A história que se repete e que não queremos ver

Daesh executes 32 security forces in central Iraq

Os atentados na Bélgica seguiram-se aos de Paris, que se seguiram aos da Indonésia, da Tunísia, de Madrid, de Londres, de Nova Iorque, e de tantos outros. A frequência e a massificação destes atos levam-nos à óbvia conclusão: anda por aí uma guerra, está em todo lado, é global.

Se vivêssemos nos anos quarenta do século passado, porventura, seriamos mais pragmáticos e chamaríamos a este fenómeno de Guerra Mundial, desta feita, a terceira. Como, no ocidente, gostamos de ser cosmopolitas achamos por bem designar tudo isto de atos de terrorismo, como se o Estado Islâmico fosse a ETA ou o IRA. Como se não houvesse diferença entre independentistas e expansionistas. Como se não dissessem ao que vêm e o que querem.

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