Sarah Corsino

Sarah Corsino

Nascida em Lisboa mas educada em Cascais, onde continua a viver e a trabalhar, as raízes familiares são Minhotas (Viana do Castelo e Ponte de Lima). Viveu uma parte da sua infância em Díli, Timor-Leste, algo que faz parte do significado “Felicidade”.

Mãe de um matulão com 1,92cm e Avó de uma garota de 8 anos, a qual considera o seu próprio “retrato” pois têm a mesma postura e a mesma “refilice natural”, sente-se uma mulher realizada no campo emocional. Se um Filho nos enche o coração, uma Neta enche-nos a Alma. Irmã de muitas irmãs (4 raparigas), habituou-se a viver com muita agitação e muita gente à sua volta. Necessitada de silêncio, aprendeu a isolar-se mesmo estando rodeada de pessoas. Dá uma enorme importância aos amigos, tendo algumas amizades desde a primária. Algumas amigas que pode considerar como irmãs.

Licenciada em Direito e mestranda de “Gestão e Administração Autárquica”, entre outras habilitações, sempre conseguiu conciliar a sua vida profissional com um pé na pública e o outro pé na privada. Desde ter sido Assessora do Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros (2 anos) até Adjunta/Chefe de Gabinete de um Vereador (8 anos), tem orgulho em pertencer aos quadros da Câmara Municipal de Cascais há mais de 20 anos. A nível privado é consultora externa, formadora, sócia de uma empresa de consultoria – Bten, S.A. – e foi Secretária de Sociedade da “Fantasia Park, S.A.”

A par destas actividades sempre foi muito ligada à vida cívica e politica. Voluntária da Cruz Vermelha, membro do Rotary Club Parede-Carcavelos, Administradora da Cooperação de Bombeiros da Parede, sócia da “Crescer Ser”, entre muitas outras.

Foi militante do PSD desde os 15 anos. Politicamente teve a sorte de ter convivido com bons “formadores”, nomeadamente Marcelo Rebelo de Sousa e António Capucho, militantes da Secção de Cascais a que sempre pertenceu. Ocupou diversos lugares políticos. Candidatou-se a tantos outros, saindo perdedora de uns mas vencedora noutros. Foi uma “escola de vida”. Não se revendo no actual partido, que de social-democracia já só tem a sigla, resolveu sair definitivamente do PSD o ano passado, dado achar que as suas políticas neo-liberais não seguem a matriz politica iniciada por Sá Carneiro.

Convidada para integrar a lista de Deputados pelo círculo de Lisboa, como independente, pelo recente partido “NÓS, Cidadãos!”, abraçou o desafio com muito carinho. Após algumas insistências – não foram necessárias assim tantas – aceitou ser militante do NC, sendo a actual Presidente da Distrital de Lisboa. Voltou a sentir-se rodeada de verdadeiros social-democratas. Regressou às origens!

Sente-se uma Mulher feliz!

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