O INCRÍVEL ACONTECE EM CASTELO DE PAIVA

0É com muita mágoa que assisto desde hoje à destruição da ornamentação que existia na Praça da Independência, referindo-me concretamente aos canteiros de água que davam vida ao arranjo urbanístico concretizado num dos mandatos a que tive a honra de presidir.
A requalificação da Praça da Independência foi um projecto muito debatido na época e que teve como primeira preocupação criar uma zona de proteção aos peões, na envolvência da Igreja Matriz e sobretudo ordenar o trânsito e o estacionamento naquela zona.
Deste modo é com profunda mágoa que, no dia de hoje, assisti ao desmantelamento dos canteiros com projetores de água que ali tinham sido colocados, para em sua substituição surgirem cubos, ficando aquela plataforma toda a cubos.
Deste modo , considero que aquela Praça vai ficar mais pobre, e alertado que fui por muitos Paivenses para o que a Câmara Municipal está a fazer, manifesto por esta via a minha total discordância e repúdio.
Em alguns países, chamados de Terceiro Mundo destrói-se obra feita, para se dizer que se tem obra nova para fazer, espero que aqui não seja o caso.
A exemplo das Tílias retiradas do Largo do Conde o futuro se encarregará de dizer quem tinha razão, e o Povo os julgará.
Paulo Ramalheira TEIXEIRA
Presidente da Camara de Castelo de Paiva de 7.1.1998 a 31.10.2009

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SER POLÍTICO …..

O Professor Cavaco dizia que não lia jornais. Será que via televisão? Também nunca cheguei a saber.
Sempre discordei deste pensamento e atitude, pois quando estamos em funções públicas e concretamente políticas deveremos acompanhar a imprensa nacional, regional e concelhia, ou então termos alguém que nos informe e depois, por exemplo nas televisões fazemos um “andar para trás” na TV e vemos o que não vimos.
Se queremos ser híbridos ou andarmos com pezinhos de lã e tibiezas o melhor é não sairnos de casa.
Felizmente temos pessoas, alguns que nunca foram politicos ou militantes partidários, com coragem que utlizam os meios que têm há disposição, como as redes sociais, e dizem em voz alta aquilo que o Povo fala em surdina, muitas vezes também com medo de ser acorrentado pelo poder.
Infelizmente em.muitas terras deste PAÍS, apesar de celebrarmos 45 anos de Abril de 1974, ainda temos muitos “PIDES” por aí a circular.
Hoje o Povo quando não se revê em quem está no Poder, e muitas vezes sem ter quem os represente na Oposição, utiliza as Redes Sociais ou os artigos de opinião na imprensa escrita e falada, para chamar os “bois pelos nomes”.
Dinâmica e Coragem precisa-se neste Portugal de Abril.
Temos de voltar acreditar.

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POR MAIS FAMÍLIA, E MENOS ESCOLA

Por Mais Família Menos Escola

Escola pública. Que futuro nos espera ?

O sistema educativo em Portugal sofreu uma profunda transformação no período posterior à Revolução de Abril de 1974.

Dos conteúdos programáticos, às instalações, actualmente, nada tem comparação com as primeiras três décadas após 1974. E tudo isto com implicações de alguma dimensão económica nos orçamentos familiares.

Longe vão os tempos, em que ano após ano, usávamos os livros uns dos outros, agora tudo é diferente, todos os anos mudam os manuais e os encargos familiares disparam. São centenas de euros em livros gastos anualmente por aluno.

Mas se a este nível, tudo muda ano após ano, os recintos escolares estão, na minha opinião, cada vez mais descaracterizados.

Com o aparecimento da PARQUE ESCOLAR a escola pública ficou irreconhecível. Se ao nível das novas tecnologias e dos equipamentos que as mesmas incorporam foram dados passos significativos, ao nível do conforto e da eficiência das mesmas tenho sérias dúvidas que tragam benefícios aos utentes das mesmas.

Na minha qualidade de Presidente da Associação de Pais e Encarregados de educação de um Agrupamento de Escolas, com mais de 1900 alunos e mais de 2000 pais, tenho nos últimos meses passado algum tempo na sede do Agrupamento e onde estas situações que aqui descrevo são notórias.

Falo de verdadeiros comboios com aulas, com corredores com mais de cem metros, em que os professores passam aventuras para conseguirem chegar às suas salas de aulas, isto para além do facto do aquecimento destes equipamentos ser de tal forma elevado que os orçamentos que as Escolas dispõem fazem com que por vezes não chegue o dinheiro para pagar o aquecimento ou para simples reparações. A manutenção deste tipo de equipamentos foi algo que a PARQUE ESCOLAR não acautelou e pode levar à falência técnica de algumas escolas.

