Avenida Carvalho Araújo e o PEDU

Ocorreu-me esta reflexão quando me apareceram umas notas, sem que as procurasse, de uma reunião da Comissão da Assembleia Municipal que tinha a seu cargo fazer o acompanhamento do Programa Polis. Trataram-se questões da Vila Velha e do Bairro dos Ferreiros. Mas trouxeram-me à memória uma afirmação, agora também proferida, ao que parece, a respeito da zona histórica da cidade, em que se integrava a intervenção, já então prevista, na Avenida, que cito de cor: «é preciso pôr a dialogar o Palácio dos Marqueses com a Sé, ou Convento de S. Domingos». Nada a opor a esse diálogo, mesmo sabendo que a famosa janela manuelina, agora na fachada da avenida, originariamente, fora construída do outro lado do palácio. (Ler Mais…)
(10)Não Gosto
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Serão mesmo tradições? Ou, somente, tiques de modernidade com ares de passado?
Quem diria?! Estão já passados vinte anos sobre a publicação da Lei nº 125/97 – 2 de dezembro, que cria o Museu do Douro.
O adágio popular é, impreterivelmente, repetido no final das festas. Sabedoria popular, dir-se-á. O dinheiro das jeiras podia não ser muito, mas sempre se arranjavam uns escudos para um bolo de carne – a salgadeira, quando a havia, ajudava -, para um bolo mulato e mais alguma coisa que desse ares da sua graça. Depois do arraial, é frase comum por estes lados.
Tão ridículas quão desprovidas de bom senso. E o que temos visto e ouvido por estes dias, são piores do que “as cartas de amor” a que se refere Álvaro de Campos.