Hoje regresso ao PSD para ajudar na sua “refundação”

Após 25 anos de militância no PSD tomei a decisão, no dia 19 de Setembro de 2016, de me desfiliar do Partido Social Democrata.

Ao longo destes longos anos desempenhei funções partidárias ao nível concelhio, distrital e nacional na JSD e no PPD/PSD, tendo sido mesmo eleito, em 2002, Militante Honorário em Congresso Nacional da JSD.

Tenho um profundo orgulho em ser social-democrata. Uma social-democracia que teve a sua génese em Eduard Bernstein e Willy Brandt e seguidores como Helmut Schmidt, Olof Palme e Francisco Sá Carneiro.

O PPD/PSD foi durante muitos anos um partido do centro que defendia o estado social assente em três pilares basilares, a saúde, a educação e a segurança social. E que estes pilares deveriam ser assegurados pelo Estado.

Esta é a social-democracia em que acredito, que defendo e continuarei a defender para o meu País.

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O futuro político de Passos Coelho e do PSD

As últimas sondagens apontam para que o PSD possa ficar abaixo dos 20% em Lisboa, Porto, Coimbra, Oeiras, Gaia, Gondomar, Matosinhos, Porto, entre outras importantes cidades, sendo que na Invicta possa mesmo ficar abaixo dos 10% e que na capital Teresa Leal Coelho possa ficar atrás de Assunção Cristas.

Apesar destas sondagens indicarem uma hecatombe eleitoral para o PSD, nos grandes centros urbanos, onde se concentram a maioria dos eleitores, confesso que não quero acreditar nestes resultados mas tenho a honestidade intelectual de reconhecer que parece existir um efeito “António Costa” a potenciar os resultados do PS.

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Nas próximas eleições não fique em casa: vote, saiba onde e como votar

A elevadíssima abstenção deveria deixar todos os partidos políticos muito preocupados, mas o passado tem mostrado que não. Porque será? Confesso que não tenho uma resposta, mas fica a ideia que esta situação pouco ou nada incomoda os políticos.

É notório que a abstenção tem funcionado como uma forma de protesto dos eleitores face aos políticos que têm governado o nosso País. Porém o distanciamento dos cidadãos não é um fenómeno recente, muito menos um problema que afecte apenas o nosso País. Nas últimas presidenciais americanas quase metade dos eleitores não participaram nas eleições. O problema da abstenção tem raízes profundas, que vão desde o crescente descontentamento com os políticos até ao desinteresse pelo fenómenos político, pelo que não existe uma solução mágica para o resolver.

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Sarrabulho não é o mesmo que Sarrabulhada

Um dos meus melhores amigos vive em Ponte Lima. Por isso, regularmente visito a terra do arroz de sarrabulho e do vinhão e vou estando atento ao fenómeno político limiano. Aliás quem não se lembra do Orçamento de Estado “ do queijo limiano”, negociado com Daniel Campelo, no tempo do governo do Eng. Guterres.

Agora quando visito Ponte de Lima vejo que começou a poluição visual. Mas pior ainda é constatar que quem está no poder tem muitos mais recursos e, por isso, parte na corrida uns metros à frente. Mas como em tudo na vida, não interessa como começa, interessa sim, como acaba.

Refiro-me aos cartazes políticos, às figuras, aos slogans, à presença intrometida e invasiva de muitos. Confesso que mesmo que quisesse estar alheio ao fenómeno político não conseguiria dado este inebriante folclore minhoto.

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Um PSD autofágico

Ontem uma noticia do Jornal I envolvia o nome do Pedro Duarte num “polvo” que falava de viagens pagas pela Microsoft a políticos portugueses. Sou amigo do Pedro Duarte há mais de 25 anos. É uma pessoa de uma honestidade e ética acima de qualquer suspeita. Acredito e não duvido que a Microsoft – a maior empresa do mundo – faça convites a milhares de empresas e instituições para os mais diversos eventos para promoção dos seus produtos e serviços. Aliás uma das minhas empresas é partner da Microsoft. Eu próprio já fui convidado para os seus eventos em que me ofereceram simbolicamente uma ou outra refeição ou actividade lúdica mas foi sempre a minha empresa que pagou as viagens e a maioria das despesas. Mas uma convicção eu tenho, é que o Pedro Duarte ou a Microsoft, através de sua indicação, tenha pago alguma vez uma viagem a um político português de forma a obter qualquer favorecimento ilícito. Ontem o Pedro Duarte desmentiu de forma clara a notícia. (Ler Mais…)

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A verdade sobre Luís Filipe Menezes que ninguém vai conseguir apagar

Luís Filipe Menezes liderou, a Câmara Municipal de Gaia, durante 16 anos. Foram 4 mandatos autárquicos. E 4 maiorias absolutas.

