Marco de Canaveses: Cristina Vieira pode conquistar Câmara para o PS

Hoje o Semanário EXPRESSO dá conta que o Marco de Canaveses poderá ser um dos 47 Municípios a mudar de mãos nas próximas Eleições Autárquicas.

Desde a primeira hora foi notória a aposta do actual Primeiro-Ministro e Secretário-Geral, António Costa, em ganhar a Câmara Municipal do Marco de Canaveses pela primeira vez para o Partido Socialista.

Por isso Antonio Costa marcou presença na apresentação da candidataura de Cristina Vieira numa iniciativa, marcada pelo entusiasmo, que juntou mais de 1500 pessoas no Parque Fluvial do Tâmega.

A candidata do Partido Socialista é vista como uma humanista, que tem pautado a sua campanha pela elevação, privilegiando o contacto com a população, tendo apresentado propostas concretas para a resolução dos reais problemas dos marcoenses.

Hoje a notícia do EXPRESSO deixa indicaçoes que Cristina Vieira poderá vir a conquistar pela primeira vez a Câmara Municipal do Marco de Canaveses para o Partido Socialista que já foi governada, no passado, pelo CDS, e pelo PSD, que passará assim também a ser  presidida pela primeira vez por uma mulher.

A vitória de Cristina Vieira será um rude golpe para o PSD no panorama político do Distrito do Porto.

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COIMBRA VAI GANHAR

Coimbra atravessa um tempo decisivo na perspetiva de, através das próximas autárquicas, serem dados os passos necessários para sair do marasmo e da letargia reinantes.

O apoio do Professor Norberto Pires à candidatura “mais Coimbra” e os pressupostos que o sustentam constituem esse ponto de viragem decisivo. (Ler Mais…)

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Carta Aberta ao Dr. Pedro Passos Coelho

Carta aberta ao Dr. Pedro Passos Coelho

As autárquicas são uma fonte inestimável e inesgotável não só de parasitas como de gente que dá o que tem e não tem para obter o seu “lugar ao Sol”. Salvem-se aqueles que entram nesta corrida pelo serviço público e pelo que ele representa.
Já em tempos tinha ouvido rumores, como qualquer militante ou simpatizante atento, das possíveis movimentações de Rui Rio para a liderança do PPD/PSD. Na altura e seguindo palavras do próprio e sabendo de alguns “notáveis” que o secundavam, achei que foi uma asneira pegada e um aproveitamento da imagem e credibilidade que ele tinha granjeado enquanto Presidente da CMP – cargo aliás que desempenhou com o maior rigor e competência.
Pois qual não foi o meu espanto quando tive acesso às fotografias do “evento” em Lisboa. Um jantar que mais não serviu para juntar todos aqueles que querem o fim de Passos Coelho e que não olham a meios para atingir esse fim. Tudo quanto são Barrosistas e Cavaquistas estavam presentes naquela sala, esses e todos aqueles e aquelas que querem aparecer e iniciar-se no carreirismo seguidista.
Mais uma vez me sinto envergonhada com este PSD que não é o meu PPD, o de Sá Carneiro, o de Santana Lopes e o de Passos Coelho.
As perguntas que me assolam são: o que fazia António Capucho naquele jantar se já não é militante do Partido? O que querem provar os barões e baronesas presentes naquela sala? O ódio a Passos tem uma razão de ser e penso eu que seja do conhecimento de todos, prende-se tão-somente com o facto de ele os ter tentado unir debaixo da sua liderança mas sem lhes dar a visibilidade a que estavam acostumados e tendo inclusive tentado cortar-lhes algumas das regalias de que auferem. O facto de não ser lobbista ou de esquemas também o colocou na lista negra destas pessoas.
Eu sempre disse que Rio não ganharia o Partido a menos que ganhasse Lisboa e pelo visto não fui a única a pensar assim visto que esta acção tem apenas esse intuito. Apostando no facto de Rio ter um percurso profissional na mesma área de Passos e ter supostamente as mesmas características de rigor seria para muitos, como um dia foi para mim, a aposta clara na sucessão a Passos Coelho. Tinha apenas um senão, era do Porto e supostamente não cedia a lobbies daí que fosse impossível que ganhasse Lisboa e por consequência, o Partido.
Tenho que admitir que me enganei, não na leitura que fiz da situação mas na capacidade pidesca de actuar deste PSD. E devo dizer que entendo perfeitamente porque muitos militantes e simpatizantes não se identificam com ele da mesma forma que muitos continuam “de pedra e cal” ao lado de Passos Coelho.
Mais uma vez sou obrigada a repetir-me: Dr. Pedro Passos Coelho, quer paz? Quer que deixem de o minar? Limpe o Partido, se faz favor. Os nomes e as caras são conhecidos de todos, há provas indesmentíveis da falta de lealdade político-partidária e das intenções com que determinados grupos dentro do Partido fazem as coisas. Há demasiadas demonstrações de ataques morais e intencionais aos Estatutos do Partido e eles foram escritos para serem respeitados.
Caro Dr. Pedro Passos Coelho, um dia a mais de Partido mal frequentado, até por aqueles que lhe dão pancadinhas nas costas e o defendem nas redes é um dia a menos de ar irrespirável para quem é verdadeiramente social-democrata e acredita em si, no seu mérito e no seu trabalho. É um dia a menos de paciência para aqueles que o querem ver ocupar o seu lugar no Hemiciclo, o lugar que conquistou nas urnas.
O facto de acreditar que poderia unir o Partido fê-lo cometer erros, fê-lo apostar em quem não devia por considerar que as pessoas estavam do seu lado e fê-lo perder pontos preciosos junto da opinião pública.
Querendo, o Senhor vai muito a tempo de fazer “damage control” e recolocar o Partido nos eixos trazendo-o de volta à sua génese reformista, liberal e social-democrata. A cada dia que passa tenho a certeza que o Senhor tem mais consciência de quanto o tempo é precioso e por isso lhe peço pressa. Ignorar não resolve o problema e só o enfraquece. Assim que o Senhor fizer o que tem que ser feito pode estar certo que bem alto se vai ouvir “ Passos vai em frente, tens aqui a tua gente”.
Estamos cansados destes lobbies e destas lutas de Poder internas. Estamos cansados de ver sempre as mesmas caras a forçar situações para que tudo se mantenha na mesma para benefício dos próprios. Estamos fartos e cansados deste momento social-comunista que atravessamos. Não é difícil fazê-lo Dr. Pedro Passos Coelho e neste momento, politicamente, o Senhor já pouco tem a perder mas se fizer as coisas certas, muito terá a ganhar com toda a certeza.
O PPD/PSD é plural mas isso não significa que se deixe espezinhar por estes actos, significa sim que aceita diferentes visões e contributos que tenham o bem de Portugal como fim último e nenhuma das pessoas presentes neste convívio me demonstra que esse seja o caso.
Eu pago quotas, participo quando me pedem a troco de mais nada que seja ajudar o meu Partido para através dele ajudar o País por isso lhe peço enquanto meu Presidente que não deixe que brinquem com o meu tempo, com o meu dinheiro e com a minha ideologia.

