Fernando Figueiredo

Fernando FigueiredoForjado na Beira Alta, aos 54 anos, dá-se por bem casado e aprecia a companhia de três filhos, dois ainda na fase de espalhar magia a toda a hora; em família dá-se como feliz, apenas por o fazerem feliz.

Como os duros, estudou na Academia Militar, que não é para meninos – e na época em que ainda se viajava de pé no comboio! – mas teve ainda tempo para voltar a queimar as pestanas em Gestão de Recursos Humanos. Depois de 36 anos “militarizado” vê-se agora na reserva a procurar ser “civilizado”.

Em termos profissionais esteve no Iraque e voltou para contar, também esteve em Timor onde bebeu água de coco e visitou Jaco, erro fatal que lhe deixou o coração preso nas valorosas gentes timorenses e nas paisagens únicas do país que ajudou a ver nascer independente, já no Século XXI.

Despiu a farda e virou-se para os negócios mas só aceita contratos onde a ética, a honestidade e a responsabilidade social entrem como parceiros.

Homem sem grande preocupação em fazer amigos, escreve o que entende sobre quem não consegue entender. Tais liberdades já lhe valeram um par de processos em tribunal, sem nunca se ter declarado Charlie.

A genética deixou-o sem um único cabelo mas está careca de saber que os valores do trabalho, da solidariedade, da ética e da sã amizade são o maior legado que o pai lhe deixou.
Benfiquista moderado, gosta mesmo é de um bom jantar na companhia dos melhores amigos. É garantidamente mais bonito ao vivo do que nesta foto.
Está em Timor-Leste de onde acompanha com preocupação e muitas vezes com profunda mágoa a realidade politica e social de Portugal e com sentida vergonha a diplomacia feita em língua portuguesa. Por causa da diferença horária as noticias por vezes chegam tarde e na hora que devia estar a dormir escreve neste espaço “as suas insónias”!

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