E SE…

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Acho de uma estupidez sem tamanho que dirigentes do PSD, alguns próximos de Rui Rio, digam que o objectivo para Outubro é perder por poucos!

Pergunto: – nesse caso que estão lá a fazer? Vão para casa, fechem a “loja” e abram daqui a uns anos quando o povo já estiver farto de “estar bem” e isto esteja a virar pântano. Sim porque o que parece é que os portugueses só se lembram do PSD quando é preciso tirar o país do lixo.

Não comungo da mesma opinião e espero bem que Rui Rio também não. Habituámos-nos a ver Rui Rio como um felino da politica, daqueles que têm sete vidas, pelo que acho que as notícias sobre a sua morte politica são extremamente exageradas!

E se dois terços dos cabeça de lista forem não militantes, mas personalidades da sociedade civil com créditos profissionais firmados?

E se, Rui Rio, que não é Santana, aprendeu mais com o Francisco e em Setembro apresenta o seu governo, ou pelo menos os nomes do núcleo duro do governo e desafia o PS para debates sobre politicas sectoriais entre os candidatos a ocupar as respectivas pastas?

Foi isto que aconteceu aquando da AD e foi a melhor campanha e a mais esclarecedora que tivemos até hoje.
Ainda recordo como o “principiante” Cavaco meteu no bolso a “raposa” Constâncio!

Terá António Costa condições para recusar sem perder a face?

Quando tanto se fala do afastamento dos eleitos dos eleitores, de “algo em que possamos acreditar”, haverá melhor forma de credibilizar as opções que se decidem com o voto? De assumir com os eleitores compromissos sérios?

Rui Rio justificou a fraca lista para as europeias com o facto de não poder implodir o partido. Correu mal! As ultimas notícias mostram que correu mesmo muito mal!

A continuar com o mesmo medo não correrá o risco de que o partido em vez de implodir (eu acho que não tem outra solução) expluda (desfaça-se em frangalhos)?

Portugal (que não quer ser a Venezuela da Europa) precisa de um PSD forte liderado por alguém credível e que, mais por ações que por palavras, mostre que para ele:

– ” A política sem risco é uma chatice…
….e sem ética é uma vergonha!”

Eu ainda acredito que esse líder para a próxima década dá pelo nome de Rui Rio!

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A Direita Portuguesa: Da Frustração à Decomposição

Os créditos do título deste meu texto são exclusivamente do Nuno Garoupa. Apropriei-me do título do seu último livro para titular este meu artigo. Confesso que não consegui melhor para ilustrar, através de palavras, os problemas da Direita Portuguesa.

Ao longo dos últimos anos o Partido Social Democrata foi definhando, deixou de ter protagonistas capazes de mobilizar os portugueses. Não tem um desígnio, nem um projecto para o País. Hoje as sondagens falam que o PSD poderá correr o risco de ficar na casa dos 20% das intenções de votos.

O CDS passa exactamente pelos mesmos problemas. Os mesmos estudos apontam que gradualmente poderá voltar a ser o “Partido do Táxi”

Há alguns anos que o centro-direita não tem estratégia, não tem rumo, navega ao sabor da espuma dos dias.

Os últimos resultados eleitorais e as sondagens não deixam margem para dúvidas.

Ou seja, o centro-direita português atravessa uma crise sem precedentes.

Nos últimos anos Nuno Garoupa, o professor que dá aulas de Direito na importante Universidade de George Mason, em Washington, nos Estados Unidos da América, que antes esteve à frente dos destinos da Fundação Francisco Manuel dos Santos, assumiu-se como o português mais lúcido na análise e no diagnóstico acertado e atempado do estado da direita portuguesa, da nossa democracia, do regime e do País.

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De presidente a brincar a presidente de verdade da Ucrânia.

O actor e comediante, Volodymyr Zelensky, venceu ontem as eleições presidenciais ucranianas por uma larga maioria. Zelenski, um jovem com apenas 41 anos, tornou-se uma estrela da série de televisão “Servo do Povo”, na qual encarnava, por ironia, o papel de um chefe de estado que lutava contra a corrupção.

Até sábado era a brincar, a partir de ontem é o presidente de verdade da Ucrânia.

No final do ano passado Zelensky anunciou sua candidatura à presidência da Ucrânia. Começou por não ser levado muito a sério mas as sondagens rapidamente colocaram-no como um dos favoritos às eleições presidenciais ucranianas. Ganhou a primeira volta de forma folgada e ontem foi eleito na segunda volta, sem surpresas, derrotando de forma clara e inequívoca o presidente, em exercício, Petro Oleksiyovych Poroshenko.

