O ódio e a prisão

Um jantar. Coletividade, exposição pública, oportunidade para denegrir terceiros. A visão: no coro da despeitada, vocifera o ódio a seu ex-marido. Em quatro horas no jantar de “confraternização” no restaurante, três foram destinadas à exposição de seu ex-amor: “Canalha”, “bandido”, “lhe dei os melhores anos de minha juventude”, “vagabundo”, “vivia fazendo falcatruas”, “só quis me usar para projeção social”, “adorava usar meus vestidos e calcinha”. Durante o jantar, quando um indivíduo se cansava de ouvir a ladainha, ela escolhia outro, depois outro, mais outro até que, ao final, juntam-se outros dois na odisséia das lamentações. Ao imaginar o fundo musical adequado ouça “Vingativa”, das Frenéticas, ou “Eu não sou cachorro não”, de Waldick Soriano.

O amor travestiu-se de ódio e a regra é o despeito. Vingança, necessidade de destruir o passado, mesmo que nesta empreita o indivíduo não perceba às claras que ele se destrói. Se destrói por ficar escravo do amor que se travestiu de ódio. Este é o despeito, que torna infelizes seres outrora desagradável convívio. Belicosidade, raiva e necessidade de acabar com quem conviveu na fofoca e maledicência. Existem despeitados na área afetiva, na vida acadêmica, em relacionamentos profissionais em todos segmentos da existência.

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Pedro Sampaio reforça equipa do Blogue Insónias

Pedro Sampaio

HABILITAÇÕES ACADÉMICAS

Licenciatura em Ciências Históricas pela Universidade Portucalense Infante D. Henrique;

ACTIVIDADE PROFISSIONAL

Técnico Superior da Faculdade de Letras da Universidade do Porto;

Exerceu funções de assessoria à Direção da FLUP. Atualmente é responsável por parte da agenda cultural da Faculdade de Letras e colabora com o seu Centro de Linguística.

Colaborou com o Instituto de Língua Portuguesa da FLUP;

Fez parte de 1990/91 a 2001/2002 da Assembleia de Representantes da FLUP, membro do Conselho Diretivo da Faculdade e membro do Senado da Universidade do Porto.

Foi Secretário da Comissão Nacional de Avaliação Externa dos Cursos de História.

Director do Departamento Municipal de Museus e Património Cultural da CMP, entre Abril de 2010 e Setembro de 2012 e Chefe de Divisão Municipal de Museus e Património Cultural entre Setembro de 2012 e Janeiro de 2014.

Fez parte do Júri do Prémio “João de Almada” em representação da CMP, nas edições de 2010 e 2012;

Deputado pela Assembleia Municipal do Porto em 2009 e 2010;

Participou como orador em vários colóquios, debates e reportagens;

ARTIGOS PUBLICADOS

– Participação no Livro “CULTURA E SOCIEDADE”, com o artigo “BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO CULTURAL”, p.173. Cordão de Leitura, 1ª Edição, CMP, abril de 2012.

– Artigo para as ATAS DO I CONGRESSO “VINHA E VINHO”, Porto, org. CEPESE, outubro de 2010, com o título: “O Museu do Vinho do Porto: criação, práticas e desenvolvimento”.

COORDENAÇÃO DE PUBLICAÇÕES

Coordenou, enquanto Diretor do Departamento Municipal de Museus e Património Cultural, a organização e elaboração das publicações:

MUSEUS DA CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO – Recordação Ilustrada das Coleções, ed. da Câmara Municipal do Porto, 2013, financiada pelo Programa Especial Regional do Norte ON2;

CATÁLOGO DOS 25 ANOS DO PRÉMIO JOÃO DE ALMADA, Caleidoscópio Editora, 2012.

PRÉMIOS NO ÂMBITO PROFISSIONAL

Prémio Nacional 2013 “Conservação e Divulgação do Património”, atribuído ao Banco de Materiais, da Divisão Municipal de Museus e Património Cultural da CMP, atribuído pelo projeto “SOS AZULEJO” da Polícia Judiciária. Presidente do Júri: Prof. Doutor Vítor Serrão. Recebido em Lisboa, em maio de 2013, no Palácio do Marquês de Fronteira;

Prémio “Parcerias 2013” atribuído ao projeto “Rota dos Museus” pelo ICOM (Instituto dos Museus e da Conservação), pelo Dr. João Neto, juntamente com outras Divisões da área da Cultura, da CMP e outros Museus da Cidade;

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Enfermeiros Especialistas a custo Zero num SNS de Excelência? 

Centro Hospitalar Médio Tejo EPE, e Hospital de Guimarães lançaram um concurso para Enfermeiros Especialistas com a remuneração equivalente aos Enfermeiros de Cuidados Gerais! 
Os motivos por detrás destes concursos sugeriam o pior. Desta vez Ordem dos Enfermeiros e Sindicato dos Enfermeiros foram céleres a tomar uma posição. Bem haja. Espero que a atitude se repercuta em todas as outras dimensões, pois os tempos assim o exigem. 

