Porque é que os jovens emigram e não querem voltar?

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O supercomputador Titan, residente nos EUA, contém um número abismal de transístores, mais propriamente 177 biliões, e aproximadamente 5 ligações entre cada transístor. Superior ao Titan, o cérebro humano tem cerca de 100 mil milhões de neurónios, cada um deles ligado a 10 mil neurónios, transmitindo sinais de neurónio para neurónio através de mil biliões de sinapses. É este o potencial do cérebro humano.

Os cerca de 260 mil Portugueses que emigraram desde 2008 a 2014 (segundo dados da Pordata) representam este potencial perdido. Apesar desta situação, o concurso Valorização do Empreendedorismo Emigrante (VEM) lançado em Julho de 2015 não conseguiu mais do que captar cerca de 80 Portugueses. A questão que se levanta é por conseguinte: Porque é que os jovens emigram e não querem voltar? Numa primeira análise, podíamos responder com o simples argumento de que não há trabalho. Contudo, esta questão exige uma análise histórica e contextual.

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A Inovação e os Governos: Pensar Fora do Vulgar

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Quando se desafia um grupo de pessoas a identificar, durante um período de dois minutos, possíveis aplicações para um clip, a maioria dos presentes consegue imaginar quatro cenários. Curiosamente, perante uma situação semelhante, quando de antemão se transmite aos entrevistados a necessidade de conceberem aplicações não tradicionais para um clip, (por exemplo, fundir uma centena de clips e produzir uma esfera de metal) o número de respostas mais frequente aumenta de quatro para doze. Este processo mental denominado “Pensar Fora do Vulgar” (PFV) é, actualmente, um factor extremamente importante no desempenho e funcionamento das instituições económicas.

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À Procura de Nós

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Em Portugal, a  importância dos padrões culturais no desenvolvimento económico é quase sempre ignorada. A ideia mais corrente é que desde que existam recursos naturais, pessoal qualificado e capacidade técnica, as organizações brotam, o capital floresce, a economia acelera. Contudo, nas democracias modernas, o desenvolvimento da economia depende da capacidade de organização das instituições, a qual depende da forma como os cidadãos se associam em comunidade. Quando a noção de comunidade é frágil, o grau de organização das instituições é precário, a economia vacila, o progresso é contido. (Ler Mais…)

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