Naturalmente que, aos pais e encarregados de educação, isto passa um pouco ao lado, pois, para muitos aqueles equipamentos são depósitos de jovens que passam mais tempo nestes equipamentos, do que propriamente em casa.

Costumo dizer com assiduidade que um pai com filhos no ensino pré escolar deixa os seus filhos dentro da sala de aula, quando chega ao primeiro ciclo, a criança é deixada no hall de entrada antes da sala, quando entra no ciclo preparatório fica à porta da Escola e no ensino Secundário o aluno é deixado muitas vezes a umas dezenas de metros da Escola, isto é demonstrativo do afastamento da família em relação à escola.

Existem situações em que os directores de turma passam um ano lectivo sem conseguirem falar com os pais. Muitos encarregados de educação só vão à escola quando são chamados por esta. O procedimento devia ser o oposto. Devia haver uma inter- acção maior, e tudo podia passar, por exemplo, pelos pais e encarregados de educação envolverem-se no movimento associativo que integra a própria comunidade educativa.

É imperioso uma reflexão profunda sobre a Família e a Escola de hoje… O que queremos? Que responsabilidades temos? Que alternativas temos? Como repensar a família e a Escola?

Os professores e os outros actores de um equipamento escolar são peças muito importantes neste processo, até porque é com eles que os nossos filhos passam a maior parte do seu tempo, mas torna-se necessário uma maior participação das famílias no processo educativo.

Porque não criar um regime de voluntariado para muitos pais e encarregados de educação, que tenham disponibilidade, para poderem participar diariamente no auxílio à gestão escolar.

Estes equipamentos têm cada vez menos funcionários para as tarefas que lhes estão adstritas, o voluntariado poderia ser uma solução.

Portugal precisa de MAIS FAMILIA E MENOS ESCOLA, e quem sabe um dia teremos um Portugal diferente para melhor.

— Paulo Ramalheira Teixeira
Presidente da Direção da APAVECP

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SER OPOSIÇÃO

A Lei nº24/98 , publicada no Diário da República n.º 121/1998, Série I-A de 26 de Maio de 1998, diz-nos que “é assegurado às minorias o direito de constituir e exercer uma oposição democrática ao Governo e aos órgãos executivos das Regiões Autónomas e das Autarquias Locais de natureza representativa, nos termos da Constituição e da lei”.

  1. Mas, todos sabemos que em democracia, o papel da oposição é claro, e é a esta a quem cabe fiscalizar a administração, os actos dos nossos governantes,, ser a caixa do correio das propostas e insatisfações populares e, de certa forma, ajudar o governo (nacional ou local) a administrar melhor, criticando, apontando equívocos e incongruências, destacando as consequências de desacertos e denunciando erros e omissões.

Uma Oposição competente contribui para se alcançar o objetivo da ação política. Além disso, deve estar centrada sempre na construção de propostas e apresentar caminhos diferentes dos actuais para garantir maior eficiência do órgão ou órgãos dos quais não é poder e possibilitar o constante crescimento desse mesmo órgão ou orgãos.

Fazer Oposição por fazer Oposição, sem linha de rumo e sem nenhuma coerência, não é correcto. Tem de haver pois uma estratégia. E a estratégia tem de ser colectiva, não é um ser o comandante do navio, e outro(s) quererem a sua promoção pessoal, deixando muitas vezes o comandante sozinho na proa.

Nas Autarquias, nem sempre por vezes conseguimos encontrar no Poder, quem esteve anteriormente na oposição, mas algumas vezes isso acontece. Todavia, muitas vezes alguns chegam ao Poder, e esquecem-se o que diziam e faziam quando estavam na Oposição. É mais fácil estar na Oposição, do que no Poder.

Eu comecei a minha actividade política na Oposição, depois fui Poder, e voltei a estar na Oposição, conheci por isso ambos os ambientes e aprendi que estar ao lado da governação autárquica quando tinha de estar, e contestar quando o devia, e por isso ser Oposição não é somente ser contra, mas sim debater e também contribuir para um futuro melhor.

Um Oposição inconsequente, sem critérios e linha política definida, perde a credibilidade e acaba agindo contra a governação.

Por outro lado, temos de ser livres e desprendidos, económica e profissionalmente falando, de quem está no Poder, sob pena de não termos possibilidade de representarmos verdadeiramente quem nos elegeu, pois temos sempre receio e medo de quem nos paga o salário ou avença ao fim do mês, deste modo estamos sempre, mas sempre condicionados na nossa acção politica.

Sermos livres de actuar, sermos livres de emitir a nossa opinião é muito positivo.

É muito importante, não sermos reféns do poder económico que tantas e tantas vezes, dirige e condiciona o poder político.