Durante a campanha Zelensky apresentou uma mensagem populista, de renovação e anti-corrupção. Não tenho dúvidas que a sua eleição é fruto da rejeição dos ucranianos face às elites e aos políticos olhados como incapazes de ultrapassar os escândalos de corrupção e de superar as dificuldades económicas do país. Desiludidos e fartos dos partidos e dos políticos tradicionais os ucranianos optaram por eleger para a presidência do seu país um homem que apenas “brincava à politica” numa série televisiva.

Vamos ver como agora se vai comportar Zelensky quando o assunto começar a ser sério.

Uma tendência populista, com consequências ainda desconhecidas, que vai ganhando terreno na Europa que deveria ser motivo de preocupação de todos.

Paulo Vieira da Silva

Gestor de Empresas / Licenciado em Ciências Sociais – área de Sociologia
(Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico)

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O INCRÍVEL ACONTECE EM CASTELO DE PAIVA

0É com muita mágoa que assisto desde hoje à destruição da ornamentação que existia na Praça da Independência, referindo-me concretamente aos canteiros de água que davam vida ao arranjo urbanístico concretizado num dos mandatos a que tive a honra de presidir.
A requalificação da Praça da Independência foi um projecto muito debatido na época e que teve como primeira preocupação criar uma zona de proteção aos peões, na envolvência da Igreja Matriz e sobretudo ordenar o trânsito e o estacionamento naquela zona.
Deste modo é com profunda mágoa que, no dia de hoje, assisti ao desmantelamento dos canteiros com projetores de água que ali tinham sido colocados, para em sua substituição surgirem cubos, ficando aquela plataforma toda a cubos.
Deste modo , considero que aquela Praça vai ficar mais pobre, e alertado que fui por muitos Paivenses para o que a Câmara Municipal está a fazer, manifesto por esta via a minha total discordância e repúdio.
Em alguns países, chamados de Terceiro Mundo destrói-se obra feita, para se dizer que se tem obra nova para fazer, espero que aqui não seja o caso.
A exemplo das Tílias retiradas do Largo do Conde o futuro se encarregará de dizer quem tinha razão, e o Povo os julgará.
Paulo Ramalheira TEIXEIRA
Presidente da Camara de Castelo de Paiva de 7.1.1998 a 31.10.2009

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SER POLÍTICO …..

O Professor Cavaco dizia que não lia jornais. Será que via televisão? Também nunca cheguei a saber.
Sempre discordei deste pensamento e atitude, pois quando estamos em funções públicas e concretamente políticas deveremos acompanhar a imprensa nacional, regional e concelhia, ou então termos alguém que nos informe e depois, por exemplo nas televisões fazemos um “andar para trás” na TV e vemos o que não vimos.
Se queremos ser híbridos ou andarmos com pezinhos de lã e tibiezas o melhor é não sairnos de casa.
Felizmente temos pessoas, alguns que nunca foram politicos ou militantes partidários, com coragem que utlizam os meios que têm há disposição, como as redes sociais, e dizem em voz alta aquilo que o Povo fala em surdina, muitas vezes também com medo de ser acorrentado pelo poder.
Infelizmente em.muitas terras deste PAÍS, apesar de celebrarmos 45 anos de Abril de 1974, ainda temos muitos “PIDES” por aí a circular.
Hoje o Povo quando não se revê em quem está no Poder, e muitas vezes sem ter quem os represente na Oposição, utiliza as Redes Sociais ou os artigos de opinião na imprensa escrita e falada, para chamar os “bois pelos nomes”.
Dinâmica e Coragem precisa-se neste Portugal de Abril.
Temos de voltar acreditar.

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Números que assustam: 41% dos filhos de casais separados raramente ou nunca estão com um dos pais.

Hoje serão apresentados publicamente os resultados de um extenso estudo no âmbito do Health Behaviour in School aged Children, levado a cabo pela Organização Mundial de Saúde, sobre o comportamento e saúde em jovens em idade escolar, coordenado no nosso país pela investigadora Margarida Gaspar de Matos.

Neste estudo foram usados questionários via online junto de 42 agrupamentos de escolas do ensino regular de Portugal Continental, num total de 387 turmas. A este inquérito responderam 6997 jovens sendo que destes 36% frequentavam o 6º ano de escolaridade. No que diz respeito ao 8º ano foram obtidas 39,5% de respostas dos alunos. Por sua vez junto dos alunos que frequentam o 10º ano de escolaridade foram obtidas 24,5% de respostas da totalidade da amostra.

A idade média dos alunos que responderam ao inquérito foi de 13,73 anos, dos quais 51,7% do género feminino e 48,3% do género masculino.

Este estudo pretendeu analisar os estilos de vida dos adolescentes em idade escolar nos seus mais diversos contextos de vida.