Contudo enquanto tudo isto acontece, na maioria dos hospitais é-lhes reconhecida excelência clínica, o que me leva a questionar de que forma é que são avaliados tendo em conta a falta de respeito que tem sido exercido sobre os profissionais de saúde, nomeadamente os de Enfermagem. 

Pude verificar que é tudo baseado em indicadores de processo o que me leva a perguntar: 

PARA QUANDO AVALIAÇÃO PELOS GANHOS EM SAÚDE OU INDICADORAS DE RESULTADO?

Cada vez mais é preciso medir e traduzir o conhecimento em ganhos em saúde que os cuidados de ENFERMAGEM produzem. Infelizmente muita informação de nada vale se não for transformada em conhecimento. 

O ICHOM incita os prestadores de cuidados de saúde de todo o mundo a compararem os resultados em saúde, com os conjuntos padronizados por condição médica, para que os prestadores de cuidados de saúde possam aprender e melhorar globalmente.

Estes conjuntos padronizados de resultados medem os cuidados de saúde com base no valor que estes produzem efetivamente para o doente. Por valor, entende-se quão melhor ficou realmente o doente por consequência de uma intervenção médica e quanto custou chegar a este resultado. 

Medir com base no valor que os cuidados de saúde produzem para o doente pode realmente ser útil para todos os agentes do sistema de saúde – para os profissionais de saúde, para o Estado/para os financiadores dos sistemas de saúde, para os gestores das organizações de saúde, e, claro, para os doentes.

Por isso colegas, o caminho é este. É demonstrar por A+B a quem não quer ver, que os Enfermeiros sejam generalistas ou especialistas têm muito valor a acrescentar e a dar em termos de Saúde. 

#AfirmarEnfermagem 

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«Portugal é “melhor” e “mais bonito” vezes infinito. Agora são os Açores»

Este título é do Público, no caderno Fugas, e encontrei-o há dias, por simples acaso, em versão on-line. Abri-o e li-o com interesse.

Logo no início percebia-se a sua importância. Para o país e para o Douro. Mas como não o encontrara pelas redes sociais, diligenciei partilhá-lo. Com algum custo, é verdade, mas lá consegui fazê-lo com sucesso. Foi para à página da Douro Generation.

Pode crer o leitor que a partilha não se deveu a qualquer tipo de saloismo. Mas se não somos nós a gostar do nosso país, a manifestar gosto pelo que é nosso, o que esperamos? Que sejam outros a fazê-lo? No caso trata-se de uma atividade económica exportadora, tão elogiada nos tempos que correm. E Portugal, dois dos seus destinos turísticos, aparecem na lista dos melhores e mais belos destinos do mundo. O prémio do European Best Destinations (EBD) das melhores paisagens da Europa foi atribuído aos Açores. O Vale do Douro também está na lista, na 11.ª posição. Num conjunto de (Ler Mais…)

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Por um Porto Autêntico!

