O amor, o tempo e as ondas do mar

Filhota linda, Princesa da minha Vida, talvez ainda não tenhas percebido o valor precioso do tempo, das horas, dos dias, dos meses, dos anos. Da vida. É normal. Está tranquila. Comigo passou-se o mesmo. Na tua idade temos e vivemos com a sensação de eternidade.

Mas o tempo passa. Passa rápido. É verdade. Este tempo voa depressa, muito depressa, como uma ave de rapina que nos consome os dias, que deviam ser de amor, mas que mais se parecem com uma presa apanhada. E cada dia que passa não volta. Acredita que não volta mesmo. Um dia vais perceber isto mesmo. Como eu também percebi quando cresci.

Sabes, filhota linda, estas são coisas da vida de quem se habituou a ver o tempo passar com a idade.

Mas fica tranquila. Tens uma vida pela frente. Eu é que já não tenho tanto tempo.

Por isso se um dia eu já não estiver por cá para te dar a mão, e o teu coração apertar, lembra-te que a vida é como o mar. Com ondas. Ora serenas e tranquilas, ora pesadas e reoltas. Sempre que se aproximarem ondas pesadas não te assustes, respira fundo, mergulha e deixa-as passar. Quando vieres à tona verás que o pior já passou. E a seguir virão ondas serenas que serão o sal da tua vida que desejo muito feliz, repleta de amor.

Saudades, muitas saudades. Do teu sorriso lindo de menina boa, dos teus beijinhos doces, das tuas meiguices singulares. Por muito tempo que passe estarás sempre presente no meu coração, ao longo dos meus dias, nas noites longas que passo sem dormir, nas lágrimas que correm discretamente pelo meu rosto, nas viagens sem fim.

Meu Amor maior, de uma coisa nunca tenhas dúvidas, amo-te muito, muito mesmo!

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Um santanista desde miúdo

Estas eleições para a presidência do PSD estão a dar-me um gozo especial. A candidatura de Pedro Santana Lopes baralhou todos os tacticistas do costume. É completamente desprezível ver o comportamento de algumas pessoas. A dependência da política e a cegueira pelos lugares nem permite à maioria darem-se conta das suas figuras ridículas. Mas estes tacticistas estão enganados. Pedro Santana Lopes é um homem diferente, é um político humanista, experiente e corajoso que nunca será refém de nenhum apoio nem se deixará manietar por ninguém.

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Reflexões, Ingratidões, Maldades e o Amor, sempre o Amor!

Tenho dias que sinto que existem neste nosso mundo muitas pessoas más e ingratas.Infelizmente estás duas “qualidades” andam muitas ocasiões de mãos dadas.Tenho dias que sinto que me devia dedicar a fazer mais isto ou aquilo. Que devia ter mais reconhecimento público.Tenho dias que sinto que devia ser eu a desempenhar determinadas funções. Ainda por cima vida tem-me demonstrado que tenho talento e potencial mais que suficiente.

Mas algo aconteceu nos últimos anos que se acentuou nos últimos meses. Ao mesmo tempo que olho para trás e penso se deveria tê-lo feito ou não ouço uma voz muito serena dentro de mim que me diz: “Paulinho essas coisas não são para ti e tu sabes bem disso”. E acho que é mesmo assim. A verdade é que tive essa vida durante anos atrás e optei por me afastar dela. Sim, é verdade, tinha mais uns euros no banco, mas sinceramente isso tornou-me um homem muito mais infeliz do que sou hoje.

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Hoje regresso ao PSD para ajudar na sua “refundação”

Após 25 anos de militância no PSD tomei a decisão, no dia 19 de Setembro de 2016, de me desfiliar do Partido Social Democrata.

Ao longo destes longos anos desempenhei funções partidárias ao nível concelhio, distrital e nacional na JSD e no PPD/PSD, tendo sido mesmo eleito, em 2002, Militante Honorário em Congresso Nacional da JSD.

Tenho um profundo orgulho em ser social-democrata. Uma social-democracia que teve a sua génese em Eduard Bernstein e Willy Brandt e seguidores como Helmut Schmidt, Olof Palme e Francisco Sá Carneiro.

O PPD/PSD foi durante muitos anos um partido do centro que defendia o estado social assente em três pilares basilares, a saúde, a educação e a segurança social. E que estes pilares deveriam ser assegurados pelo Estado.

Esta é a social-democracia em que acredito, que defendo e continuarei a defender para o meu País.

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O futuro político de Passos Coelho e do PSD

As últimas sondagens apontam para que o PSD possa ficar abaixo dos 20% em Lisboa, Porto, Coimbra, Oeiras, Gaia, Gondomar, Matosinhos, Porto, entre outras importantes cidades, sendo que na Invicta possa mesmo ficar abaixo dos 10% e que na capital Teresa Leal Coelho possa ficar atrás de Assunção Cristas.

Apesar destas sondagens indicarem uma hecatombe eleitoral para o PSD, nos grandes centros urbanos, onde se concentram a maioria dos eleitores, confesso que não quero acreditar nestes resultados mas tenho a honestidade intelectual de reconhecer que parece existir um efeito “António Costa” a potenciar os resultados do PS.

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Nas próximas eleições não fique em casa: vote, saiba onde e como votar

A elevadíssima abstenção deveria deixar todos os partidos políticos muito preocupados, mas o passado tem mostrado que não. Porque será? Confesso que não tenho uma resposta, mas fica a ideia que esta situação pouco ou nada incomoda os políticos.

É notório que a abstenção tem funcionado como uma forma de protesto dos eleitores face aos políticos que têm governado o nosso País. Porém o distanciamento dos cidadãos não é um fenómeno recente, muito menos um problema que afecte apenas o nosso País. Nas últimas presidenciais americanas quase metade dos eleitores não participaram nas eleições. O problema da abstenção tem raízes profundas, que vão desde o crescente descontentamento com os políticos até ao desinteresse pelo fenómenos político, pelo que não existe uma solução mágica para o resolver.

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Sarrabulho não é o mesmo que Sarrabulhada

Um dos meus melhores amigos vive em Ponte Lima. Por isso, regularmente visito a terra do arroz de sarrabulho e do vinhão e vou estando atento ao fenómeno político limiano. Aliás quem não se lembra do Orçamento de Estado “ do queijo limiano”, negociado com Daniel Campelo, no tempo do governo do Eng. Guterres.

Agora quando visito Ponte de Lima vejo que começou a poluição visual. Mas pior ainda é constatar que quem está no poder tem muitos mais recursos e, por isso, parte na corrida uns metros à frente. Mas como em tudo na vida, não interessa como começa, interessa sim, como acaba.

Refiro-me aos cartazes políticos, às figuras, aos slogans, à presença intrometida e invasiva de muitos. Confesso que mesmo que quisesse estar alheio ao fenómeno político não conseguiria dado este inebriante folclore minhoto.

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