Mentir tornou-se escola no PSD

lajes

Eu estive lá. Creio até ter sido uma das últimas que inaugurou durante o seu mandato e só lamento o facto de ele, Passos Coelho, não ter alvitrado nada, na altura, sobre as péssimas condições em que se encontra o troço da estrada de Coimbra até ali e dali para Coimbra, troço que já merecia também uma recomposição, decerto mais rápida que a morosa construção da ponte que acabava de inaugurar e que tinha nos últimos anos, obrigado centenas de automobilistas a terem que se servir de uma faixa de rodagem dividida em 2 para a passar. Não é por nada: naquela estrada, em especial, a partir daquele ponto até à saída para Souselas, não existe semana em que lá não fique alguém. É de facto uma ponte com história e com um profundo sabor a mentira. Mais uma. Sem pestanejar, com a habitual pose de seriedade que tantos portugueses conquistou no passado. Nada de novo no que concerne ao novo fantoche político da oposição, um homem cada vez mais só se considerarmos que qualquer assessor de imprensa, por mais banais que sejam os seus skills profissionais, teria dito ao patrão que mais valia ficar calado. Sim, calado. Uma das vantagens da internet e da globalização é que a memória neste momento está à distância de uma pesquisa num motor de buscar. Até os estagnados que vivem na mais profunda das memórias selectivas facilmente dão com a coisa num alternativo Bing.

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Senha – O que fizemos nós, liberdade?

O que fizemos de ti, liberdade? Como é que nos adulteraste a este ponto tão ridículo? Todos temos culpa, individual e colectivamente. Fomos e somos demasiado serenos. Não conseguimos sequer ser cívicos quando, no momento em que somos chamados às urnas, metade da população não vota. Somos um povo de brandos costumes. Somos um povo incapaz de sair à rua. Somos um povo com uma ortodoxia demodé ao nível de pensamento. Somos um povo que é agredido diariamente, comendo e comendo de boca calada. Somos diariamente sujeitos à pressão, à manipulação da verdade, ao tráfico de interesses, à luta incessante pelo poder. Somos um povo muitas vezes virado do avesso pelo próprio poder político, o poder a quem demos posse, livremente, quando nos entraste pela casa a 25 de Abril de 1974. Como é que voltamos a cair no erro de nos subjugarmos diariamente a grupos dominantes, sejam eles políticos, sejam eles financeiros? Porque é que nunca conseguimos aproveitar o teu comboio da esperança? Porque é que não conseguimos ser um povo capaz de usar a força da democracia para fazer evoluir este país para mais do que a miséria cultural que nos diariamente nos entra em casa? Errámos todos. Colectivamente. Errámos todos, individualmente.

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Rikers Island: o mundo dos horrores

 

Debaixo dos holofotes da Big Apple, da meca do capitalismo selvagem e do baboso discurso demagógico que os Norte-Americanos possuem sempre que o assunto em causa sejam os mais elementos Direitos Humanos, jaz Rikers Island, um dos maiores complexos prisionais do mundo. Adjacente ao aeroporto internacional de La Guardia, a meio caminho entre Queens e a parte continental do Bronx, este complexo prisional de alta segurança construído em 1932 que tem como função receber presos de alta segurança com graves distúrbios psíquicos está a chocar toda a América, devido aos inúmeros de casos de violência registados nos últimos anos. O caso mais grave e que de resto está a chocar a América nos últimos dias foi o caso da morte de um preso de 39 anos chamado Braddley Ballard. A história de Ballard é uma das dezenas de história que mostra os atropelos aos direitos humanos que são cometidos diariamente nas cadeias norte-americanas, relembrando ao mundo que os Estados Unidos são efectivamente o país que mais atropela os direitos mais básicos do ser humano.

Não tenho qualquer problema em afirmar com toda a segurança que qualquer prisão cubana ou Venezuela terá melhores condições do que uma prisão como Rikers Island. É um facto. Bastará ver estas imagens gravadas pelo histórico programa Norte-Americano 60 segundos.

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Destaques Desportivos da Semana

Nada de novo na Liga Portuguesa

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Em Alvalade, perante 40 mil pessoas (as assistências do José de Alvalade começam a ser uma constante marca indelével do trabalho positivo que o actual presidente está a realizar neste campo particular durante o seu mandato) o Sporting cumpriu a sua missão e bateu o União da Madeira por 2-0. Num jogo em que a equipa leonina, sem Bryan Ruiz no onze titular em detrimento da entrada de Bruno César para a esquerda do meio-campo, a equipa de Jorge Jesus, conseguiu realizar do ponto de vista exibicional uma primeira parte q.b, revelando uma estética de jogo no plano ofensivo muito positiva que garantiu desde cedo os dois golos da vitória. Destaco na mecânica ofensiva leonina a excelente exibição de Teo Gutierrez e a constante profundidade garantida pelos dois laterais. Tanto Schelotto como Zeegelaar construíram imensos lances perigosos pelos flancos, cabendo ao lateral holandês as duas assistências para os dois golos obtidos pelo Sporting na primeira parte. Quanto ao avançado colombiano, reconheço que tenho finalmente visto aquilo que Jorge Jesus decerto viu no colombiano para o pedir como um reforço-chave de plantel no início desta temporada. À semelhança do que era por exemplo Lima no esquema 4x4x2 utilizado no Benfica, o Colombiano aparece finalmente como aquele 2º avançado capaz de ser um jogador determinante na criação de desequilíbrios nos flancos, entrosando-se na perfeição com João Mário e Schelotto através da execução de triangulações nesse mesmo flanco e de, ao mesmo tempo, começar a aparecer finalmente em zonas de finalização mostrando aí uma enorme eficácia na finalização.

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Dia Mundial do Livro – Portugal e o Futuro

portugal e o futuro

Neste que é o Dia Mundial do livro, um dia que deveria servir para a que a comunicação social esquecesse momentaneamente os problemas a que a Humanidade está tão entregue e empenhada e aproveitasse a ocasião para finalmente poder servir a sua função de ferramenta ao serviço do aumento do conhecimento, a dois dias de mais uma comemoração do 25 de Abril, dia em que uma determinada falange do povo português, como cantou José Mário Branco no histórico tema FMI, costuma brindar-nos com a terrível hipocrisia de “sair à rua de cravo na mão a horas certas”, hábito que adaptado à prática moderna, já nem é sair à rua, já nem é coisa nenhuma, materializando-se agora num punhado de batedelas nas teclas para dar vivas às liberdade, ocorreu-me a ideia de relembrar aos portugueses um dos motes que deu força ao Movimento das Forças Armadas.

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Deve existir algum erro na investigação dos Panamá Papers

Ângelo Correia já não se lembra porque trabalhou (como lobbista?) para muita gente. Pedro Queiroz Pereira desapareceu do mapa. Sofia Champalimaud recusa comentar. Em todo o caso, para alívio de todos os males, existe o RERT. Branco mais branco não há.

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