Ao dispor.

Saudações sociais-democratas
Luisa Vaz (militante nº 69338)

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Uma estratégia para reganhar Portugal

 

Aproximam-se mais uma vez eleições autárquicas e o xadrez político volta a movimentar-se. Candidatos que “renovam os votos”, caras novas que aparecem, pessoas que não se falavam há quatro anos voltam a mostrar vontade de estar juntas. O clima de campanha e de consequente queixume/ festa faz as delícias das pessoas e da comunicação social.

É sem dúvida uma boa forma de andarmos entretidos e perdermos a noção do mal que andam há quase dois anos a fazer ao País.

A este propósito e numa conversa informal, perguntaram-me o que faria se fosse Passos Coelho para reganhar o País e as pessoas. A minha resposta inicial é que quem percebe um pouco disto só tem que estar desejoso que ele volte à ribalta e às vitórias rapidamente mas quem vota muitas vezes só se interessa com o “ópio do povo”, ou seja, as boas noticias e a ilusão de riqueza que a Esquerda tão bem cria na mente dos mais distraídos. Na mente dos “sofredores da crise” a mensagem que fica é “que o País pode viver longe das amarras da austeridade.” Não percebem no entanto que esta não só não terminou como lhes foi prometido como foi aumentada substancialmente por via dos impostos indirectos. Mas a isso os incautos respondem: “ a vida está mais cara, a culpa é do Euro”, sem a mínima noção da carga absurda de impostos que é taxada neste País.

Confrontada com esta dura realidade fui obrigada a elaborar um pouco mais e eis as conclusões a que cheguei e o que considero que poderia ser feito por Passos Coelho para cativar novamente a atenção das pessoas visto que elas parecem ter um grave problema com a verdade e a frontalidade e preferem cenários irreais e cor-de-rosa.

Em primeiro lugar, assim que lhe fosse possível Passos deve limpar o Partido. Todos sabemos qual o nome e apelidos do cancro que o mina de dentro para fora e quem são as pessoas que se auto-beneficiam e beneficiam os amigos através das suas ligações ao Partido e ao Poder.