Recordo-me que foi no Verão de 1997 que Menezes tomou a decisão de se candidatar-se à Câmara de Vila Nova de Gaia. Na altura definiu um projecto muito ambicioso para trazer Gaia do terceiro para o primeiro mundo.

Antes de mais e, desde já, quero fazer uma declaração de interesses. Sou amigo de Luís Filipe Menezes há muitos anos. Não lhe conheço especial riqueza, nem vida de luxo, para quem foi médico pediatra, exerceu funções no governo de Portugal, presidente da Câmara de Gaia e Presidente do Partido Social Democrata. Aliás, bem pelo contrário, é um homem simples, com uma família simples. Por isso não consigo ler algumas coisas que, de tempos a tempos, vejo escritas ou faladas sobre a sua pessoa e família.

O meu percurso político partidário foi feito ao seu lado apesar de nem sempre ter estado de acordo com ele. Uma dessas ocasiões foi quando escolheu Marco António Costa para seu vice-presidente. Não é novidade para ele. Já lho disse várias vezes. Entendo que Marco António é um “peso” deveras pesado que Menezes carrega desde o dia em que fez essa opção até aos dias de hoje.

Apesar de amigos nunca fui seu vereador, nem assessor ou em momento algum as minhas empresas prestaram serviços à Câmara Municipal de Gaia. Por todas estas razões estou muito à vontade para escrever este meu artigo de opinião.

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Novos Partidos

Hoje, no Diário de Notícias,  o Nuno Garoupa escreve um artigo que aborda a questão da formação de novos partidos políticos em Portugal.

O futuro do nosso País preocupa-me muito, por isso, este é um tema que eu, o Nuno Garoupa e mais alguns amigos falamos de quando em vez.

Confesso que há dias que partilho da opinião do Nuno, mas confesso que tenho ocasiões – e os meus amigos sabem disso – quando um tipo de nome André Ventura é colocado na posição de referencial que divide o PSD sobre questões xenófobas ou uma (Á)gata qualquer – que me desculpem os fãs – aparece como candidata a uma Câmara Municipal pelo partido da D. Conceição Cristas, entendo que temos o dever cívico de colocar um travão a este caminho trumptista muito estreito e simultaneamente perigoso que PSD e CDS parecem querer começar a trilhar.

Ainda ontem uma pessoa muito importante na minha vida me dizia que achava que eu voltaria à vida política. Eu disse-lhe que não. E hoje continuo a pensar exactamente o mesmo.

Porém há momentos que sinto que pior que não conseguir formar um novo partido, que preencha o espaço do centro político moderado,  com sucesso é nunca ter tentado.

E este é o dilema que vivo, e que sinto que os meus amigos também sentem, em nome exclusivamente de um Portugal melhor para os nossos filhos e para as futuras gerações.

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Marco de Canaveses: Cristina Vieira pode conquistar Câmara para o PS

Hoje o Semanário EXPRESSO dá conta que o Marco de Canaveses poderá ser um dos 47 Municípios a mudar de mãos nas próximas Eleições Autárquicas.

Desde a primeira hora foi notória a aposta do actual Primeiro-Ministro e Secretário-Geral, António Costa, em ganhar a Câmara Municipal do Marco de Canaveses pela primeira vez para o Partido Socialista.

Por isso Antonio Costa marcou presença na apresentação da candidataura de Cristina Vieira numa iniciativa, marcada pelo entusiasmo, que juntou mais de 1500 pessoas no Parque Fluvial do Tâmega.

A candidata do Partido Socialista é vista como uma humanista, que tem pautado a sua campanha pela elevação, privilegiando o contacto com a população, tendo apresentado propostas concretas para a resolução dos reais problemas dos marcoenses.

Hoje a notícia do EXPRESSO deixa indicaçoes que Cristina Vieira poderá vir a conquistar pela primeira vez a Câmara Municipal do Marco de Canaveses para o Partido Socialista que já foi governada, no passado, pelo CDS, e pelo PSD, que passará assim também a ser  presidida pela primeira vez por uma mulher.

A vitória de Cristina Vieira será um rude golpe para o PSD no panorama político do Distrito do Porto.

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