Sobre : Constituição, Lei e Regulação dos Media

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Pugnando por um Regulador nacional dos 3 C’s – Conteúdos; Comunicações; Concorrência

Confesso que, por natureza, tenho sempre uma certa dificuldade em aceitar, de imediato, algo como “verdade absoluta”. Mais ainda quando e se o(s) tema(s) gravitam sobre imposições deficientemente explicadas. Envolvendo afectações desvantajosas sobre todos e cada um de nós considerados, muito mais ainda.

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Santa Eugénia também é Portugal

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Gosto de Santa Eugénia. Terra da minha avó materna. Terra de boa gente, gente simples, humilde, honesta e trabalhadora. Foi em Santa Eugénia que passei parte das minhas férias de Verão na companhia dos meus bisavós e avós maternos. Lembro-me das festas da Aldeia, do reboliço do mês de Agosto, que juntava os meninos da cidade.  Tenho saudades daquela terra, encravada no meio do Douro, no extremo do concelho de Alijó. Mas tenho ainda mais saudades dos meus queridos avós.

Nesta terra linda, onde o tempo passava devagar, fascinava-me ver as portas sempre abertas, francas como as suas gentes, onde ainda vivem alguns dos meus tios e primos que não se deixaram seduzir pelo “ charme “ das cidades.

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Educação: Importância do Contexto familiar

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Para compreender melhor quais os factores que contribuem para o sucesso dos indivíduos, um investigador norte-americano seleccionou através de vários exames rigorosos, cerca de 730 crianças com idades entre os 5/7 anos sobredotadas ou com capacidades cognitivas acima da média. O seu percurso académico e profissional foi posteriormente analisado minuciosamente durante mais de duas décadas. Quando chegados à idade adulta, foram divididos em três grupos. Os 150 do topo ou integrados no grupo A obtiveram carreiras de sucesso formando-se em engenharia, medicina ou arquitectura, dos quais 90% haviam conseguido terminar o ensino superior com uma graduação. (Ler Mais…)

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Saraiva, o Livro e o Julgamento

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Confesso que tenho estado atento a este frenesim mediático em torno da Casa dos Segredos, desculpem, Livro dos Segredos, protagonizado por José António Saraiva.

Não costumo, e confesso que não gosto, de fazer julgamentos sumários de pessoas que apenas as conheço através do seu trajeto mediático. Não faço, portanto, qualquer juízo de valor do caráter do Arq Saraiva, ex diretor do Expresso, pois, pessoalmente, não o conheço. Ponto.

No entanto, nas redes sociais, nas páginas de jornais e nas revistas de referência, abundam juízos sumários de quem o conhece, seguramente muito melhor do que eu. Chamam-no egocêntrico, narcisista, arrogante, prepotente, antipático, injusto ou outro qualquer adjetivo que advém de um rico dicionário de escárnio e de maldizer.

Mas o que eu gostava de salientar e relevar é o facto de quem está a bater com força no senhor, além de outros agentes, são sobretudo os jornalistas e políticos no ativo.

É, para mim, extraordinário! Explico rapidamente este meu espanto.

Em primeiro lugar, quando vejo um político incomodado com alguém, porque esse alguém difama outro, desperta em mim um sorriso sarcástico… Os políticos vivem permanentemente da intriga, da maledicência, do insulto, da invenção de histórias, da felicidade pela desgraça alheia… e agora vêm lá do alto da sua auto intitulada moralidade, tal como virgens ofendidas dum inferno tenebroso que mais não é mais do que um altar de consagrações frustradas de quem anda na vida pública para se auto promover, e à boleia deste mediatismo, tentam ficar bem na fotografia. Normalmente são estes os políticos que constantemente se esquecem que a essência da política terá que ser sempre alicerçada na defesa em absoluto do bem comum. A estes, antes dos juízos sumários populistas, aconselho que leiam o Sermão de Santo António aos peixes. E não se esqueçam que “os peixes” é apenas uma metáfora.

Em segundo lugar, os jornalistas. Não vou fazer nenhuma citação literária, porque sendo jornalistas, são automaticamente cultos. Lêem muitos livros, vêm filmes de autor, vão regularmente ao teatro e têm mundo! Pessoas cultas, viajadas e justas. Sobretudo justas! Justas porque violam constantemente o segredo de justiça, justas porque, muitas vezes, não dão hipótese ao contraditório, justas porque quando se enganam raramente pedem desculpas e justas porque nunca dão o mesmo destaque do desmentido comparativamente à notícia inicial.

Dito isto, quando vejo um jornalista a criticar José António Saraiva dá-me vontade de chorar. E não é de chorar por rir muito! É mesmo chorar de tristeza! Chorar porque tenho como certo que a democracia para sobreviver precisa de uma classe de jornalistas forte, competente, com classe, descomprometida e sem telhados de vidro.

E como eu gostava de viver numa sociedade democraticamente evoluída, não posso deixar de estranhar tanta crítica e tanto julgamento sumário oriundo de classes supostamente informadas e que, na minha opinião, deveriam ser mais auto-críticos em vez de perder tanto tempo a julgar os outros, mesmo quando o outro se chama José António Saraiva.

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O Mundo está de pernas para o ar

 

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Olhando para o panorama nacional e internacional, para tudo o que se tem passado, da Conferência das Nações Unidas e da força que Marcelo tem feito para ver A. Guterres eleito – mesmo sabendo conscientemente que ele foi o primeiro coveiro da nossa terceira bancarrota – às loucuras económicas de uma deputada que se julga Ministra e que lidera um Partido bicéfalo que representa apenas 15% das intenções de voto portuguesas mas que no entanto manda no Executivo em funções –

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Eduardo Vitor Rodrigues e os seus apaniguados têm medo de quê?

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Não tinha a mínima intenção de escrever este artigo de opinião, mas os factos ocorridos nos últimos dias obrigaram-me a tomar a decisão de escrever este texto, antes que esta situação tome outras proporções.

É público que sou um crítico da gestão que o socialista Eduardo Vítor Rodrigues tem imprimido na Câmara Municipal de Gaia, nomeadamente, desde o início do ano de 2016.

As minhas críticas sempre foram feitas com educação e elevação. Porém tem sido muito mal recebidas pelo presidente da Câmara Municipal de Gaia e pelos seus “ apaniguados “.

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O exemplo do Professor Fontaínhas Fernandes e da UTAD.

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Estamos no início de mais um ano lectivo. As Universidades, ao longo de todo o País, incluindo as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, estão a receber milhares de alunos.

Esta é uma nova e decisiva fase na vida de muitos jovens. É agora que se começa a definir aquilo que poderá vir a o seu futuro profissional. A recepção aos novos alunos – os caloiros – é um momento importante. Uma boa integração numa nova cidade, numa nova instituição escolar, num novo patamar do ensino, com novos amigos é fundamental para o seu sucesso escolar.

Esta mensagem de boas-vindas do reitor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Professor Doutor António Fontaínhas Fernandes é um excelente exemplo que deveria ser seguido pelas outras Universidades. O Reitor da UTAD, nesta sua mensagem, abre a porta aos seus novos alunos, falando de forma clara, abordando também com clareza a questão polémica das praxes.

O País precisa de mais líderes académicos com esta visão moderna do que dever ser a relação entre os alunos e a sua universidade. Os meus parabéns ao Professor Fontaínhas Fernandes por este inovador exemplo que deixa ao universo académico.

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