Temos de saber pensar por nós próprios, temos de ser independentes desse poder económico, caso contrário cairemos nas mãos dos chamados mandantes, que não sendo eles poder, tutelam de fora para dentro quem o povo dirige.

E como diz o refrão de uma música muito conhecida:

“Ontem apenas fomos a voz sufocada
dum povo a dizer não quero;
fomos os bobos-do-rei
mastigando desespero”.P

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RIO SARDOURA , um recurso hidrico com enorme potencial

A campanha de limpeza do Rio Sardoura começou com uma CANDIDATURA a PROJECTOS DE APOIO AOS CLUBES ROTÁRIOS, promovida pela Fundação rotária portuguesa (FRP), após os incêndios de Outubro de 2017, definindo a FRP essa verba como FUNDO DE CALAMIDADE DISTRITAL.

Fomos desafiados a fazer uma candidature e eu, como representante do Rotary Clube de Castelo de Paiva, junto da Fundação rotary Portuguesa tive de pensar num projecto. Escolhi a limpeza do Rio Sardoura, um projecto diferente daqueles que se andavam a fazer pelo País. Propus então ao meu Clube, na altura presidido pelo Companheiro Carlos Novais e foi aprovado. Passo seguinte era preciso contactar a Cãmara Municipalde Castelo de Paiva e as Juntas de Freguesia e convida-las para parceiros. Todos sem excepção agarraram este projecto

A Câmara apoia com 2.500 euros, correspondendo aos meios técnicos (máquinas), e as Juntas de Freguesia com a mão de obra.

O protocolo entre todas estas instituições foi assinado no passado dia 25 de Outubro e a campanha no terreno começou no passado sabado (27) em São Martinho.

A Camara tratou das autorizações junto da APA, Agencia Portuguesa do ambiente.

O Porquê do RIO SARDOURA ??

Como se sabe, o Concelho de Castelo de Paiva tem cerca de 109 km2 e uma população próxima dos 17 mil habitantes. No passado mês de Outubro de 2017, ardeu uma parte significativa do seu território, atingindo mais de 70% da sua mancha florestal.

Um dos recursos naturais que Castelo de Paiva são os seus recursos hidricos, nem sempre de fácil acesso e muitos deles carregados de árvores e folhagem,uma vez que Portugal abdicou no período pós 25 de Abril de 1974 da sua limpeza, levando à extinção dos guarda – rios. Assim desde essa altura a limpeza dos rios não se faz, o que levou ao aparecimento de espécies arbóreas que  alteraram parcialmente algumas dessas áreas e foram focos de passagem de uma margem para a outra, fazendo autênticas “pontes”, para a passagem do fogo.

Em relação aos recursos hídricos em Castelo de Paiva falamos dos Rios Arda, Sardoura, Paiva e Douro, sendo que os três primeiros são afluentes do Douro e o no caso do Rio Sardoura este tem a quase totalidade do seu percurso no concelho de Castelo de Paiva, passando por 4 das suas seis freguesias, possuindo ainda um ribeiro com caudal idêntico que atravessa quase toda a freguesia de Sardoura.

O Rio Sardoura nasce na freguesia de Santa Eulália (Arouca), concelho de Arouca, local onde inicia o seu percurso de 18 km até desaguar no rio Douro, na freguesia de Santa Maria de Sardoura, passando ainda nas freguesias de Real, de Sobrado e de São Martinho todas elas no concelho de Castelo de Paiva e todas elas abrangidas pelo incêndio de Outubro de 2018. Inclusivamente o Rio Sardoura, é dos cursos de água que constitui a bacia hidrográfica do rio Douro.

Com esta candidatura pretendeu-se arranjar voluntários e financiamento para a limpeza dos principais troços deste Rio Sardoura, nas citadas freguesias e nos locais em que eles têm mais densidade arbórea, evitando focus de propagação de futuros incêndios nas suas margens, permitindo que assim ele possa contribuir em muitas zonas para o desenvolvimento económico do concelho, criando com esta iniciativa novos hábitos, de preservação dos nossos rios.

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Por PORTUGAL

 Em 1997 fui eleito a primeira vez Presidente de uma Câmara Municipal, a de Castelo de Paiva. Vivia eu apenas há 18 meses neste concelho. Durante 12 anos dediquei-me, a tempo inteiro, (abdicando de uma confortavel vida familiar e profissional), de alma e coração, à causa pública. Servi o meu País. Todas as funções que exerci até hoje aos mais diversos níveis foram desempenhadas com o mais elevado grau de responsabilidade. Mais importante do que os partidos, neste área,  fundamento as minhas decisões no serviço da causa pública e procurar fazer o melhor pelo meu País.Em 2017, aceitei mais um desafio, e num concelho diferente daquele que servi de 1998 a 2009. Nunca me arrependi dos actos e decisões que tomei. E aqui recordo quando trabalhava na holding pessoal de Américo Amorim e aceitei ser candidato à Autarquia de Castelo de Paiva, estávamos em 1993. Nesse ano nao venci as eleicoes. Tenho orgulho na obra realizada da cultura ao desporto, da dinamização empresarial às acessibilidades, da educação à saúde, do ambiente à qualidade de vida. Muito se fez, e estou consciente que muito mais há para fazer. Muitos criticam, mas quando chamados a participar na actividade recusam-se e refugiam-se nos textos ou, na era moderna nas redes sociais. Participar  na actividade política é um dever cívico. Todos somos poucos. Todos temos obrigação de continuar a trabalhar por PORTUGAL.
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Por um novo rumo.

