhe tolde o desempenho futuro.

Imagem retirada do sítio: http://www.vitoriasc.pt/pt/

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A ética e o rigor no jornalismo começa a ser raro… VAI UMA APOSTA?

A recente situação do caso das apostas ou aposta, num jogo da Liga NOS, pôs a nú um fenómeno cada vez mais presente e preocupante na realidade social e, mais precisamente, na comunicação social. O alarmismo é avesso à ética e ao rigor.

Não o refiro porque me diz respeito, pelo cargo que ocupo num dos Cubes visados, nem tão pouco por necessitar de defender a honra. A consciência tranquila não se “compra” em textos, conquista-se em actos.

Já muitos se aperceberam que as redes sociais se tornam, cada vez mais, um tribunal rápido (e pouco assertivo) em ditar sentenças e julgar pessoas. Mas, também no jornalismo se vive uma autêntica revolução e que não se compadece dos bons costumes. Seria um assunto, não para uma crónica, mas até para uma dissertação académica. (Ler Mais…)

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Direitos Televisivos e o Futebol Português

Na Argentina, os jogos das principais equipas são transmitidos em sinal aberto para todo o país, em virtude de um acordo celebrado pelo anterior governo e a liga de clubes, que assegurou o pagamento dos direitos televisivos. O valor do acordo mais do que duplicou as receitas dos emblemas argentinos, o que provocou uma enorme euforia despesista, reflectindo-se numa politica agressiva de contratações e no aumento dos gastos com a massa salarial. No entanto, o actual governo, acossado pelo enorme défice fiscal, decidiu cancelar o contrato realizado pelo anterior executivo, criando um impasse tremendo, que levou inclusivamente ao cancelamento da ronda inicial do torneiro “apertura”. (Ler Mais…)

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Capítulo 2 – A deslocação a TORONTO, em representação do FCPorto

Continuando com o segundo capítulo do Orgulho em Ser POrtuguês, eis que surge a deslocação a TORONTO.

Em 10 de Abril de 2004, ia ter início o jogo entre o FCPorto e o Marítimo, quando o Presidente do Jorge Nuno Pinto da Costa convidou-me para integrar a Direção do Futebol Clube do Porto, como Viçe Presidente desse órgão. Aceitei o convite com muita honra e em memória do meu pai, que também tinha sido dirigente do Clube. Um mês depois tivemos o acto eleitoral e tomávamos posse, uma semana antes da final da Liga dos Campeões, em Gelserkitchen, entre o FCPorto e o Mónaco.

Em 2005, o Presidente do clube recebe uma carta/convite para estar presente no dia 25 de Novembro desse ano, no 18º aniversário da Delegação do FCPorto, em Toronto, no Canadá. Uma particularidade nesse convite, se por um motivo inadiável o Presidente não pudesse ir, gostariam que fosse substituído pelo Vice presidente do Clube e Presidente da Câmara de Castelo de Paiva, Paulo Teixeira. O Presidente chamou-me ao Clube e entregou-me o convite e fazia questão que eu o representasse. Agradeci esse convite, e o clube fez-se representar pela minha pessoa e pelo João Pinto, o nosso eterno capitão e o campeão europeu de Viena.

A partida deu-se na madrugada de um dia, aonde na véspera tínhamos assistido no Dragão, ao jogo da Liga dos Campeões, entre o FCPorto e o Rangeres, que empatamos um a um.

Verdadeiramente conheci o Joao Pinto, na viagem para Toronto. Tinha sido o meu ídolo, mas nunca tinha privado com ele. A viagem até Toronto com transbordo numa capital europeia, durou quase todo o dia, tendo a nossa chegada a Toronto ocorrido cerca da meia – noite.

À nossa espera estava o Presidente da Delegação, o Senhor Cesário Braz, juntamente com mais dois membros da delegação. À saída do aeroporto disseram-nos que íamos comer qualquer coisa a casa do Cesário Braz. Impressionante a recepção, e em cima da mesa um cozido à portuguesa. Eu não queria acreditar, parecia que estava em casa. No final do jantar/ceia, o João Pinto desafia-os para “dez riscos”. o jogo da sueca. Eu não sendo um perito neste jogo, e logo comparado com o João Pinto, aceitei jogar e não perdemos uma partida. começava bem a nossa estadia em território do Canadá.

No dia seguinte e em todos aqueles que ali estivemos rara foi a situação em que tivemos de usar o português. Parecia que estávamos em Portugal. Quarteirões e quarteirões de casas todas de portugueses.

A presença na delegação teve dois momentos, um em que se realizou um jantar nas instalações da com a presença de centenas de portugueses. Outro em que se realizou um almoço de gala, com traje a rigor, estilo americano,nem que a delegação juntou as entidades oficiais da comunidade portuguesa.

Um evento fantástico em que mais uma vez só se falou português, e em que pude constatar a dinâmica e a força da comunidade económica naquelas parabéns.

A direcção da delegação nesta nossa estadia proporcionou-nos dois. momentos únicos, uma visita às cataratas do Niagara, e um almoço num restaurante panorâmico, situado numa das torres mais altas do mundo. Eu nunca estivera num sitio tal alto. Esse restaurante panorâmico rodava lentamente ao longo da refeição e permitia uma vista geral sobre a cidade de Toronto.

Nesta primeira e única experiência em terras canadianas,  só ouvi falar português, vivi momentos fantásticos, visitei empresas lideradas e propriedade de portugueses e senti na pele o orgulho em ser português.

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