Conectados pela distância

Terapia a distancia funciona? Tem validade cientifica? É possível auxiliar uma pessoa em sofrimento em uma outra região remota?

Há alguns dias recebi um e-mail de uma portuguesa que vive em Tokyo com depressão solicitando tratamento e ajuda. Em Tokyo a paciente não tem acesso a psicólogos que falam português…o que podemos fazer para a auxiliar?

Psicoterapia “on lini “ para todos nós foi novidade, um aprendizado, uma realocação dos meios de terapia tradicionais para outro settting terapêutico, o redimensionar do espaço. Foram anos de discussão para chegar se a uma regulamentação a respeito aprovada pelo Conselho Federal de Psicologia do Brasil o CFP que estabeleceu regras e normas ligadas ao código de ética, regulamentando a atividade de aconselhamento a distancia.

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PEDRÓGÃO GRANDE (demissionite… doença actual)

Pedido pelo PSD e com o aval dos restantes partidos foi criada uma Comissão que apresentasse um Relatório Técnico Independente sobre o que realmente se passou no brutal incêndio de Pedrógão Grande onde perderam a vida 64 pessoas.

Esse relatório, um dossier de cerca de 300 páginas foi entregue ontem na Assembleia da República e dado a conhecer a todo o país.

Estava também já agendada uma Sessão especial da AR para a discussão do referido calendário, agenda essa aprovada por todos os partidos.

Mal o Governo soube da conclusão do relatório de imediato agendou uma reunião especial do Conselho de Ministros para o dia 21 de Outubro para discussão do mesmo e poder ou não assumir responsabilidades políticas.

Tudo isto são factos indiscutíveis.

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Tempos novos, vícios velhos

Tive ocasião de, nestas últimas autárquicas, fazer parte de uma lista candidata a um dos órgão municipal. Já não o fazia há uma série de anos porque não me identificava com as posturas do PSD local, lá é mesmo PSD, o PPD só agora é que vem ressurgindo aos poucos.

Nestas eleições, para além das candidaturas naturais dos Partidos haviam três candidaturas independentes das quais só uma vingou tendo sido vencedora em quase todo o Concelho. Essa candidatura, habilmente dissidente do PS local consegui congregar votos à Esquerda e à Direita e tal aconteceu apenas porque os militantes do PSD resolveram fazer uma leitura diferente do cenário local. Viram nessa candidatura uma forma de se “vingarem” do Poder que lá havia vigorado durante as últimas décadas deixando cair o seu candidato, o seu projecto e as suas equipas. Olhando mais para a sua agenda pessoal do que para a de todos os habitantes do Concelho. (Ler Mais…)

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PSD – A MUDANÇA NECESSÁRIA

Quando está em cima da mesa a mudança de liderança no PSD, logo se perfilam na linha de partida os suspeitos do costume. Começa-se mesmo a contar “espingardas”!

Será que nenhum deles, tenha dois neurónios a funcionar, ou pior que isso a decência de pensar um pouquinho alem do próprio umbigo, para se perguntar: – GANHAR PARA QUÊ?

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Notas breves a partir do silêncio

A minha presença neste blogue começou por me apanhar numa altura em que não só não acreditava que tivesse algo de importante a dizer, como não sentia especial interesse por nada do que me circunscrevesse neste circo mediático onde habito, como a isso se somava uma dúvida muito pouco metódica sobre as possibilidades da linguagem como ponte para um mais profundo entendimento entre as pessoas.

Claro que ela continua a ser fundamental para muitas actividades humanas essenciais, da ciência, das várias ciências, à política, passando pela cultura, pela economia. Talvez seja uma ideia herética para alguém que, como eu, se formou área da comunicação e da expressão, admito. Aí defendo-me com aquilo que a experiência teatral tem contaminado a minha vida: o interesse cada vez maior pelo paradoxismo do acto de comunicar.

Quantas e quantas vezes a nossa vontade de comunicar nos atrasa, nos dificulta, nos impede a melhor comunicação com o outro?

A importância do silêncio, a natureza verdadeiramente implosiva do silêncio.

Escrever isto num país habitado pela sombra tentacular de um salazarismo que, como referiu José Gil, promoveu em cada um de nós um “medo de existir”, pode parecer muito perigoso. Não se trata nunca de um “porque não te calas” arrogante, muito mais um “contra o ruído do mundo oponho o meu silêncio”.

Esta necessidade de ir em busca do silêncio é cada vez mais forte quanto cada um de nós parece uma bomba-relógio de agendas que nos são subtilmente sugeridas, impostas. Somos dispositivos expressivos e de comunicação, somos quase extensões dos objectos e dos pacotes de comunicação que compramos, e no entanto paradoxalmente, produzimos cada vez mais lixo ideológico.

O que é que acham disto?

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CONDEIXA – O PEQUENO PRINCIPEZINHO

E ao 41º ano Condeixa é mais socialista que nunca! O PS hoje tem maioria absoluta em todos os órgãos autárquicos do concelho: na câmara municipal, na assembleia municipal e em todas as 7 freguesias, mesmo naquelas em que o PSD já foi poder e são, tradicionalmente, locais de forte votação no partido (a EGA, o Zambujal e Vila Seca/Bendafé, por exemplo). É um poder absoluto como nunca se viu na história da democracia em Condeixa.

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Hoje regresso ao PSD para ajudar na sua “refundação”

Após 25 anos de militância no PSD tomei a decisão, no dia 19 de Setembro de 2016, de me desfiliar do Partido Social Democrata.

Ao longo destes longos anos desempenhei funções partidárias ao nível concelhio, distrital e nacional na JSD e no PPD/PSD, tendo sido mesmo eleito, em 2002, Militante Honorário em Congresso Nacional da JSD.

Tenho um profundo orgulho em ser social-democrata. Uma social-democracia que teve a sua génese em Eduard Bernstein e Willy Brandt e seguidores como Helmut Schmidt, Olof Palme e Francisco Sá Carneiro.

O PPD/PSD foi durante muitos anos um partido do centro que defendia o estado social assente em três pilares basilares, a saúde, a educação e a segurança social. E que estes pilares deveriam ser assegurados pelo Estado.

Esta é a social-democracia em que acredito, que defendo e continuarei a defender para o meu País.

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A vida difícil dos enfermeiros

Infelizmente, por razões inerentes á minha saúde e de familiares meus, tenho sido cliente de alguns hospitais, nomeadamente Senhora da Oliveira, Pedro Hispano, IPO e S. João.

Em todos eles tenho encontrado enfermeiros dedicados, conscientes, preocupados e eficazes.

Aqui e ali cansados mas sempre motivados para exercerem dignamente o seu trabalho mesmo em momentos de fraqueza física que muitas vezes se vislumbra.

Sabemos que teriam razões para se desmotivarem pois não têm vindo a ser dignamente tratados pela tutela.

E não têm mesmo… Falta de incentivos, de horários dignos, de ordenados justos.

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