«Portugal é “melhor” e “mais bonito” vezes infinito. Agora são os Açores»
Este título é do Público, no caderno Fugas, e encontrei-o há dias, por simples acaso, em versão on-line. Abri-o e li-o com interesse.
Logo no início percebia-se a sua importância. Para o país e para o Douro. Mas como não o encontrara pelas redes sociais, diligenciei partilhá-lo. Com algum custo, é verdade, mas lá consegui fazê-lo com sucesso. Foi para à página da Douro Generation.
Pode crer o leitor que a partilha não se deveu a qualquer tipo de saloismo. Mas se não somos nós a gostar do nosso país, a manifestar gosto pelo que é nosso, o que esperamos? Que sejam outros a fazê-lo? No caso trata-se de uma atividade económica exportadora, tão elogiada nos tempos que correm. E Portugal, dois dos seus destinos turísticos, aparecem na lista dos melhores e mais belos destinos do mundo. O prémio do European Best Destinations (EBD) das melhores paisagens da Europa foi atribuído aos Açores. O Vale do Douro também está na lista, na 11.ª posição. Num conjunto de (Ler Mais…)
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Este título é do Público, no caderno Fugas, e encontrei-o há dias, por simples acaso, em versão on-line. Abri-o e li-o com interesse.
Há dias, o JN publicou uma nota relativa ao encerramento do Programa “ON.2 – O Novo Norte”, destacando o seu sucesso.
Talvez os dois. Mas quando se pretende – será que se quer mesmo? – fazer do Douro um destino turístico, ou sub-destino, como alguns espíritos miudinhos preferem dizer, o se passou na estação do Pinhão e que um empresário da região me narrou há dias não pode acontecer. Não devia acontecer. Porque poder, lá isso pode. Tanto assim é que aconteceu mesmo. E foi por ocasião do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. Quando se deve valorizar um Sítio classificado pela UNESCO Património da Humanidade, de todos e já não só dos durienses, custa a ouvir.
Em recente visita a Mondim de Basto, o Primeiro-Ministro António Costa anunciou que em finais de Maio terá lugar em Vila Real uma Cimeira Ibérica sobre o tema da Cooperação Transfronteiriça. Antes, pelo que pude ler na comunicação social, terá lugar uma Cimeira Interparlamentar Ibérica.
Esta frase terá sido proferida na Cimeira de Roma do passado dia 25 por Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu. Parece-me carregada de sentido e de oportunidade. Afinal, nestes 60 anos, o que os fundadores e os que se lhe seguiram quiseram construir foi uma unidade que evitasse as guerras fratricidas que destruíram a Europa duas vezes na 1ª metade do século XX, consolidar a democracia, procurar o crescimento económico e o desenvolvimento dos povos europeus, em coesão económica e social.