Uma das perguntas formuladas foi: Se os teus pais não vivem ambos contigo, com quem vives a maior parte do tempo?

Vamos aos resultados.

Apenas 5,8% dos filhos de pais separados ou divorciados vivem em regime de “guarda partilhada” que deveria ser a regra e não a excepção.

No que diz respeito às crianças e adolescentes que vivem com o pai, 5,2 % afirmam que raramente ou nunca estão com a mãe. Por sua vez estes números disparam, de forma muito preocupante, quando se tratam de adolescentes que vivem com a mãe. Nestes casos são 36,3% dos inquiridos que dizem que raramente ou nunca estão com pai.

Estas situações não parecem normais. Têm que existir razões muito profundas que estão a montante destes comportamentos.

Os resultados são assustadores porquanto o que se pretende é que os filhos de pais separados ou divorciados cresçam de forma harmoniosa e saudável acompanhados quotidianamente, com amor e carinho, pela mãe e pelo pai.

Inês Camacho, uma das investigadoras que integrou a equipa que desenvolveu este trabalho, garantiu ao Jornal Público “que as conclusões a que se chegou são válidas para todo o universo de adolescentes com pais separados.” deixando o alerta que apesar da guarda parental ter sofrido alterações nos últimos anos em Portugal, com um maior número de guardas partilhadas atribuídas, esse número fica anda muito aquém do que seria suposto, sendo que existem ainda muitos adolescentes que vivem com um progenitor, na maior parte das vezes com a mãe e que na maioria das vezes também são privados do contacto com o pai.”

Mas Inês Camacho vai mais longe afirmando que estes estudos “têm demonstrado que os jovens que não mantêm contacto com o pai apresentam mais comportamentos de risco e são mais infelizes quando comparados com jovens que têm alguma dificuldade em comunicar com o pai, mas que continuam em contacto.”

Elucidativo e ao mesmo tempo muito preocupante em face dos resultados deste trabalho de investigação.

Estes resultados têm que ser estudados exaustivamente, diagnosticados os problemas e apresentadas soluções objectivas e pragmáticas para a alteração destes números.

Todos já lemos ou ouvimos que nas decisões relativas ao exercício da parentalidade deverá prevalecer o superior interesse das crianças e dos adolescentes contudo parece-me que estes números não reflectem, em todo, essa preocupação.

Será que alguém vai olhar atentamente para estes números assustadores? Espero que sim e muito rapidamente.

É tempo do Sr. Presidente da República, do Governo, dos partidos políticos, dos agentes judiciais, médicos, psicólogos, sociólogos, investigadores e escolas reflectirem profundamente, em colaboração estreita, sobre estes números de forma a encontrar soluções legislativas e/ou outras adequadas e ponderadas que alterem esta dura realidade que poderá trazer consequências nefastas e muitas vezes irreversíveis para a vida futura das nossas crianças e adolescentes.

Paulo Vieira da Silva

Gestor de Empresas / Licenciado em Ciências Sociais – área de Sociologia
(Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico)

Nota: Sou o primeiro signatário de uma petição pública que defende que a Alienação Parental seja considerada um crime público integrado no Código Penal Português punida com sanção grave de natureza penal.  Em nome dos nossos filhos junte-se a esta causa assinando esta petição para ser analisada e debatida na Assembleia da República. Partilhe também a petição junto dos seus amigos. Acredite que todos somos poucos.

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523 dias. Um ano, cinco meses, sete dias e dez horas.

Hoje ganhei coragem. Há 523 dias que não estou com a pessoa que mais amo no mundo, a minha filha. Escrevo como forma de libertação. Libertação de uma dor e um sofrimento indescritíveis, mas de um amor puro e infinito.

Escrevo também para dar força àqueles que, como eu, mães ou pais, estão a passar por situações similares, mas que não têm voz. Que não têm esta força interior que Deus me deu. Que não têm muitas vezes dinheiro para o mais elementar da vida quanto mais para contratarem um advogado.

Por muito difícil, tortuoso ou longo que seja o caminho nunca desistam dos vossos filhos. Não por vós, mas sobretudo por eles.

Até hoje apenas a minha família, os meus amigos e os meus colaboradores mais próximos conheciam uma parte da dor e do sofrimento porque tenho passado durante estes infindáveis 17 meses.

Um sofrimento que na plenitude apenas Deus conhece.

Nem quero imaginar o quanto tem sofrido a minha filha.

Confesso que passo muitas noites sem dormir, que choro muitas vezes.

Confesso que tenho umas saudades sem fim das brincadeiras, dos beijinhos doces e dos abracinhos apertadinhos da minha menina.

Sim, a minha menina, porque irá ser sempre a minha menina.