Por: Pedro Sampaio

Quem me conhece sabe que sou social-democrata encartado e incondicional! Claro que, muitas vezes, esta apaixonada forma de estar na política nos impede de sair da caixa e ver o “mundo” pelo prisma da realidade. Acontece! Por razões que muitos conhecem, quase que sigo ao minuto a candidatura PORTO AUTÊNTICO (PSD/PPM) e o seu candidato, Professor Álvaro Almeida. Muito já se disse deste projeto: desde “uma loucura”, “uma falta de bom senso”, passando por um quase escândalo em existirmos! Do candidato também se afirma que ” é um desconhecido”. Mas curiosamente só se sublinha isso! Álvaro Almeida não é conhecido por ter interesses económicos na cidade, nem muito menos ter nenhuma imobiliária da qual seja sócio, com familiares. Álvaro Almeida não é conhecido por estar na falência de Bancos. Álvaro Almeida não é conhecido por escândalos financeiros, operações Marquês, paraísos fiscais ou por se passear no jet-set lisboeta. Muitos dos que conhecem bem o candidato à presidência da CMP, alinham pelo seguinte perfil: competente, sério, excelente Professor e Académico, gestor público de referência, determinado, sereno, sensato e portuense de gema! Tem os seus defeitos? Claro que sim, como todos nós…
Mas agora o discurso do “main stream” começa a inverter-se…! Como dizia Ghandi, “primeiro riem-se de nós, depois criticam-nos e no fim ganhamos!”. A candidatura PORTO AUTÊNTICO está claramente na segunda fase! Por muito que publiquem sondagens… A guarda pretoriana daquele de quem se diz “ter isto no papo” teve já necessidade de vir a terreiro atacar esta candidatura para o Porto! Sejam bem-vindos! Venham contribuir para o diálogo! Venham apresentar propostas novas (embora ainda falte cumprir quase TUDO prometido em 2013…). Se Álvaro Almeida estivesse envolvido em alguma situação muito pouco clara, que configurasse, por exemplo, conflito de interesses, esta malta da critica hipócrita aos partidos, já espumava de raiva moral e justicieira…Não o podem atacar por aí! Venham discutir o Porto: que modelo de desenvolvimento económico? que política cultural de proximidade com as Juntas de Freguesia? Que forma de intervir socialmente sem ser puro “fachadismo”? Que “carta desportiva” para a cidade? Que prioridades de salvaguarda e recuperação do Património? que políticas de fixação de pessoas na cidade? Que futuro para os nossos cidadãos mais idosos (não, não é contraditória a palavra “futuro”). Que esperança e que garantias para nossa juventude? Que queremos que seja Campanhã, Pego Negro, Azevedo num futuro que se exige próximo? Que “casamento” feliz queremos que seja o do Turismo com os portuenses? Até agora, desculpem, não vi nada disto!!! Vi apenas discussão de lugares (a chamada mercearia…), acusações de traição, arrogância e ingratidão, culto da personalidade, controle da imprensa, censura “salazarista” à comunicação social… Muito pouco, muito vazio e muito receio para quem diz que ” o meu partido é o Porto”. Talvez seja…! Mas não se pretenda confundir os eleitores! O Porto que está subjacente, é o Futebol Clube do Porto! É no fundo essa ambição pessoal que o move, porque isto de construir o futuro de uma cidade dá muito trabalho!
PORTO AUTÊNTICO! É UM ORGULHO FAZER PARTE DESTA EQUIPA QUE VAI DEVOLVER A CIDADE AOS PORTUENSES.

ÁLVARO ALMEIDA: Um Presidente Autêntico

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Simplicidade

Banho de chuva no calor, picolé na praça, banco de jardim, boa música,andar descalço, sonho de valsa ou prestígio, um solo de guitarra de BBKing, uma soneca após o almoço, dormir abraçadinho com o bem, uma gargalhada de criança, contemplar o trabalho de  formigas executando sua mais nova empreita em meu jardim.

Café quentinho, respirar ar puro, fugir do trânsito, sentir o cheiro da terra molhada e a alegria dos papagaios gritando de manhã cedo. Ter calma apesar da agonia alheia e não se estressar. Assistir a uma boa comédia ou um divino desenho de Pernalonga ou Pica-pau. 

Aprendi o que era a simplicidade com as crianças e com os matutos com quem convivi, gente muito simples, muitos que em nossa concepção urbana , pessoas desvalorizadas , ou invisíveis,  mas com profundo saber para as coisas da natureza. Ficaria aqui meses listando coisas simples que aprendi a curtir na vida. E você curte coisas simples e se permite as viver?

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Lideres e Lideranças

Acredito que a dimensão dos partidos e os respectivos resultados eleitorais estão umbilicalmente ligados ao carisma e admiração provocados pelos seus líderes embora depois também entrem em linha de conta outros factores como a ideologia, a prática política e a dimensão em termos de implantação no território.

Em Portugal não se foge à regra.

E os quatro politícos da imagem acima, considerados os “pais” fundadores da democracia, tem as suas imagens profundamente ligadas aos partidos que fundaram (mais Francisco Sá Carneiro e Mário Soares do que Freitas do Amaral em boa verdade) ou em que militaram toda a vida como foi o caso de Álvaro Cunhal ainda hoje o secretário geral do PCP que ocupou o cargo durante mais anos.

Muito tempo correu desde esta fotografia.

Dos retratados apenas Freitas do Amaral ainda é vivo ,mas de há muito retirado da vida partidária, enquanto as mortes dos restantes se verificaram com Sá Carneiro em plena vida política (era primeiro ministro quando morreu no atentado de Camarate ) enquanto Álvaro Cunhal e Mário Soares morreram já reformados da vida politica activa mas não da intervenção politica propriamente dita.

De lá para cá os seus partidos já mudaram várias vezes de líderes, uns mais que outros, mas pode dizer-se que Sá Carneiro,Soares e Cunhal deixaram vazios que nunca serão preenchidos e uma saudade latente nos militantes e simpatizantes já o mesmo não se podendo dizer de Freitas cuja relação com o CDS tem conhecido períodos muito atribulados.

No PSD, o maior partido português, foram muitos os lideres que sucederam a Sá Carneiro mas nenhum atingiu a categoria de mito do fundador e eterno militante número 1.

Cavaco Silva terá sido o que mais próximo lá andou como é mais ou menos reconhecido.

