RESPEITEM OS PROFESSORES

Muito se tem dito e escrito sobre a contagem do tempo de serviço dos professores mas o que tem transparecido da propaganda governamental é que os professores teriam aumentos de 900 euros/mês, o que implicava um acréscimo de despesa de 600 milhões só em 2018, ao passo que para outros funcionários públicos o aumento da despesa seria de cerca de mil euros/ano/funcionário.
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PSD – A MUDANÇA NECESSÁRIA

Quando está em cima da mesa a mudança de liderança no PSD, logo se perfilam na linha de partida os suspeitos do costume. Começa-se mesmo a contar “espingardas”!

Será que nenhum deles, tenha dois neurónios a funcionar, ou pior que isso a decência de pensar um pouquinho alem do próprio umbigo, para se perguntar: – GANHAR PARA QUÊ?

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CONDEIXA – O PEQUENO PRINCIPEZINHO

E ao 41º ano Condeixa é mais socialista que nunca! O PS hoje tem maioria absoluta em todos os órgãos autárquicos do concelho: na câmara municipal, na assembleia municipal e em todas as 7 freguesias, mesmo naquelas em que o PSD já foi poder e são, tradicionalmente, locais de forte votação no partido (a EGA, o Zambujal e Vila Seca/Bendafé, por exemplo). É um poder absoluto como nunca se viu na história da democracia em Condeixa.

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COIMBRA VAI GANHAR

Coimbra atravessa um tempo decisivo na perspetiva de, através das próximas autárquicas, serem dados os passos necessários para sair do marasmo e da letargia reinantes.

O apoio do Professor Norberto Pires à candidatura “mais Coimbra” e os pressupostos que o sustentam constituem esse ponto de viragem decisivo. (Ler Mais…)

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Sonhos…

Eles não sabem, nem sonham, 
que o sonho comanda a vida, 
que sempre que um homem sonha 
o mundo pula e avança 
como bola colorida entre as mãos de uma criança.” 
António Gedeão

Um dia, António Costa sonhou ser Primeiro Ministro. No caminho, apesar de algumas vezes tortuoso e pouco ético, conseguiu criar dinâmicas que alteraram definitivamente a forma de fazer política em Portugal. Nem sempre os caminhos da mudança são retilíneos, mas, ao contrário do que pensam os conservadores de esquerda ou direita (são tão iguais nos seus preconceitos e prática), o saldo é sempre positivo. Não se deve e felizmente não se consegue travar o progresso. (Ler Mais…)

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MOVIMENTOS

É publica a minha desconfiança pelos movimentos ditos independentes, e a prática recente só me tem dado razão.

Já nem falo do movimento/partido de Marinho Pinto e das convulsões que no “parto” deram origem a um “nado morto”, mas estou a lembrar-me por exemplo do MUC, ao qual cheguei a aderir e que se encontra em processo de extinção, vitima das patetices de uma Presidente da Direção, mais ou menos auto designada, e ainda mais recentemente do movimento Cidadãos por Coimbra (CpC), que vitima das tentações hegemónicas de tendências ideológico/partidárias internas, caminha a passos largos para uma representação residual na sociedade coimbrã.

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GANHAR COIMBRA

Coimbra, que já foi claramente a terceira cidade do país, logo a seguir a Lisboa e Porto tem vindo a ser ultrapassada por muitas outras cidades, fruto de um estado de estagnação, que permitiu a deslocalização ou encerramento de alguma da pouca industria existente e o definhar do comercio, em vez de acompanhar o progresso registado noutras cidades mais pequenas e com menos condições.

Os políticos locais nunca souberam aproveitar a centralidade e captar a qualidade e capacidade empreendedora dos recursos humanos formados na mais velha e prestigiada Universidade do país.

Feito que está o consensual diagnóstico é preciso deitar mãos à obra e finalmente construir a indispensável mudança. (Ler Mais…)

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INSÓNIAS AUTARQUICAS

A política sem risco é uma chatice e sem ética é uma vergonha!”

O que não posso, porque não tenho esse direito, é calar-me, seja sob que pretexto for”

Francisco Sá Carneiro

Paulo Júlio, ex-secretario de estado do governo de Passos Coelho, de quem não gosto particularmente, mas a quem dou obviamente o beneficio da duvida de ter aprendido com os erros, escreveu num jornal local um artigo sobre a escolha de candidatos às eleições autárquicas que subscrevo na totalidade.

Na verdade, a forma como os partidos têm vindo a escolher os seus candidatos merecia da parte dos eleitores a resposta protagonizada por Saramago num dos seus livros: – o voto massivo em branco!

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