No meu entender, para que nos guie na limpeza da “nossa casa”, Passos deve primeiro e sem medo limpar a sua retirando a militância a todos aqueles que de uma forma ou de outra não respeitem os Estatutos ou não cumpram no seu quotidiano os preceitos da Social-Democracia. Não é difícil fazer esta avaliação e isso faria com que ganhasse o respeito e a consideração das pessoas pois seria considerado como um acto de rectidão e coragem. O Partido não deve servir para catapultar ninguém e muito menos quem só se consegue orientar por via da Política.

Em segundo lugar, Passos deveria apresentar um Programa de Governo para as próximas legislativas tão ambicioso quanto Reformista de base Liberal. E o que significam estes palavrões?

Ora uma Economia de base Liberal é uma Economia que não depende do Estado para funcionar e que assenta nos mercados livres e na livre concorrência. Para que isto se torne possível é necessário que Passos assuma a necessidade de reescrever a Constituição da Republica Portuguesa (CRP) e todos sabemos como isso será difícil com o novo ocupante de Belém mas bem-feitas as contas, se Passos ganhar as Legislativas o senhor entretanto sai e dará lugar a outro com a cabeça mais assente em cima dos ombros e não tão virado à Esquerda como este. Se for pelo menos um pouco mais recatado e imparcial no desempenho do cargo eu já me dou por satisfeita.

Prosseguindo, a reescrita da CRP permitirá a Portugal acabar com muitos dos grilhos que impedem o seu desenvolvimento como sejam as divisões entre o sector público e privado, o sistema eleitoral, a orientação política que se pretende para o País e tantas outras questões. Passos necessita de explicar porque é que esta CRP não cumpre com os requisitos mínimos para o salutar desenvolvimento da Nação e argumentos válidos não faltam. Assim as pessoas percebam e dar-lhe-ão todo o seu apoio – excepto os Funcionários Públicos mas até aí há gente muito consciente que pode fazer a diferença.

Cumprido este pressuposto podemos passar às etapas seguintes que aliás estavam previstas no Programa de Governo que ganhou as últimas eleições legislativas. Assim temos: uma verdadeira Reforma do Estado e definição clara das suas funções. O Estado não deve estar em mercados regulados ou concorrenciais, deve fazer o seu papel de garante de equidade na elaboração e aplicação das regras e não vicia-las para benefício próprio; Reforma do Sistema de Segurança Social tendo em vista o seu prolongamento saudável no tempo atendendo a que vivemos tempos de “pirâmide invertida”. Uma das formas de a tornar mais sustentável seria uma aposta clara nas Politicas de Natalidade e aí há muito que pode ser feito; uma Reforma da Justiça – os primeiros passos foram dados com Paula Teixeira da Cruz mas as reversões e as asneiras do último ano e meio não só nos fizeram perder tempo precioso como não ajudam à fixação do tão necessário Investimento Directo Estrangeiro (IDE) pois os empresários não vão correr o risco de fazer investimentos avultados em Países com situações irregulares aos níveis da Justiça e Fiscal; Reforma Fiscal, é necessário que Portugal encontre outro caminho para se tornar sustentável – por via do crescimento e da geração de riqueza privada, por exemplo e não por via do aumento sucessivo de impostos. Uma carga fiscal mais baixa faria com que houvesse menos fuga aos impostos e que todos pagássemos. “Se todos pagarmos pouco, juntos pagamos muito”; Reforma da Saúde para que haja uniformização nos cuidados prestados e no numero de profissionais e meios necessários e por último mas não menos importante: Reforma Educativa traçando um plano que ensine as nossas crianças a pensar e a raciocinar e os nossos jovens a elaborar e produzir pensamento articulado de forma consistente. Uma juventude que não sabe falar não sabe pensar, não raciocina e não se expressa condignamente. Como não somos babuínos, convém que saibamos tirar o melhor proveito da nossa Língua pátria e nos saibamos expressar para que entendamos os outros e estes nos entendam. Esta acção pode parecer simplória mas tem uma repercussão enorme em termos sociais e de desempenho profissional.

Acrescento que para além destas áreas, o Estado deveria ter sob a sua alçada as Forças Militares e de Segurança e nada mais. Se se concentrar nestas áreas o Estado português já tem muito que fazer.