No PS nunca nenhum sucessor se aproximou do peso político e da capacidade de liderança de Mário Soares embora José Sócrates tenha sido aquele que nalguns períodos teve um ascendente e uma autoridade no partido próxima da de Soares.

No PCP a Cunhal sucedeu um apagado Carlos Carvalhas, longe do brilho intelectual e da liderança carismática do antecessor, depois substituido por Jerónimo de Sousa que tem feito um trabalho notável de consolidação do eleitorado do partido provavelmente porque as suas caracteristicas pessoais são as que melhor extravasam as fronteiras normalmente rigidas dos militantes e simpatizantes.

No CDS pós Freitas do Amaral houve lideranças episódicas e que não ficam para a história como as de Adriano Moreira,Lucas Pires, Manuel Monteiro ou Ribeiro e Castro até ao advento de Paulo Portas talvez o líder mais carismático da História do CDS e aquele que por mais tempo se manteve à frente do partido.

Estamos em 2017.

No PSD, liderado por Passos Coelho, as grandes figuras do passado ou estão reformadas (Cavaco Silva, Alberto João Jardim, Mota Amaral) ou estão noutras funções (Marcelo é PR e Santana Lopes provedor da Misericórdia de Lisboa) ou na vida privada sem retorno à politica (Durão Barroso e Pinto Balsemão) para citar apenas aqueles que foram primeiros-ministros, presidentes da republica ou dos governos regionais.

No PS os ex lideres seguiram percursos muito diferentes: Jorge Sampaio está reformado, Vitor Constâncio no BCE, António Guterrres na ONU e Sócrates a contas com a Justiça.

Nenhum voltará à política nacional.

No PCP, que apenas teve três lideres desde o 25 de Abril, sabe-se que Carvalhas goza a reforma enquanto Jerónimo já a vê na linha de um horizonte ainda algo longinquo.

No CDS findo o longo consulado de Portas assiste-se agora a uma tentativa de afirmação de Assunção Cristas no sentido de provar que é uma líder com futuro e não apenas uma figura de transição a ocupar o lugar enquanto outro(s) não dão o passo em frente.

Tendo o CDS já resolvido o seu problema de sucessão, e dando de barato que Passos Coelho, António Costa e Jerónimo de Sousa ainda ocuparão os respectivos cargos por mais alguns anos, põe-se mesmo assim a questão de olhando para os respectivos partidos tentar perceber o que virá a seguir.

No PSD para lá dos nomes que a comunicação social vai lançando, às vezes parecendo atirar barro à parede, e dos que periodicamente gostam de dizer que estão “vivos” mas não são alternativa a nada nem a ninguém, há um certo vazio de nomes para o médio prazo.

E então comparando com os nomes do passado o vazio ainda parece maior.

No PS o futuro, pelo menos a avaliar pelo presente, parece indicar uma ainda maior viragem à esquerda ao sabor do poscionamento de alguns dirigentes que mais parecem infiltrações do Bloco de Esquerda do que genuinos socialistas o que no médio prazo poderá levar o PS para um destino idêntico aos de PASOK, PSF e PSOE.

No PCP, que já foi mais hermético do que o é hoje, são também adiantados alguns nomes e lançadas algumas especulações.

Que em bom rigor podem não significar nada ou se significarem será mais por sorte de quem lança palpites do que por algum tipo de informação privilegiada que naquele partido não costuma acontecer.

Seja quem for não “será” Cunhal e dificilmente”será” Jerónimo de Sousa.

Em conclusão creio que em termos de lideranças futuras os principais partidos portugueses devem olhar o futuro com alguma preocupação.

Não há no horizonte promessas de lideres carismáticos, afirmativos, com carisma semelhante aos lideres do passado pelo que talvez nao fosse pior os partidos começarem a pensar que o futuro pode não estar nos “one man show” mas sim naqueles que apresentam projectos, desenvolvem ideias, trabalham em equipa e acreditam em lideranças construidas e não caidas do céu ao sabor de interesses ou entusiasmos de momento.

P.S. : Não referi o Bloco de Esquerda nesta análise. Porque ela versa partidos com História e não fenómenos de populismo.

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Sonhos…

Eles não sabem, nem sonham, 
que o sonho comanda a vida, 
que sempre que um homem sonha 
o mundo pula e avança 
como bola colorida entre as mãos de uma criança.” 
António Gedeão

Um dia, António Costa sonhou ser Primeiro Ministro. No caminho, apesar de algumas vezes tortuoso e pouco ético, conseguiu criar dinâmicas que alteraram definitivamente a forma de fazer política em Portugal. Nem sempre os caminhos da mudança são retilíneos, mas, ao contrário do que pensam os conservadores de esquerda ou direita (são tão iguais nos seus preconceitos e prática), o saldo é sempre positivo. Não se deve e felizmente não se consegue travar o progresso. (Ler Mais…)

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