A 9 de Dezembro de 2017, a convite do Presidente da CPC do PSD de Castelo de Paiva (aqui na foto comigo e com Pedro Santana Lopes) participei num jantar de Natal de um partido político no qual fui filiado de 1991 a 2017. Foram 26 anos de intensa actividade em que muitas coisas positivas e negativas aconteceram. Entrei pelos meus próprios pés, em Setembro de 1991, através da Secção do Bonfim, na cidade do Porto, cidade onde vivi os primeiros 32 anos da minha vida. Filiei-me sem padrinhos, nem outro tipo de interferências.
Nunca exerci cargos de nomeação política, sempre eleito pelo povo, o que me dá ainda mais liberdade de pensamento.
Como trabalhador mantenho-me até hoje como filiado nos TSD’s, uma organização na qual se pode ser filiado, sem ter de se ser obrigatoriamente filiado no PSD.
Quanto à ligação ao PSD, da mesma forma que procedi em 1991, mas agora usando as novas tecnologias, com um simples email de um parágrafo (5 linhas) desfiliei-me do PSD, a 13.3.2017.
Nos últimos meses tenho assistido a actos semelhantes (desfiliações) de muitos militantes com quem convivi e que representaram o Partido a um nível ainda mais elevado.
Um desses militantes foi Pedro Santana Lopes. Ele não foi um militante qualquer. Ele melhor que ninguém saberá as razões que o levaram a tomar tal atitude.
O que vai fazer daqui para a frente, a ele competirá decidir.
Tenho assistido nos últimos dias a algum aparente nervosismo de alguns militantes sociais democratas.
Vivemos num País livre e democrático. Vivemos num país em que temos de respeitar a liberdade e o pensamento dos outros.
Tal como eu, muitos portugueses não se revêem no pensamento e ação do actual líder do maior partido da oposição.
Sempre aprendi que o futuro a Deus pertence.
Vamos deixar a nau portuguesa andar e que o futuro nos leve a bom porto.
Gosto muito do meu País e é aqui que quero continuar a viver, de uma forma livre e democrática. Pretendo continuar a pensar pela minha própria cabeça, sem os constrangimentos que uma militância partidária assim o exige, e que no na Assembleia da República tem a sua antítese como expoente máximo.

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A IGUALDADE DO GÉNERO

A Igualdade entre mulheres e homens é uma questão de direitos humanos e uma condição de justiça social, sendo igualmente um requisito necessário e fundamental para a igualdade, o desenvolvimento e a paz.

Ao falarmos na Igualdade de Género exige que, numa sociedade, homens e mulheres gozem das mesmas oportunidades, rendimentos, direitos e obrigações em todas as áreas.

Vem isto tudo a propósito da final da taça de Portugal em futebol feminino, realizada no Estádio Nacional, para alguns, estádio de Oeiras para outros, e na presença de 11.714 espectadores.

Este jogo disputou-se no mesmo recinto da final da taça de Portugal em futebol masculino, mas oito dias depois, contando inclusivamente com a mesma entidade organizativa, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

Todavia, havia algo de diferente que distinguia estes dois jogos o sexo dos intervenientes e os protagonistas do camarote presidencial.

Enquanto no jogo dos homens esteve Sua Execelência, o Senhor Presidente da República e o Primeiro Ministro e o Presidente da Direcção da FPF, no jogo feminino esteve o Secretário de Estado do Desporto e o Vice Presidente da FPF.

É pena que tal aconteça, e havia aqui uma oportunidade de praticarmos a igualdade do género.

São nestes pequenos, grandes gestos, que muitas vezes podemos fazer a diferença.

Foi um grande jogo de futebol, esta final da taça de Portugal feminina, mostrou que temos evoluído muito nesta modalidade e tive pena que os principais protagonistas que estiveram no camarote presidencial uma semana antes não tenham marcado presença, isto sem qualquer desconsideração para quem os substituiu.

Espero que em situações futuras tal situação não se venha a repetir, isto porque a igualdade do género tem de se praticar no dia a dia..

 

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