Este compromisso deveria ser assumido por todos os Partidos com assento parlamentar sem excepção e deveria ter como única linha orientadora o facto de ser o melhor para Portugal independentemente das ideias que cada líder político tem sobre as mais variadas matérias. Sem este compromisso será quase impossível que Portugal atinja a estabilidade de que necessita para fortalecer as suas contas e a sua posição interna e externa com carácter permanente e não transitório e dependente das condicionantes externas e factores como o Turismo ou as Exportações.

É uma tarefa difícil a que aqui proponho a Pedro Passos Coelho mas faço-o porque considero que ele é capaz de a desempenhar como ninguém e não tem medo das adversidades e dos obstáculos. Caso esta agenda merecesse o aval dos portugueses ele teria toda a margem para a negociar internamente e para fazer valer estas posições.

Portugal precisa de, de uma vez sair debaixo do jugo pseudo-colonialista e socialista onde foi enfiado pelos “pais fundadores da Democracia” e abrir-se a uma nova perspectiva global e a uma nova forma de estar mais arejada e mais livre de preconceitos e pré-conceitos totalmente ultrapassados e que já provaram não ter qualquer aplicabilidade pratica.

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O Porto e a Cultura

 

A Cultura é sempre “pedra de toque” de qualquer programa autárquico. Começa-se por escrever que se vai aumentar o orçamento, depois debitam-se uns clichés sobre trabalho em rede, tempera-se com umas referências às personalidades e temas da moda e, por fim, conclui-se que a nossa cidade tem de se afirmar por si própria no panorama internacional!

Neste mandato autárquico de Rui Moreira há claramente dois momentos: um com Paulo Cunha e Silva (PCS) e outro depois de Paulo Cunha e Silva. Em nossa opinião, apesar do excesso de “contemporaneidade” e de “futuro”, o então Vereador definiu uma estratégia: a cidade como o “equipamento” principal das atividades culturais. O conceito de “cidade líquida” inspirado em Zigmunt Bauman. E concretizou projetos muito interessantes!

Hoje, Rui Moreira vive ainda do que lhe deixaram. E, não encontrando na sua equipa mais alguém capaz de assumir o Pelouro, após o trágico desaparecimento de PCS, ficou com ele… Quando acabar o que o então Vereador idealizou, irá regressar à cultura avulsa e comprada, como nos tempos do Partido Socialista. Se do seu Vereador da Cultura herdou uma visão, de Rui Rio herdou a Cultura como alavanca da Coesão Social. Mas ignorou esse caminho e não tem completado essa visão.

E do que recebeu (leia-se: de Rui Rio) destacamos por exemplo, de entre 5 ciclos musicais, o “ Um Recital e uma Obra de Arte”, ou o “Fado no Museu”, a criação da Orquestra Juvenil da Bonjóia, o “Troque” (livros) na BM Almeida Garrett, as “Memórias com Sabor”, “Os Poemas saem á Rua”, o “Porto de Crianças”, o “Sair da Gaveta”, “A Rota dos Museus”, o “Música para Todos”, o “Documento do mês fora de portas”, a criação dos “Circuitos  Gastronómicos”, as diversas Visitas e Roteiros, o programa “Sentir o Porto através da Escultura”, o programa “Fazer e Aprender” entre muitos outros! Ou seja, de entre os 296 Projetos e Atividades de diversas tipologias dos mandatos do PSD, Rui Moreira aproveitou muito pouco. “Isto” da Cultura não começou em 2013…! E sem ultrapassar os orçamentos no consulado de Rui Rio. O que significa que para haver “Cultura”, não é preciso despejar milhões…

E, para além disso, não era necessário ter ido buscar uma Diretora Municipal da Cultura a Lisboa! O Porto tem profissionais e agentes culturais da mais elevada competência, visão e qualidade. Mas Rui Moreira, já o sabemos, combate o centralismo aliando-se a Lisboa…

Só assim, com o branqueamento de um passado muito recente, se pode afirmar, por exemplo, (como já foi dito) que “agora, finalmente o Porto tem a sua Galeria Municipal”. Pedimos desculpa por incomodar, mas a Galeria Municipal da Biblioteca Almeida Garrett, pelo menos entre 2010 e 2013 funcionou sempre, teve sempre programação diversificada, inovadora, foi um espaço de primeira água para cidade como, aliás, os restantes equipamentos culturais do município. Não descubram a pólvora! Ah…e teve sempre públicos em número de fazer inveja a muitas “Catedrais” ou “Templos” da Cultura!

É preciso envolver as Juntas de Freguesia num projeto cultural de cidade, mas também as famílias, as Instituições de Solidariedade Social, as Universidades, toda a nossa História e o nosso Património e também toda a região norte (sem comprar guerras com a Galiza ou municípios próximos…).