A minha menina que não vê o pai porque este se esqueceu dela, emigrou ou morreu. Não emigrei. Trabalho apenas a cinco minutos do seu colégio. Muito menos morri, com a graça de  Deus.

Ela não me vê, mas eu vejo-a. Ela não sabe, nem sequer imagina. Nem ela, nem ninguém.

Aguardo de forma anónima e discreta apenas para a ver fugazmente passar quase como se de um ladrão se tratasse que espera na esquina escondido pela sua próxima vítima.

Estes são momentos solitários.  Mas sim, vejo-a. Muitas vezes. A seguir choro, muito. Não sei se de alegria, se de tristeza, mas lava-me a alma e alivia-me o sofrimento. E depois volto. Vejo-a novamente. E volto a chorar. E são assim os meus dias, as minhas semanas, os meus meses.

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POR MAIS FAMÍLIA, E MENOS ESCOLA

Por Mais Família Menos Escola

Escola pública. Que futuro nos espera ?

O sistema educativo em Portugal sofreu uma profunda transformação no período posterior à Revolução de Abril de 1974.

Dos conteúdos programáticos, às instalações, actualmente, nada tem comparação com as primeiras três décadas após 1974. E tudo isto com implicações de alguma dimensão económica nos orçamentos familiares.

Longe vão os tempos, em que ano após ano, usávamos os livros uns dos outros, agora tudo é diferente, todos os anos mudam os manuais e os encargos familiares disparam. São centenas de euros em livros gastos anualmente por aluno.

Mas se a este nível, tudo muda ano após ano, os recintos escolares estão, na minha opinião, cada vez mais descaracterizados.

Com o aparecimento da PARQUE ESCOLAR a escola pública ficou irreconhecível. Se ao nível das novas tecnologias e dos equipamentos que as mesmas incorporam foram dados passos significativos, ao nível do conforto e da eficiência das mesmas tenho sérias dúvidas que tragam benefícios aos utentes das mesmas.

Na minha qualidade de Presidente da Associação de Pais e Encarregados de educação de um Agrupamento de Escolas, com mais de 1900 alunos e mais de 2000 pais, tenho nos últimos meses passado algum tempo na sede do Agrupamento e onde estas situações que aqui descrevo são notórias.

Falo de verdadeiros comboios com aulas, com corredores com mais de cem metros, em que os professores passam aventuras para conseguirem chegar às suas salas de aulas, isto para além do facto do aquecimento destes equipamentos ser de tal forma elevado que os orçamentos que as Escolas dispõem fazem com que por vezes não chegue o dinheiro para pagar o aquecimento ou para simples reparações. A manutenção deste tipo de equipamentos foi algo que a PARQUE ESCOLAR não acautelou e pode levar à falência técnica de algumas escolas.

Naturalmente que, aos pais e encarregados de educação, isto passa um pouco ao lado, pois, para muitos aqueles equipamentos são depósitos de jovens que passam mais tempo nestes equipamentos, do que propriamente em casa.

Costumo dizer com assiduidade que um pai com filhos no ensino pré escolar deixa os seus filhos dentro da sala de aula, quando chega ao primeiro ciclo, a criança é deixada no hall de entrada antes da sala, quando entra no ciclo preparatório fica à porta da Escola e no ensino Secundário o aluno é deixado muitas vezes a umas dezenas de metros da Escola, isto é demonstrativo do afastamento da família em relação à escola.

Existem situações em que os directores de turma passam um ano lectivo sem conseguirem falar com os pais. Muitos encarregados de educação só vão à escola quando são chamados por esta. O procedimento devia ser o oposto. Devia haver uma inter- acção maior, e tudo podia passar, por exemplo, pelos pais e encarregados de educação envolverem-se no movimento associativo que integra a própria comunidade educativa.

É imperioso uma reflexão profunda sobre a Família e a Escola de hoje… O que queremos? Que responsabilidades temos? Que alternativas temos? Como repensar a família e a Escola?

Os professores e os outros actores de um equipamento escolar são peças muito importantes neste processo, até porque é com eles que os nossos filhos passam a maior parte do seu tempo, mas torna-se necessário uma maior participação das famílias no processo educativo.

Porque não criar um regime de voluntariado para muitos pais e encarregados de educação, que tenham disponibilidade, para poderem participar diariamente no auxílio à gestão escolar.

Estes equipamentos têm cada vez menos funcionários para as tarefas que lhes estão adstritas, o voluntariado poderia ser uma solução.

Portugal precisa de MAIS FAMILIA E MENOS ESCOLA, e quem sabe um dia teremos um Portugal diferente para melhor.

— Paulo Ramalheira Teixeira
Presidente da Direção da APAVECP

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