Será preciso agora uma outra visão: menos mainstream, menos futurista, mais territorial, menos lobística, mais educativa e mais social. Não é o que temos. Pode ser que as coisas mudem…

 

Pedro Sampaio

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Por um Porto Autêntico!

Por: Pedro Sampaio

Quem me conhece sabe que sou social-democrata encartado e incondicional! Claro que, muitas vezes, esta apaixonada forma de estar na política nos impede de sair da caixa e ver o “mundo” pelo prisma da realidade. Acontece! Por razões que muitos conhecem, quase que sigo ao minuto a candidatura PORTO AUTÊNTICO (PSD/PPM) e o seu candidato, Professor Álvaro Almeida. Muito já se disse deste projeto: desde “uma loucura”, “uma falta de bom senso”, passando por um quase escândalo em existirmos! Do candidato também se afirma que ” é um desconhecido”. Mas curiosamente só se sublinha isso! Álvaro Almeida não é conhecido por ter interesses económicos na cidade, nem muito menos ter nenhuma imobiliária da qual seja sócio, com familiares. Álvaro Almeida não é conhecido por estar na falência de Bancos. Álvaro Almeida não é conhecido por escândalos financeiros, operações Marquês, paraísos fiscais ou por se passear no jet-set lisboeta. Muitos dos que conhecem bem o candidato à presidência da CMP, alinham pelo seguinte perfil: competente, sério, excelente Professor e Académico, gestor público de referência, determinado, sereno, sensato e portuense de gema! Tem os seus defeitos? Claro que sim, como todos nós…
Mas agora o discurso do “main stream” começa a inverter-se…! Como dizia Ghandi, “primeiro riem-se de nós, depois criticam-nos e no fim ganhamos!”. A candidatura PORTO AUTÊNTICO está claramente na segunda fase! Por muito que publiquem sondagens… A guarda pretoriana daquele de quem se diz “ter isto no papo” teve já necessidade de vir a terreiro atacar esta candidatura para o Porto! Sejam bem-vindos! Venham contribuir para o diálogo! Venham apresentar propostas novas (embora ainda falte cumprir quase TUDO prometido em 2013…). Se Álvaro Almeida estivesse envolvido em alguma situação muito pouco clara, que configurasse, por exemplo, conflito de interesses, esta malta da critica hipócrita aos partidos, já espumava de raiva moral e justicieira…Não o podem atacar por aí! Venham discutir o Porto: que modelo de desenvolvimento económico? que política cultural de proximidade com as Juntas de Freguesia? Que forma de intervir socialmente sem ser puro “fachadismo”? Que “carta desportiva” para a cidade? Que prioridades de salvaguarda e recuperação do Património? que políticas de fixação de pessoas na cidade? Que futuro para os nossos cidadãos mais idosos (não, não é contraditória a palavra “futuro”). Que esperança e que garantias para nossa juventude? Que queremos que seja Campanhã, Pego Negro, Azevedo num futuro que se exige próximo? Que “casamento” feliz queremos que seja o do Turismo com os portuenses? Até agora, desculpem, não vi nada disto!!! Vi apenas discussão de lugares (a chamada mercearia…), acusações de traição, arrogância e ingratidão, culto da personalidade, controle da imprensa, censura “salazarista” à comunicação social… Muito pouco, muito vazio e muito receio para quem diz que ” o meu partido é o Porto”. Talvez seja…! Mas não se pretenda confundir os eleitores! O Porto que está subjacente, é o Futebol Clube do Porto! É no fundo essa ambição pessoal que o move, porque isto de construir o futuro de uma cidade dá muito trabalho!
PORTO AUTÊNTICO! É UM ORGULHO FAZER PARTE DESTA EQUIPA QUE VAI DEVOLVER A CIDADE AOS PORTUENSES.

ÁLVARO ALMEIDA: Um Presidente Autêntico

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Sonhos…

Eles não sabem, nem sonham, 
que o sonho comanda a vida, 
que sempre que um homem sonha 
o mundo pula e avança 
como bola colorida entre as mãos de uma criança.” 
António Gedeão

Um dia, António Costa sonhou ser Primeiro Ministro. No caminho, apesar de algumas vezes tortuoso e pouco ético, conseguiu criar dinâmicas que alteraram definitivamente a forma de fazer política em Portugal. Nem sempre os caminhos da mudança são retilíneos, mas, ao contrário do que pensam os conservadores de esquerda ou direita (são tão iguais nos seus preconceitos e prática), o saldo é sempre positivo. Não se deve e felizmente não se consegue travar o progresso. (Ler Mais…)

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